Organizesee

IRIM11 — IRIDIUM CRI FII RL

Cotação, indicadores e dados históricos de IRIM11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.

Preço atual
R$ 65,75
P/VP
0,78
Dividend Yield (12m)
19,20%

Setor

Títulos e Valores Mobiliários

Desempenho recente

No período de 6m, IRIM11 apresentou variação de -4,79% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.

Faixa de 52 semanas

Nas últimas 52 semanas, IRIM11 oscilou entre R$ 62,42 a R$ 79,77. Média de R$ 67,43 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.

Dividend Yield

DY anual: 19,20%. DY atípico (≥15%) — exige análise individual do fundo; pode refletir rendimento extraordinário ou cota defasada.

P/VP

P/VP: 0.78.

Dados do Fundo

Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 83,83. Patrimônio líquido: R$ 3,0B. Valor de mercado: R$ 2,3B. Cotas emitidas: 35.225.947. Número de cotistas: 205.624. Taxa de administração: 0,82%. Idade do fundo: 5,2 anos. Administrador: BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S/A DTVM. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 41.076.564/0001-95. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.

O que é um Fundo Imobiliário (FII)

Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.

Tipos de FII

Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.

Dividend Yield em FIIs

O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.

P/VP e valor patrimonial por cota

O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.

Rendimentos mensais e regra de distribuição

Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.

Liquidez, vacância e riscos típicos

Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.

Dividendos

O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de IRIM11 é de 19,20%. O último rendimento registrado foi de R$ 1,05 por cota.

Comparação Setorial

Dados comparativos do segmento Títulos e Valores Mobiliários: P/VP de IRIM11 em 0.78 ante mediana do setor de 0.87. Dividend yield de 19,20% ante mediana do setor de 13,44%.

IRIM11 (Iridium CRI FII RL) é um fundo imobiliário de papel do setor de Títulos e Valores Mobiliários, investindo em CRIs. Em funcionamento desde 2021, com patrimônio líquido superior a R$ 2,9 bilhões e cerca de 35,2 milhões de cotas. Na última atualização registrada: cota de R$ 66,55, P/VP de 0,79 (desconto) e DY de 18,96% (sinalizado como atípico). Liquidez média. Conteúdo informativo para o investidor avaliar.

O que é o IRIM11

O IRIM11 é o código de negociação do Iridium CRI FII RL, um fundo de investimento imobiliário (FII) listado na bolsa brasileira. Diferentemente dos fundos de tijolo, que adquirem imóveis físicos como galpões logísticos, lajes corporativas ou shoppings, o IRIM11 é classificado no setor de Títulos e Valores Mobiliários. Isso significa que se trata de um fundo de papel, cujo objeto principal é a aplicação em ativos financeiros ligados ao mercado imobiliário, notadamente os Certificados de Recebíveis Imobiliários, conhecidos pela sigla CRI. Em termos práticos, o patrimônio do fundo é direcionado para instrumentos de crédito lastreados em operações imobiliárias, e não para a posse direta de imóveis. O fundo entrou em funcionamento em 24 de maio de 2021, o que lhe confere, na última atualização registrada, cerca de 5,1 anos de histórico operacional. Seu público-alvo declarado abrange investidores em geral, e o fundo não possui caráter exclusivo, podendo ser adquirido por qualquer pessoa que tenha acesso ao home broker e conta em corretora habilitada. A estrutura de fundo fechado, típica dos FIIs, faz com que o investidor que deseja entrar ou sair da posição negocie suas cotas no mercado secundário, e não diretamente com o fundo. A gestão da carteira é responsável por selecionar, monitorar e eventualmente substituir os papéis que compõem o portfólio, buscando alinhar a composição ao mandato definido no regulamento do fundo. Compreender essa natureza de fundo de papel é o ponto de partida para interpretar corretamente seus indicadores, já que a dinâmica de receitas, riscos e distribuições difere substancialmente da observada em fundos de tijolo.

Setor de Títulos e Valores Mobiliários e o papel dos CRIs

O setor de Títulos e Valores Mobiliários agrupa os fundos imobiliários cuja estratégia central está em ativos financeiros do mercado imobiliário, em vez de imóveis físicos. Os Certificados de Recebíveis Imobiliários são, historicamente, o principal instrumento dessa categoria. Um CRI é um título de renda fixa emitido por companhias securitizadoras, lastreado em créditos imobiliários, como financiamentos, contratos de locação de longo prazo ou recebíveis de incorporação. Ao adquirir CRIs, um fundo como o IRIM11 passa, em essência, a receber fluxos de pagamento provenientes desses créditos, que costumam ser corrigidos por indexadores como o IPCA ou o CDI, acrescidos de uma taxa de juros pactuada. É comum que esses papéis sejam estruturados com garantias, como alienação fiduciária do imóvel subjacente, fundos de reserva e coobrigação, embora a presença e a robustez dessas garantias variem de operação para operação. Dados de mercado mostram que fundos de papel tendem a apresentar comportamento distinto dos fundos de tijolo: como muitos CRIs são indexados à inflação ou ao CDI, suas distribuições podem oscilar conforme o cenário macroeconômico, subindo em períodos de inflação ou juros elevados e recuando quando esses indicadores cedem. Observa-se também que o principal risco dessa classe não é a vacância de um imóvel, e sim o risco de crédito, ou seja, a possibilidade de inadimplência dos devedores dos recebíveis. Por isso, a diligência sobre a qualidade dos emissores, a diversificação da carteira de CRIs e a estrutura de garantias são aspectos relevantes que cabe ao investidor avaliar ao analisar um fundo dessa natureza.

Estrutura, patrimônio e cotas

Na última atualização registrada, o IRIM11 apresentava um patrimônio líquido da ordem de R$ 2,97 bilhões, distribuído entre aproximadamente 35,2 milhões de cotas emitidas. O patrimônio líquido de um fundo imobiliário corresponde, de forma simplificada, ao valor contábil de seus ativos descontados os passivos, e funciona como uma referência do tamanho do veículo. No caso de um fundo de papel, esse patrimônio reflete principalmente o valor dos CRIs e demais ativos financeiros mantidos em carteira, marcados conforme as regras contábeis aplicáveis. A quantidade de cotas, combinada ao patrimônio líquido, permite estimar o valor patrimonial por cota, que é a base de comparação para o indicador P/VP discutido adiante. O valor de mercado do fundo, ou market cap, situava-se em torno de R$ 2,34 bilhões na última atualização registrada, número que resulta da multiplicação da cotação em bolsa pela quantidade de cotas em circulação. A diferença entre patrimônio líquido e valor de mercado é justamente o que dá origem ao desconto ou ágio observado na negociação. Com 5,1 anos de funcionamento desde maio de 2021, o fundo já atravessou diferentes ciclos de juros e inflação no Brasil, períodos que afetam diretamente a precificação de carteiras de CRIs. A escala patrimonial de bilhões de reais costuma estar associada a fundos com maior número de operações em carteira e ampla base de cotistas, fatores que tendem a influenciar a liquidez das cotas no mercado secundário. Ainda assim, tamanho de patrimônio não é, por si só, indicativo de qualidade ou de resultado futuro, e deve ser lido como uma característica estrutural e não como uma promessa.

Dividend yield e o sinalizador de DY atípico

O dividend yield, ou DY, é um dos indicadores mais observados por quem acompanha fundos imobiliários, pois relaciona os rendimentos distribuídos ao preço da cota. Na última atualização registrada, o IRIM11 exibia um DY de 18,96%, um patamar bastante elevado para o padrão histórico do mercado de FIIs. É justamente por esse motivo que o indicador aparece sinalizado como atípico nos dados do fundo. Um DY marcado como atípico não significa, por si só, que haja erro ou problema, mas funciona como um alerta de que o número merece interpretação cuidadosa antes de qualquer conclusão. Historicamente, valores de DY muito acima da média podem decorrer de fatores diversos: distribuições extraordinárias, como amortizações ou ganhos de capital pontuais; efeitos de indexação de CRIs à inflação em períodos de alta de preços; ou ainda a anualização de rendimentos concentrados em um intervalo específico. Em fundos de papel atrelados a indexadores, é comum que o DY suba em janelas de inflação ou juros elevados e recue quando esses indicadores arrefecem, o que torna o indicador volátil ao longo do tempo. Por isso, observa-se que tomar um DY pontual e projetá-lo linearmente para o futuro pode levar a expectativas equivocadas. A leitura informativa adequada considera a recorrência das distribuições, a composição da carteira e o histórico de pagamentos, em vez de fixar-se em um único número anualizado. Cabe ao investidor avaliar a sustentabilidade dos rendimentos com base nos relatórios gerenciais e nas informações divulgadas pelo fundo, tratando o DY atípico como um ponto de atenção e não como um atributo permanente.

P/VP e a leitura de desconto ou ágio

O indicador P/VP, sigla para preço sobre valor patrimonial, compara a cotação de mercado da cota com o seu valor patrimonial contábil. Na última atualização registrada, o IRIM11 apresentava um P/VP de 0,79. Um valor abaixo de 1,00 indica que, naquele momento, a cota era negociada por um preço inferior ao seu valor patrimonial, configurando o que o mercado costuma chamar de desconto. Em termos práticos, um P/VP de 0,79 sugere que o mercado estava precificando cada real de patrimônio do fundo por cerca de setenta e nove centavos. É importante compreender que o P/VP é uma fotografia de um instante e não um julgamento definitivo de barateza ou caro. Dados de mercado mostram que descontos sobre o valor patrimonial podem refletir percepções variadas dos investidores: expectativas sobre a qualidade da carteira de CRIs, dúvidas quanto à manutenção das distribuições, sensibilidade ao cenário de juros, marcação a mercado dos ativos ou simplesmente fluxo de oferta e demanda no pregão. Em fundos de papel, a marcação dos CRIs a valor justo influencia diretamente o valor patrimonial, de modo que o P/VP pode variar tanto pelo movimento do preço da cota quanto por ajustes contábeis na carteira. Observa-se que comparar o P/VP de um fundo com o de seus pares do mesmo segmento, e acompanhar sua evolução ao longo do tempo, costuma ser mais informativo do que analisar o número isoladamente. O P/VP, portanto, é uma referência de contexto sobre como o mercado está avaliando o fundo, e cabe ao investidor avaliar as razões por trás de eventual desconto ou ágio antes de extrair conclusões.

Liquidez e negociação no mercado secundário

A liquidez mede a facilidade com que um investidor consegue comprar ou vender cotas sem provocar grande impacto no preço. Os dados do IRIM11 classificam sua liquidez como média, com um volume financeiro de negociação em torno de R$ 2,16 milhões na última atualização registrada. Esse volume representa o montante movimentado em cotas do fundo no período de referência e serve como termômetro do interesse do mercado pelo ativo. Uma liquidez de patamar médio significa, em geral, que há negociação regular, mas que ordens de tamanho relevante podem demandar atenção quanto ao preço de execução, especialmente em momentos de menor movimento. Para fundos com patrimônio na casa dos bilhões e ampla base de cotistas, é comum observar negociação frequente no pregão, ainda que o volume diário possa oscilar conforme o noticiário, o cenário de juros e os anúncios de distribuições. A variação registrada da cota no dia da última atualização foi de -0,09%, equivalente a uma oscilação de poucos centavos sobre o preço de R$ 66,55, o que ilustra que movimentos diários costumam ser modestos em fundos com liquidez estabelecida. Vale lembrar que métricas de preço, volume e variação são, por natureza, voláteis e devem ser lidas como retratos de um instante, e não como características permanentes do fundo. A liquidez é um atributo relevante porque influencia a flexibilidade do investidor para ajustar sua posição, mas precisa ser avaliada em conjunto com os demais fatores estruturais e com o horizonte de cada pessoa.

Riscos e considerações de um fundo de papel

Todo investimento envolve riscos, e os fundos imobiliários de papel possuem características próprias que merecem atenção informativa. O principal deles é o risco de crédito, isto é, a possibilidade de que os devedores dos CRIs deixem de honrar seus compromissos, o que pode afetar tanto o fluxo de rendimentos quanto o valor patrimonial dos ativos. Por isso, a qualidade dos emissores, a existência e a solidez das garantias e o grau de diversificação da carteira são aspectos que cabe ao investidor avaliar. Há também o risco de mercado, ligado às oscilações de preço das cotas no pregão, que respondem a fatores macroeconômicos, à percepção de risco e ao apetite dos investidores. Como muitos CRIs são indexados à inflação ou ao CDI, observa-se que mudanças na trajetória de juros e de preços impactam diretamente as distribuições e a marcação dos ativos, o que ajuda a explicar a volatilidade de indicadores como o dividend yield. O risco de liquidez, embora atenuado em um fundo de liquidez média como o IRIM11, não pode ser ignorado, pois condições adversas de mercado podem reduzir o volume negociado. Existe ainda o risco de gestão, já que a seleção e o monitoramento dos papéis dependem das decisões do gestor responsável. Em fundos de longa duração, com 5,1 anos de histórico como neste caso, é possível observar como a carteira atravessou diferentes ciclos, mas desempenho passado não constitui garantia de comportamento futuro. A leitura conjunta de patrimônio, P/VP, DY, liquidez e composição da carteira oferece um panorama mais completo do que qualquer indicador isolado, e a decisão de alocação permanece individual.

Como acompanhar o IRIM11 de forma informativa

Acompanhar um fundo imobiliário de papel como o IRIM11 envolve mais do que observar a cotação na tela. Os relatórios gerenciais mensais, divulgados pela gestão, costumam detalhar a composição da carteira de CRIs, os indexadores predominantes, o nível de garantias e eventuais eventos de crédito, informações essenciais para contextualizar o dividend yield e sua sustentabilidade. Os comunicados e fatos relevantes informam sobre distribuições, amortizações, novas emissões e mudanças estruturais que podem alterar a dinâmica do fundo. As demonstrações financeiras periódicas trazem o detalhamento contábil do patrimônio líquido e da marcação dos ativos, base do indicador P/VP. Na plataforma Organizesee, indicadores como preço, variação, dividend yield, P/VP, patrimônio, quantidade de cotas e liquidez são apresentados de forma consolidada e informativa, sempre com a ressalva de que métricas voláteis refletem a última atualização registrada. É comum que investidores acompanhem também a comparação com pares do mesmo segmento de Títulos e Valores Mobiliários, o histórico de distribuições e a evolução do P/VP ao longo do tempo, em vez de fixar-se em um instantâneo. Quando um indicador aparece sinalizado como atípico, como ocorre aqui com o DY de 18,96%, o ideal é tratá-lo como ponto de atenção e buscar a origem do número nos documentos oficiais antes de qualquer conclusão. Esse conjunto de práticas favorece uma análise mais robusta e responsável. Todo o conteúdo aqui reunido tem caráter exclusivamente informativo e busca dar contexto aos dados, de modo que a avaliação e a eventual decisão permanecem inteiramente a cargo de cada investidor.

Indicadores explicados

**Dividend Yield (DY).** O dividend yield relaciona os rendimentos distribuídos pelo fundo ao preço da cota, expressando em percentual o retorno em proventos. Na última atualização registrada, o DY do IRIM11 era de 18,96%, valor sinalizado como atípico e que, portanto, exige leitura cuidadosa quanto à sua recorrência. Fórmula: DY = (rendimentos distribuídos no período / preço da cota) x 100 Cálculo: Com DY informado de 18,96% sobre a cota de R$ 66,55, o equivalente anualizado em rendimentos seria de aproximadamente R$ 12,62 por cota (66,55 x 0,1896). Por estar marcado como atípico, esse valor deve ser interpretado como referência e não como distribuição garantida.

**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** O P/VP compara a cotação de mercado da cota com seu valor patrimonial contábil. Valores abaixo de 1,00 indicam negociação com desconto sobre o patrimônio; acima de 1,00, ágio. Na última atualização registrada, o IRIM11 apresentava P/VP de 0,79. Fórmula: P/VP = preço de mercado da cota / valor patrimonial por cota Cálculo: Com patrimônio líquido de aproximadamente R$ 2,97 bilhões e cerca de 35,2 milhões de cotas, o valor patrimonial por cota fica em torno de R$ 84,38. Dividindo a cota de R$ 66,55 por esse valor, obtém-se aproximadamente 0,79, coerente com o P/VP informado e indicando desconto.

**Patrimônio Líquido.** O patrimônio líquido representa o valor contábil dos ativos do fundo descontados os passivos e funciona como referência do tamanho do veículo. Em um fundo de papel, reflete principalmente o valor dos CRIs e demais ativos financeiros em carteira. Fórmula: Patrimônio Líquido = ativos totais - passivos totais Cálculo: Na última atualização registrada, o IRIM11 reportava patrimônio líquido de aproximadamente R$ 2,97 bilhões, distribuído entre cerca de 35,2 milhões de cotas, o que resulta em um valor patrimonial por cota de aproximadamente R$ 84,38.

**Liquidez.** A liquidez mede a facilidade de comprar ou vender cotas sem grande impacto no preço, sendo aproximada pelo volume financeiro negociado. O IRIM11 tem liquidez classificada como média. Fórmula: Volume financeiro = quantidade de cotas negociadas x preço médio de negociação Cálculo: Na última atualização registrada, o volume financeiro do IRIM11 era de aproximadamente R$ 2,16 milhões, valor compatível com a classificação de liquidez média e com negociação regular no mercado secundário.

Perguntas Frequentes

Qual o preço atual de IRIM11? A cotação mais recente de IRIM11 é de R$ 65,75.

Qual o dividend yield do IRIM11? O dividend yield anualizado de IRIM11 é de 19,20%.

Qual o P/VP de IRIM11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de IRIM11 é 0.78.

IRIM11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de IRIM11 foi de R$ 1,05 por cota.

O que é o IRIM11? O IRIM11 é o código de negociação do Iridium CRI FII RL, um fundo de investimento imobiliário brasileiro classificado no setor de Títulos e Valores Mobiliários. Trata-se de um fundo de papel, que aplica principalmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) em vez de imóveis físicos. Está em funcionamento desde 24 de maio de 2021 e é voltado a investidores em geral.

O IRIM11 é um fundo de tijolo ou de papel? É um fundo de papel. Sua classificação no setor de Títulos e Valores Mobiliários indica que o patrimônio é direcionado a ativos financeiros do mercado imobiliário, sobretudo CRIs, e não à posse direta de imóveis. Isso muda a dinâmica de receitas e riscos: o foco passa a ser o risco de crédito dos recebíveis, e não a vacância de imóveis.

Por que o dividend yield do IRIM11 aparece como atípico? Na última atualização registrada, o DY do IRIM11 era de 18,96%, patamar elevado que motivou a sinalização de atípico. Isso não indica necessariamente erro, mas serve de alerta para leitura cuidadosa. Distribuições extraordinárias, efeitos de indexação de CRIs à inflação ou anualização de rendimentos concentrados podem inflar o indicador. Cabe ao investidor avaliar a recorrência das distribuições nos relatórios oficiais.

O que significa o P/VP de 0,79 do IRIM11? O P/VP de 0,79, observado na última atualização registrada, indica que a cota era negociada por cerca de 79% do seu valor patrimonial contábil, ou seja, com desconto. Esse desconto pode refletir percepções variadas do mercado sobre a carteira, as distribuições ou o cenário de juros. É uma referência de contexto, não um julgamento definitivo de barato ou caro.

Como é a liquidez do IRIM11? Os dados classificam a liquidez do IRIM11 como média, com volume financeiro em torno de R$ 2,16 milhões na última atualização registrada. Isso sugere negociação regular no mercado secundário, embora ordens de tamanho relevante possam exigir atenção quanto ao preço de execução em momentos de menor movimento.

Atualização

Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.

Ativos do mesmo setor

Outros ativos do segmento Títulos e Valores Mobiliários, para comparação:

Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.