URPR11 — URCA PRIME RENDA FI IMOBILIÁRIO
Cotação, indicadores e dados históricos de URPR11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.
- Preço atual
- R$ 19,28
- P/VP
- 0,23
- Dividend Yield (12m)
- 20,30%
Setor
Títulos e Valores Mobiliários
Desempenho recente
No período de 6m, URPR11 apresentou variação de -48,48% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.
Faixa de 52 semanas
Nas últimas 52 semanas, URPR11 oscilou entre R$ 19,01 a R$ 43,95. Média de R$ 32,90 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.
Dividend Yield
DY anual: 20,30%. DY atípico (≥15%) — exige análise individual do fundo; pode refletir rendimento extraordinário ou cota defasada.
P/VP
P/VP: 0.23.
Dados do Fundo
Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 83,84. Patrimônio líquido: R$ 983,7M. Valor de mercado: R$ 226,2M. Cotas emitidas: 11.733.895. Número de cotistas: 56.984. Taxa de administração: 0,19%. Idade do fundo: 6,6 anos. Administrador: VÓRTX DTVM LTDA. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 34.508.872/0001-87. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.
O que é um Fundo Imobiliário (FII)
Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.
Tipos de FII
Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.
Dividend Yield em FIIs
O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.
P/VP e valor patrimonial por cota
O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.
Rendimentos mensais e regra de distribuição
Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.
Liquidez, vacância e riscos típicos
Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.
Dividendos
O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de URPR11 é de 20,30%. O último rendimento registrado foi de R$ 0,29 por cota.
Comparação Setorial
Dados comparativos do segmento Títulos e Valores Mobiliários: P/VP de URPR11 em 0.23 ante mediana do setor de 0.87. Dividend yield de 20,30% ante mediana do setor de 13,44%.
URPR11 (Urca Prime Renda FII) é um fundo imobiliário de papel do setor de Títulos e Valores Mobiliários, em operação desde dez/2019. Na última atualização: cota ~R$ 22,25, DY ~20,21% (sinalizado atípico), P/VP ~0,26, patrimônio líquido ~R$ 1,007 bi, liquidez baixa. Conteúdo informativo.
O que é o URPR11
O URPR11 é o código de negociação do Urca Prime Renda FI Imobiliário, um fundo de investimento imobiliário (FII) listado na bolsa brasileira. Fundos imobiliários são veículos coletivos que reúnem recursos de diversos cotistas para investir em ativos do mercado imobiliário, distribuindo periodicamente os resultados aos investidores na forma de rendimentos. No caso do URPR11, o fundo está classificado no setor de Títulos e Valores Mobiliários, o que o enquadra na categoria conhecida no mercado como fundo de papel. Diferentemente dos fundos de tijolo — que adquirem imóveis físicos como shoppings, galpões logísticos ou lajes corporativas para gerar renda de aluguel — os fundos de papel concentram sua carteira em ativos financeiros lastreados em operações imobiliárias, sendo o Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) o instrumento mais comum nessa categoria. O fundo entrou em funcionamento em 10 de dezembro de 2019, o que lhe confere uma idade aproximada de 6,5 anos de histórico no mercado na data desta atualização. Seu público-alvo é descrito como investidores em geral, e não se trata de um fundo exclusivo, o que significa que suas cotas circulam livremente em bolsa e podem ser adquiridas por qualquer investidor que atenda às condições de negociação. A estrutura conta com aproximadamente 11,73 milhões de cotas emitidas, número que serve de base para o cálculo de diversos indicadores per-cota, como o rendimento distribuído e o valor patrimonial unitário.
Como funciona um fundo de papel
Compreender o mecanismo de um fundo de papel ajuda a interpretar os indicadores do URPR11. A receita de um fundo dessa natureza vem principalmente dos juros e da correção monetária pagos pelos títulos de crédito que compõem sua carteira. Quando o fundo investe em um CRI, ele passa a ter direito a receber um fluxo de pagamentos do devedor da operação — geralmente uma empresa do setor imobiliário ou um empreendimento específico — ao longo do tempo. Esses recebíveis costumam ser indexados a referências como o IPCA (inflação) ou o CDI (taxa de juros de curto prazo), de modo que o desempenho do fundo tende a acompanhar o ambiente macroeconômico de juros e inflação. Em períodos de juros elevados ou de inflação alta, fundos de papel indexados a esses índices podem apresentar distribuições mais robustas, porque os títulos em carteira pagam cupons maiores. Por outro lado, esse tipo de fundo carrega o chamado risco de crédito: caso um devedor de um CRI deixe de honrar seus pagamentos, o resultado do fundo pode ser afetado. A gestão profissional do fundo é responsável por selecionar, monitorar e, quando necessário, renegociar ou substituir os créditos da carteira, buscando equilibrar a geração de renda com o controle de inadimplência. É comum que fundos de papel distribuam seus resultados mensalmente, e esse fluxo de rendimentos é justamente o que se reflete no indicador de dividend yield apresentado mais adiante. O investidor que adquire cotas de um FII passa a participar desse resultado de forma proporcional ao número de cotas que detém.
Preço, cotação e variação
Na última atualização registrada, a cota do URPR11 estava cotada a aproximadamente R$ 22,25, com uma variação no dia de cerca de -2,15%, equivalente a uma queda de aproximadamente R$ 0,49 em relação ao fechamento anterior. É importante tratar essas informações como dados de um momento específico: preço, variação diária e volume são métricas voláteis que mudam a cada pregão, e não representam uma característica permanente do ativo. Por isso, qualquer leitura desses números deve considerar a data de referência. O valor de mercado do fundo — o market cap, obtido pela multiplicação do preço da cota pela quantidade total de cotas — estava na ordem de R$ 261 milhões na mesma atualização. Esse valor difere do patrimônio líquido do fundo, um ponto que será detalhado adiante e que ajuda a explicar a relação entre preço e valor patrimonial. A liquidez do URPR11 é classificada como baixa, com um volume médio negociado em torno de R$ 297 mil. A liquidez indica a facilidade com que um investidor consegue comprar ou vender cotas sem provocar grande impacto no preço; em ativos de menor liquidez, o intervalo entre o preço de compra e o de venda (o spread) tende a ser mais amplo, e ordens maiores podem demorar mais para serem executadas. Observa-se que fundos de menor liquidez exigem atenção adicional ao planejamento de entrada e saída de posições, característica que cabe ao investidor avaliar conforme seu horizonte e suas necessidades de caixa.
Dividend Yield e distribuição de rendimentos
O dividend yield (DY) é um dos indicadores mais observados em fundos imobiliários, pois mede a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota. Na última atualização registrada, o URPR11 apresentava um DY pontual da ordem de 20,21% e um DY acumulado nos últimos doze meses em torno de 18,28%, com a distribuição mais recente de aproximadamente R$ 0,3015 por cota, referente a abril de 2026. Esses são números expressivos, e os próprios dados de mercado sinalizam esse DY como atípico — uma classificação que merece interpretação cuidadosa. Um dividend yield muito acima da média do segmento pode ter diversas origens. Em fundos de papel, distribuições elevadas podem decorrer de carteiras indexadas à inflação em um período de IPCA alto, da realização de ganhos pontuais, da amortização de cotas ou de eventos não recorrentes que inflam temporariamente o rendimento. Por isso, um DY elevado em um único período não significa necessariamente que esse patamar se manterá ao longo do tempo. Dados de mercado mostram que rendimentos atípicos tendem a normalizar quando os fatores extraordinários que os geraram se dissipam. A leitura mais informativa, portanto, combina o DY pontual com o histórico de doze meses e com a compreensão da origem das distribuições — informações que costumam ser detalhadas nos relatórios gerenciais e nos informes mensais publicados pela gestão do fundo. Cabe ao investidor avaliar a sustentabilidade dessas distribuições antes de extrapolar um yield isolado para o futuro.
P/VP e patrimônio do fundo
O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com o seu valor patrimonial — ou seja, com a parcela do patrimônio líquido do fundo que corresponde a cada cota. Na última atualização registrada, o URPR11 apresentava um P/VP de aproximadamente 0,26, o que indica que a cota era negociada em bolsa a um valor bastante inferior ao seu valor patrimonial contábil. Um P/VP abaixo de 1,0 significa, em termos contábeis, que o mercado precificava a cota com desconto em relação ao patrimônio registrado. Esse tipo de situação pode ter múltiplas explicações e não deve ser lido isoladamente: pode refletir percepção de risco da carteira de crédito, expectativa de provisões ou perdas em CRIs específicos, baixa liquidez do papel, descrença do mercado quanto à manutenção das distribuições, ou ainda eventos de mercado de natureza diversa. O patrimônio líquido do fundo era da ordem de R$ 1,007 bilhão na mesma referência, distribuído entre as cerca de 11,73 milhões de cotas. Vale notar a diferença entre esse patrimônio líquido contábil e o valor de mercado (market cap) de aproximadamente R$ 261 milhões: é justamente esse descompasso que se traduz no P/VP reduzido. Observa-se que descontos patrimoniais relevantes costumam estar associados a alguma característica específica da carteira ou da percepção de risco, e a investigação dessas causas, por meio dos relatórios oficiais do fundo, é parte de uma análise informada. Cabe ao investidor avaliar se o desconto reflete uma distorção temporária ou um ajuste justificado pelos fundamentos.
Histórico e estrutura do fundo
O Urca Prime Renda FI Imobiliário acumula cerca de 6,5 anos de existência, tendo iniciado suas operações em dezembro de 2019. Esse histórico relativamente consolidado permite que o investidor consulte uma série de informes mensais e relatórios gerenciais para acompanhar a trajetória das distribuições, a composição da carteira de crédito e a evolução do patrimônio ao longo de diferentes ciclos econômicos. O fundo atravessou, ao longo desse período, contextos macroeconômicos distintos no Brasil, incluindo variações relevantes na taxa básica de juros e na inflação — fatores que, como discutido, afetam diretamente o desempenho de fundos de papel. Por ser destinado a investidores em geral e não ser um fundo exclusivo, o URPR11 está sujeito às regras de transparência e governança aplicáveis aos fundos listados, o que inclui a divulgação periódica de informações ao mercado. A estrutura de aproximadamente 11,73 milhões de cotas e o patrimônio líquido na casa de um bilhão de reais colocam o fundo em um porte intermediário dentro do universo de FIIs de papel. Um conceito frequentemente citado em conteúdos sobre FIIs é o chamado magic number — o número de cotas necessárias para que o rendimento mensal distribuído seja suficiente para adquirir uma nova cota, funcionando como uma referência didática de quando uma posição passaria a se autofinanciar com os próprios rendimentos. Nos dados registrados, esse número de referência para o URPR11 era de aproximadamente 74 cotas. Trata-se de uma métrica meramente informativa e dependente das condições vigentes de preço e distribuição, que variam ao longo do tempo.
Riscos e considerações
Como todo ativo de renda variável, as cotas de fundos imobiliários estão sujeitas a oscilações de preço e não oferecem promessa de resultado. No caso específico de um fundo de papel como o URPR11, alguns riscos merecem destaque por sua natureza. O risco de crédito é central: a inadimplência de devedores dos CRIs que compõem a carteira pode reduzir as receitas do fundo e impactar as distribuições. O risco de mercado decorre da sensibilidade dos preços dos títulos de crédito a mudanças nas taxas de juros e nos índices de inflação aos quais estão indexados. O risco de liquidez, particularmente relevante neste fundo dada sua classificação de liquidez baixa, refere-se à dificuldade de negociar volumes maiores de cotas sem afetar o preço. Há também o risco de concentração, caso a carteira esteja exposta a um número reduzido de operações ou devedores. A combinação observada de um dividend yield sinalizado como atípico com um P/VP bastante descontado é, por si só, um conjunto de informações que pede investigação adicional: dados de mercado mostram que esses sinais costumam coexistir com situações específicas da carteira que precisam ser compreendidas nos documentos oficiais do fundo, como informes mensais, fatos relevantes e relatórios da gestão. Nenhum indicador isolado conta a história completa de um ativo. A análise mais consistente cruza preço, valor patrimonial, histórico de distribuições, qualidade da carteira de crédito e contexto macroeconômico. Cabe ao investidor avaliar todos esses elementos à luz de seus próprios objetivos, prazo e tolerância a risco antes de qualquer decisão, que é sempre individual.
Indicadores explicados
**Dividend Yield (DY).** Mede a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, expressando em percentual quanto o fundo distribuiu em relação ao seu valor de mercado. Na última atualização, o URPR11 registrava DY pontual de cerca de 20,21% e acumulado em 12 meses de cerca de 18,28%, sinalizado como atípico. Fórmula: DY = (rendimentos distribuídos no período / preço da cota) × 100 Cálculo: Considerando o último dividendo registrado de R$ 0,3015 sobre a cota de R$ 22,25: (0,3015 / 22,25) × 100 ≈ 1,36% no mês de referência, valor que anualizado e somado às demais distribuições compõe os percentuais informados.
**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** Compara o preço de mercado da cota com o seu valor patrimonial. Valores abaixo de 1,0 indicam negociação com desconto em relação ao patrimônio contábil. O URPR11 registrava P/VP de aproximadamente 0,26 na última atualização. Fórmula: P/VP = preço da cota / valor patrimonial por cota Cálculo: Valor patrimonial por cota ≈ patrimônio líquido / número de cotas = 1.007.434.069,83 / 11.733.895 ≈ R$ 85,86. Aplicando: 22,25 / 85,86 ≈ 0,26, consistente com o P/VP informado.
**Valor de Mercado (Market Cap).** Representa o valor total do fundo segundo o preço de mercado das cotas, obtido pela multiplicação do preço da cota pela quantidade total de cotas. Difere do patrimônio líquido contábil e ajuda a contextualizar o porte do fundo na bolsa. Fórmula: Market Cap = preço da cota × número total de cotas Cálculo: 22,25 × 11.733.895 ≈ R$ 261,1 milhões, coerente com o market cap registrado de R$ 261.079.163,75.
**Magic Number.** Métrica didática que indica o número de cotas necessárias para que o rendimento mensal distribuído seja suficiente para comprar uma nova cota, ponto em que a posição passaria a se autofinanciar. É uma referência informativa que varia conforme preço e distribuição. Fórmula: Magic Number = preço da cota / rendimento mensal por cota Cálculo: 22,25 / 0,3015 ≈ 74 cotas, valor consistente com o número de referência registrado para o URPR11.
Perguntas Frequentes
Qual o preço atual de URPR11? A cotação mais recente de URPR11 é de R$ 19,28.
Qual o dividend yield do URPR11? O dividend yield anualizado de URPR11 é de 20,30%.
Qual o P/VP de URPR11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de URPR11 é 0.23.
URPR11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de URPR11 foi de R$ 0,29 por cota.
O URPR11 é um fundo de tijolo ou de papel? O URPR11 está classificado no setor de Títulos e Valores Mobiliários, o que o caracteriza como um fundo de papel. Sua carteira concentra-se em ativos financeiros de base imobiliária, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), e não em imóveis físicos como ocorre nos fundos de tijolo.
Por que o dividend yield do URPR11 aparece como atípico? Na última atualização registrada, o DY estava em patamar muito elevado (cerca de 20,21% pontual e 18,28% acumulado em 12 meses) e os dados de mercado o sinalizam como atípico. Rendimentos atípicos podem decorrer de fatores não recorrentes, como ganhos pontuais, indexação à inflação em períodos de IPCA alto ou amortizações, e não necessariamente se mantêm no futuro. Cabe ao investidor avaliar a origem das distribuições nos relatórios do fundo.
O que significa o P/VP de 0,26 do URPR11? Um P/VP de aproximadamente 0,26, registrado na última atualização, indica que a cota era negociada em bolsa a um valor bem inferior ao seu valor patrimonial contábil. Isso pode refletir percepção de risco da carteira de crédito, baixa liquidez ou expectativas do mercado, entre outros fatores, e deve ser interpretado em conjunto com os demais indicadores e os documentos oficiais do fundo.
Qual era o patrimônio do URPR11 e quantas cotas ele tem? Na referência dos dados, o patrimônio líquido do fundo era da ordem de R$ 1,007 bilhão, distribuído entre aproximadamente 11,73 milhões de cotas. O valor de mercado (market cap) era de cerca de R$ 261 milhões, diferença que se reflete no P/VP descontado.
Desde quando o URPR11 está em funcionamento? O Urca Prime Renda FI Imobiliário iniciou suas operações em 10 de dezembro de 2019, acumulando cerca de 6,5 anos de histórico na data desta atualização. É um fundo destinado a investidores em geral e não exclusivo.
Atualização
Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.
Ativos do mesmo setor
Outros ativos do segmento Títulos e Valores Mobiliários, para comparação:
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.
