KISU11 — KILIMA FUNDO DE INVEST EM COTAS DE FUNDOS IMOB SUNO 30
Cotação, indicadores e dados históricos de KISU11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.
- Preço atual
- R$ 6,45
- P/VP
- 0,80
- Dividend Yield (12m)
- 13,40%
Setor
Outros
Desempenho recente
No período de 6m, KISU11 apresentou variação de -7,86% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.
Faixa de 52 semanas
Nas últimas 52 semanas, KISU11 oscilou entre R$ 6,27 a R$ 7,38. Média de R$ 6,81 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.
Dividend Yield
DY anual: 13,40%.
P/VP
P/VP: 0.80.
Dados do Fundo
Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 8,07. Patrimônio líquido: R$ 356,9M. Valor de mercado: R$ 285,1M. Cotas emitidas: 44.196.050. Número de cotistas: 103.453. Taxa de administração: 0,46%. Idade do fundo: 5,8 anos. Administrador: BRL TRUST DTVM S.A.. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 36.669.660/0001-07. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.
Imóveis e Ocupação
Total de ativos do fundo: 79. Vacância e ocupação a partir de informes trimestrais (CVM).
O que é um Fundo Imobiliário (FII)
Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.
Tipos de FII
Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.
Dividend Yield em FIIs
O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.
P/VP e valor patrimonial por cota
O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.
Rendimentos mensais e regra de distribuição
Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.
Liquidez, vacância e riscos típicos
Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.
Dividendos
O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de KISU11 é de 13,40%. O último rendimento registrado foi de R$ 0,09 por cota.
Comparação Setorial
Dados comparativos do segmento Outros: P/VP de KISU11 em 0.80 ante mediana do setor de 0.82. Dividend yield de 13,40% ante mediana do setor de 13,16%.
KISU11 — Kilima Suno 30 é um FII do tipo fundo de fundos (FOF), em funcionamento desde outubro de 2020, voltado a investidores em geral. Investe em cotas de outros fundos imobiliários, buscando diversificação. Na última atualização registrada: cotação ~R$ 6,36, dividend yield ~13,59%, P/VP ~0,79, patrimônio líquido ~R$ 356,9 mi e liquidez baixa. Conteúdo informativo para apoiar a análise; cabe ao investidor avaliar.
O que é o KISU11
O KISU11 é o código de negociação do Kilima Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Imobiliários Suno 30, um fundo de investimento imobiliário (FII) negociado na bolsa de valores brasileira. A categoria de FII reúne veículos coletivos regulados que captam recursos de diversos cotistas para aplicá-los em ativos ligados ao mercado imobiliário, distribuindo periodicamente aos investidores a maior parte dos resultados obtidos. No caso do KISU11, a estrutura é a de um fundo de fundos, conhecido pela sigla FOF (Fund of Funds), o que significa que ele não compra imóveis diretamente, mas sim cotas de outros fundos imobiliários já listados. Essa característica diferencia o KISU11 dos FIIs de tijolo, que possuem imóveis físicos, e dos FIIs de papel, que investem majoritariamente em títulos de crédito imobiliário como CRIs. O fundo entrou em funcionamento em 8 de outubro de 2020, somando, na última atualização registrada, aproximadamente 5,7 anos de histórico operacional. Seu público-alvo é classificado como investidores em geral, ou seja, não se restringe a investidores qualificados ou profissionais, e o fundo não é exclusivo, podendo ser adquirido livremente por qualquer participante do mercado. O patrimônio líquido registrado supera R$ 356 milhões, distribuído em cerca de 44,2 milhões de cotas. Por se tratar de um FOF, o KISU11 é frequentemente utilizado por quem busca exposição diversificada ao universo de fundos imobiliários por meio de um único ativo, delegando à gestão a tarefa de selecionar e rebalancear a carteira de fundos subjacentes.
Como funciona um fundo de fundos imobiliário
A mecânica de um FOF imobiliário como o KISU11 parte de uma lógica de segundo nível: em vez de o gestor avaliar imóveis individualmente, ele avalia outros fundos imobiliários e decide quanto alocar em cada um. Dessa forma, o cotista do KISU11 detém, indiretamente, uma fração de dezenas de outros FIIs, que por sua vez detêm imóveis, recebíveis ou cotas adicionais. Essa estrutura em camadas tem como objetivo central a diversificação: um único investimento no fundo de fundos pode representar exposição simultânea a segmentos distintos do mercado imobiliário, como lajes corporativas, galpões de logística, shopping centers, ativos de renda urbana e títulos de crédito imobiliário. Historicamente, FOFs são procurados por investidores que desejam pulverizar o risco entre vários fundos sem precisar montar e administrar individualmente cada posição. A gestão ativa é outra característica relevante: o gestor pode aproveitar oportunidades de mercado, comprando cotas de fundos negociados com desconto em relação ao valor patrimonial e realizando ganhos de capital quando essas posições se valorizam, além da renda recorrente dos rendimentos distribuídos pelos fundos investidos. Por outro lado, a estrutura de FOF implica uma camada adicional de custos, já que existem as taxas do próprio KISU11 somadas às taxas dos fundos investidos. O retorno percebido pelo cotista combina, portanto, duas fontes principais: os rendimentos repassados pelos fundos da carteira e os eventuais ganhos de capital na negociação dessas cotas. É comum que FOFs apresentem distribuição de proventos com alguma variação mês a mês, refletindo tanto a renda recorrente quanto a realização ocasional de resultados.
Distribuição de rendimentos e dividend yield
Os fundos imobiliários no Brasil costumam distribuir rendimentos periodicamente, em geral mensalmente, e o KISU11 segue esse padrão de distribuição recorrente. Na última atualização registrada, o fundo apresentava dividend yield de aproximadamente 13,59%, com um dividend yield acumulado nos últimos doze meses em torno de 12,49%. O último provento registrado foi de cerca de R$ 0,0943 por cota, com data de referência em 1º de abril de 2026, indicando distribuição recente. O dividend yield é uma métrica que relaciona os proventos distribuídos ao preço da cota, expressando em termos percentuais quanto de renda o investidor recebeu em relação ao valor investido. É importante observar que o dividend yield é uma métrica retrospectiva: ele reflete o que foi distribuído em um período passado e não constitui promessa de manutenção futura, já que a distribuição depende dos resultados dos fundos investidos pelo FOF. Para fundos de fundos, parte da distribuição pode incluir ganhos de capital realizados na venda de cotas, o que pode tornar os proventos menos lineares ao longo do tempo quando comparados a fundos de tijolo com contratos de aluguel de longo prazo. O status de dividend yield do fundo, conforme os dados registrados, é classificado como regular e não atípico, o que indica consistência entre o yield calculado e o histórico de distribuição. Dados de mercado mostram que, no segmento de FOFs, o dividend yield tende a oscilar conforme o ciclo de juros e a precificação das cotas dos fundos da carteira. Cabe ao investidor avaliar a sustentabilidade dos rendimentos analisando a composição da carteira e a política de distribuição divulgada nos relatórios gerenciais do fundo.
Indicadores de valuation: P/VP e patrimônio
Entre os indicadores mais observados em fundos imobiliários está o P/VP, que relaciona o preço de mercado da cota ao seu valor patrimonial. Na última atualização registrada, o KISU11 apresentava P/VP de aproximadamente 0,79, o que significa que a cota era negociada na bolsa por um valor inferior ao seu valor patrimonial contábil. Quando o P/VP está abaixo de 1,0, observa-se que o mercado está precificando o fundo com desconto em relação ao patrimônio líquido apurado; quando está acima de 1,0, há um prêmio. No caso de um FOF, o valor patrimonial reflete principalmente o valor de mercado das cotas dos fundos que compõem a carteira, de modo que o P/VP do KISU11 pode também ser interpretado como um termômetro indireto do desconto agregado dos fundos investidos. O patrimônio líquido registrado é de cerca de R$ 356,9 milhões, distribuído em aproximadamente 44,2 milhões de cotas, resultando em um valor patrimonial por cota que, comparado ao preço de mercado próximo de R$ 6,36, ajuda a compor o P/VP observado. O valor de mercado total do fundo, ou market cap, era de aproximadamente R$ 281 milhões na mesma referência. É comum que analistas acompanhem a evolução do P/VP ao longo do tempo para identificar momentos em que o fundo negocia com descontos historicamente maiores ou menores, embora um desconto isolado não represente, por si só, garantia de valorização. Cabe ao investidor avaliar o P/VP em conjunto com a qualidade da carteira, a consistência das distribuições e o contexto macroeconômico, evitando interpretar um único indicador de forma isolada.
Liquidez e negociação em bolsa
A liquidez de um fundo imobiliário diz respeito à facilidade com que suas cotas podem ser compradas ou vendidas no mercado secundário sem grande variação de preço. No caso do KISU11, a liquidez registrada é classificada como baixa, com um volume médio negociado em torno de R$ 353 mil, valor que também correspondia ao volume registrado na última atualização. A variação do dia registrada era marginalmente negativa, próxima de -0,16%, equivalente a cerca de -R$ 0,01 por cota, refletindo a natureza de oscilações diárias típicas de ativos negociados em bolsa. A liquidez é um fator relevante porque influencia a velocidade com que um investidor consegue ajustar sua posição. Em fundos de liquidez mais baixa, observa-se que ordens de compra ou venda de maior porte podem impactar o preço com mais intensidade, e o spread entre as melhores ofertas de compra e venda pode ser mais largo. Dados de mercado mostram que FOFs de porte intermediário, como o KISU11, costumam apresentar liquidez inferior à de grandes fundos de tijolo amplamente conhecidos, embora isso varie conforme o interesse do mercado e a fase do ciclo imobiliário. Para o investidor de longo prazo, a liquidez tende a ter peso menor no dia a dia, mas continua sendo um elemento de atenção em momentos de necessidade de saída rápida da posição. O fundo, conforme os dados registrados, apresentava negociação ativa, sem indicação de ausência de negócios. Cabe ao investidor avaliar se o perfil de liquidez do KISU11 é compatível com sua estratégia e horizonte de investimento, considerando que a baixa liquidez é uma característica estrutural a ser ponderada e não um defeito isolado.
Perfil do fundo e histórico operacional
O KISU11 acumula, na última atualização registrada, aproximadamente 5,7 anos de funcionamento, tendo iniciado suas operações em outubro de 2020. Esse histórico permite que o fundo já tenha atravessado diferentes contextos de mercado, incluindo ciclos de variação na taxa básica de juros, que historicamente exerce influência relevante sobre a precificação de fundos imobiliários. Em ambientes de juros elevados, é comum que as cotas de FIIs sejam pressionadas, já que títulos de renda fixa passam a oferecer remuneração competitiva com menor volatilidade; em ambientes de juros em queda, observa-se com frequência o movimento inverso, com reprecificação positiva das cotas. O fundo é voltado a investidores em geral, não sendo classificado como exclusivo nem restrito a investidores qualificados, o que amplia o seu universo potencial de cotistas. Seu setor é classificado de forma genérica como Outros, classificação comum para FOFs justamente porque a carteira abrange múltiplos segmentos por meio dos fundos investidos, não se enquadrando em um único nicho como logística ou lajes corporativas. O número magic, indicador informativo frequentemente acompanhado por investidores de FIIs, era de 68 cotas na última atualização registrada. Esse número representa, de forma simplificada, a quantidade de cotas necessária para que os rendimentos mensais distribuídos sejam suficientes para adquirir uma nova cota, sendo uma referência de planejamento individual e não uma recomendação. É comum que investidores de renda utilizem indicadores como o número magic e o dividend yield para acompanhar a evolução de seu fluxo de proventos ao longo do tempo, sempre tratando-os como referências informativas. Cabe ao investidor avaliar o histórico operacional, a consistência da gestão e a aderência da estratégia do FOF aos seus próprios objetivos.
Riscos e considerações sobre FOFs
Como qualquer ativo de renda variável, o KISU11 está sujeito a riscos que merecem ser compreendidos antes de qualquer decisão. O primeiro deles é o risco de mercado: o preço da cota oscila diariamente conforme a oferta e a demanda na bolsa, podendo se distanciar do valor patrimonial tanto para cima quanto para baixo. No caso específico de um fundo de fundos, há também o risco indireto associado à carteira de FIIs investidos, de modo que problemas em fundos subjacentes, como vacância elevada, inadimplência em recebíveis ou redução de distribuições, podem se refletir nos resultados do KISU11. A estrutura de FOF traz ainda a já mencionada camada adicional de custos, com taxas do próprio fundo somadas às taxas dos fundos da carteira, fator que pode reduzir o resultado líquido percebido pelo cotista. O risco de liquidez é relevante dado o volume negociado relativamente baixo, e o risco de concentração existe na medida em que a gestão pode alocar parcelas significativas em determinados fundos ou segmentos. Há também o risco regulatório e tributário, já que mudanças nas regras de isenção de imposto de renda sobre rendimentos de FIIs poderiam alterar a atratividade da classe como um todo. Por outro lado, a diversificação proporcionada pela estrutura de FOF é frequentemente apontada como um mecanismo de diluição de riscos específicos de um único imóvel ou inquilino. É comum que investidores avaliem FOFs justamente pelo equilíbrio entre essa diversificação e os custos envolvidos. Nenhum desses elementos constitui, isoladamente, indicação de compra ou venda; trata-se de fatores informativos que compõem o quadro de análise. Cabe ao investidor avaliar a relação entre esses riscos e seus objetivos, prazo e tolerância individual, idealmente com base na documentação oficial do fundo.
Indicadores explicados
**Dividend Yield (DY).** O dividend yield mede a renda distribuída pelo fundo em relação ao preço da cota, expressando em percentual quanto o investidor recebeu de proventos sobre o valor investido. É uma métrica retrospectiva e, em FOFs, pode incluir tanto renda recorrente quanto ganhos de capital realizados. Na última atualização registrada, o KISU11 apresentava DY de aproximadamente 13,59%. Fórmula: DY = (Proventos distribuídos no período / Preço da cota) x 100 Cálculo: Com DY de 13,59% reportado e cotação de R$ 6,36, isso equivale a aproximadamente R$ 0,864 de proventos por cota considerados no período de referência (6,36 x 0,1359).
**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** O P/VP compara o preço de mercado da cota ao seu valor patrimonial. Abaixo de 1,0 indica que o fundo é negociado com desconto sobre o patrimônio; acima de 1,0 indica prêmio. Em um FOF, reflete indiretamente o desconto agregado das cotas dos fundos investidos. O KISU11 registrava P/VP de aproximadamente 0,79. Fórmula: P/VP = Preço de mercado da cota / Valor patrimonial por cota Cálculo: Com patrimônio líquido de R$ 356.882.460,97 dividido por 44.196.050 cotas, o valor patrimonial por cota é de cerca de R$ 8,07. Dividindo o preço de R$ 6,36 por R$ 8,07 chega-se a um P/VP próximo de 0,79.
**Número Magic.** O número magic é uma referência informativa que estima quantas cotas seriam necessárias para que os rendimentos mensais distribuídos sejam suficientes para adquirir uma nova cota. É usado por investidores de renda para acompanhar a evolução do fluxo de proventos, não constituindo recomendação. O KISU11 registrava número magic de 68 cotas. Fórmula: Número Magic = Preço da cota / Último dividendo por cota Cálculo: Com preço de R$ 6,36 e último dividendo registrado de R$ 0,0943, o cálculo resulta em aproximadamente 67,4 cotas, arredondado para o número magic de 68 informado nos dados.
**Market Cap (Valor de Mercado).** O market cap representa o valor total de mercado do fundo, obtido pela multiplicação do preço da cota pela quantidade total de cotas em circulação. É uma referência de porte do fundo e ajuda a contextualizar sua liquidez e representatividade no mercado. O KISU11 registrava market cap de aproximadamente R$ 281 milhões. Fórmula: Market Cap = Preço da cota x Quantidade total de cotas Cálculo: Com preço de R$ 6,36 multiplicado por 44.196.050 cotas, obtém-se aproximadamente R$ 281,1 milhões, valor coerente com o market cap registrado de R$ 281.086.878.
Perguntas Frequentes
Qual o preço atual de KISU11? A cotação mais recente de KISU11 é de R$ 6,45.
Qual o dividend yield do KISU11? O dividend yield anualizado de KISU11 é de 13,40%.
Qual o P/VP de KISU11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de KISU11 é 0.80.
KISU11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de KISU11 foi de R$ 0,09 por cota.
O que é o KISU11 e qual o seu tipo de fundo? O KISU11 é o Kilima Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Imobiliários Suno 30, um FII estruturado como fundo de fundos (FOF). Em vez de comprar imóveis diretamente, ele investe em cotas de outros fundos imobiliários listados, buscando diversificação entre segmentos do mercado imobiliário em um único veículo. Está em funcionamento desde outubro de 2020 e é voltado a investidores em geral.
Qual é o dividend yield do KISU11? Na última atualização registrada, o KISU11 apresentava dividend yield de aproximadamente 13,59%, com um acumulado de cerca de 12,49% nos últimos doze meses. O último provento registrado foi de aproximadamente R$ 0,0943 por cota. O dividend yield é uma métrica retrospectiva, baseada em distribuições passadas, e não representa garantia de manutenção futura.
O que significa o P/VP de 0,79 do KISU11? O P/VP relaciona o preço de mercado da cota ao seu valor patrimonial. Um P/VP de aproximadamente 0,79, registrado na última atualização, indica que a cota era negociada com desconto em relação ao patrimônio líquido apurado. Em um FOF, esse desconto também reflete indiretamente a precificação das cotas dos fundos que compõem a carteira. Trata-se de um indicador informativo, que cabe ao investidor avaliar em conjunto com outros fatores.
O KISU11 tem boa liquidez? A liquidez do KISU11 é classificada como baixa, com volume médio negociado em torno de R$ 353 mil na última atualização registrada. Em fundos de liquidez mais baixa, observa-se que ordens maiores podem impactar o preço com mais intensidade. A liquidez é um fator estrutural a ser ponderado conforme o horizonte e a estratégia individual do investidor.
Como o patrimônio do KISU11 está estruturado? O patrimônio líquido registrado é de aproximadamente R$ 356,9 milhões, distribuído em cerca de 44,2 milhões de cotas. O valor de mercado total do fundo era de aproximadamente R$ 281 milhões, com cotação por volta de R$ 6,36 por cota na última atualização registrada. Por ser um FOF, o patrimônio reflete principalmente o valor das cotas dos fundos imobiliários que integram a carteira.
Atualização
Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.
Ativos do mesmo setor
Outros ativos do segmento Outros, para comparação:
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.
