KNUQ11 — KINEA UNIQUE HY CDI FII RESPONSABILIDADE LIMITADA
Cotação, indicadores e dados históricos de KNUQ11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.
- Preço atual
- R$ 105,65
- P/VP
- 1,04
- Dividend Yield (12m)
- 14,15%
Setor
Títulos e Valores Mobiliários
Desempenho recente
No período de 6m, KNUQ11 apresentou variação de +0,99% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.
Faixa de 52 semanas
Nas últimas 52 semanas, KNUQ11 oscilou entre R$ 102,00 a R$ 106,34. Média de R$ 104,50 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.
Dividend Yield
DY anual: 14,15%.
P/VP
P/VP: 1.04.
Dados do Fundo
Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 101,38. Patrimônio líquido: R$ 2,2B. Valor de mercado: R$ 2,3B. Cotas emitidas: 21.484.730. Número de cotistas: 54.995. Taxa de administração: 1,37%. Idade do fundo: 3,6 anos. Administrador: INTRAG DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 42.754.362/0001-18. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.
O que é um Fundo Imobiliário (FII)
Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.
Tipos de FII
Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.
Dividend Yield em FIIs
O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.
P/VP e valor patrimonial por cota
O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.
Rendimentos mensais e regra de distribuição
Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.
Liquidez, vacância e riscos típicos
Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.
Dividendos
O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de KNUQ11 é de 14,15%. O último rendimento registrado foi de R$ 1,17 por cota.
Comparação Setorial
Dados comparativos do segmento Títulos e Valores Mobiliários: P/VP de KNUQ11 em 1.04 ante mediana do setor de 0.87. Dividend yield de 14,15% ante mediana do setor de 13,44%.
KNUQ11 é a cota do Kinea Unique HY CDI FII, um fundo imobiliário de papel do setor de Títulos e Valores Mobiliários, com carteira voltada a crédito imobiliário high yield indexado ao CDI. Em funcionamento desde dezembro de 2022, é aberto a investidores em geral. Na última atualização registrada: preço ~R$ 104,50, P/VP ~1,03, dividend yield 12m ~12,38% (elevado), patrimônio líquido ~R$ 2,18 bi e liquidez média. Métricas voláteis são referências do momento da coleta. Conteúdo informativo.
O que é o KNUQ11
O KNUQ11 é a cota negociada em bolsa do KINEA UNIQUE HY CDI FII (Responsabilidade Limitada), um fundo de investimento imobiliário (FII) brasileiro. Os FIIs são veículos coletivos regulados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que reúnem recursos de diversos cotistas para aplicar em ativos ligados ao mercado imobiliário. No caso do KNUQ11, a classificação setorial é Títulos e Valores Mobiliários, o que o caracteriza como um fundo de papel: em vez de comprar imóveis físicos (lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings), ele aloca capital majoritariamente em instrumentos de crédito imobiliário, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e outros títulos lastreados em operações do setor. O próprio nome do fundo sinaliza dois traços importantes da sua estratégia: o termo 'HY' faz referência a high yield, perfil de crédito que historicamente busca prêmios mais elevados em troca de maior risco relativo, e a referência ao 'CDI' indica orientação a ativos pós-fixados atrelados a esse indexador. O fundo é administrado dentro da plataforma da Kinea, uma das gestoras de fundos imobiliários mais conhecidas do mercado brasileiro. O KNUQ11 entrou em funcionamento em 15 de dezembro de 2022 e tem como público-alvo investidores em geral, sem restrição a investidores qualificados ou profissionais. Não se trata de um fundo exclusivo, o que significa que suas cotas circulam livremente no mercado secundário. Para o investidor, comprar uma cota de KNUQ11 representa adquirir uma fração da carteira do fundo e do fluxo de rendimentos que ela gera, sem precisar selecionar individualmente cada operação de crédito que compõe a estratégia. Essa estrutura de pulverização e gestão profissional é uma das características que distingue os FIIs de papel da compra direta de títulos de crédito privado.
Como funciona um FII de papel indexado ao CDI
Diferentemente dos FIIs de tijolo, que obtêm receita por meio de aluguéis de imóveis físicos, um fundo de papel como o KNUQ11 obtém receita a partir dos juros e da correção dos títulos de crédito imobiliário que mantém em carteira. Quando o fundo investe em um CRI indexado ao CDI, por exemplo, ele passa a receber pagamentos periódicos compostos pela taxa do CDI acrescida de um spread (prêmio) contratual. Esse modelo torna a receita do fundo sensível ao patamar de juros da economia: em ambientes de CDI mais elevado, a remuneração nominal dos ativos pós-fixados tende a ser maior; em cenários de queda de juros, ocorre o movimento inverso. O perfil high yield mencionado no nome do fundo indica que parte relevante da carteira pode buscar operações com prêmios de crédito mais altos, o que historicamente está associado a devedores ou estruturas de maior risco relativo em comparação a operações high grade (mais conservadoras). Esse posicionamento ajuda a explicar por que fundos com a etiqueta HY costumam exibir dividend yields nominais mais altos: o prêmio de risco embutido nos ativos se reflete na distribuição. É importante observar que, em fundos de papel, a distribuição de rendimentos depende do fluxo de caixa efetivamente recebido das operações de crédito, do enquadramento regulatório dos FIIs (que exige distribuição mínima de boa parte do resultado caixa) e da política de distribuição definida pela gestão. O valor patrimonial das cotas, por sua vez, pode oscilar conforme a marcação a mercado dos títulos, eventuais provisões para inadimplência e a dinâmica de oferta e demanda no mercado secundário. Compreender essa mecânica é parte central da leitura informada de qualquer FII de crédito.
Setor e posicionamento de mercado
No catálogo do Organizesee, o KNUQ11 aparece classificado no setor de Títulos e Valores Mobiliários, categoria que agrega os fundos imobiliários de papel e de crédito. Esse segmento ganhou relevância no mercado brasileiro à medida que investidores passaram a buscar exposição imobiliária com características de renda fixa, isto é, fluxos de pagamento contratuais e indexação a indicadores como CDI, IPCA ou IGP-M. A Kinea, gestora responsável pelo fundo, é reconhecida por uma família de produtos de crédito imobiliário, e o KNUQ11 se insere nesse universo com foco declarado em operações high yield pós-fixadas ao CDI. Do ponto de vista de posicionamento, fundos com essa estratégia tendem a competir por capital com outros FIIs de recebíveis e com instrumentos de renda fixa privada, como debêntures incentivadas e o próprio CRI adquirido diretamente. O diferencial do veículo FII está na liquidez de bolsa, na isenção de imposto de renda sobre os rendimentos distribuídos a pessoas físicas (observadas as condições legais vigentes) e na gestão profissional ativa da carteira de crédito. Com idade aproximada de 3,5 anos desde o início de funcionamento, o KNUQ11 é um fundo relativamente jovem dentro do ciclo de vida típico desses produtos, o que significa que seu histórico de distribuições e de comportamento ao longo de diferentes regimes de juros ainda está em formação. Observa-se que fundos de crédito mais novos costumam passar por uma fase de alocação inicial do capital captado até atingirem maturidade de carteira. Cabe ao investidor avaliar como esse estágio se relaciona com seus próprios objetivos e horizonte.
Indicadores na última atualização registrada
Na última atualização registrada na base do Organizesee, o KNUQ11 apresentava cotação em torno de R$ 104,50, com variação diária próxima de zero (cerca de +0,03%), número que reflete apenas o pregão de referência e não deve ser lido como tendência. O volume financeiro negociado registrado foi de aproximadamente R$ 4,2 milhões, compatível com uma classificação de liquidez média no contexto dos FIIs. O patrimônio líquido do fundo era da ordem de R$ 2,18 bilhões, distribuído entre cerca de 21,48 milhões de cotas, enquanto o valor de mercado (market cap) estava próximo de R$ 2,25 bilhões. Entre os indicadores de relação preço-valor, o P/VP registrado era de aproximadamente 1,03, ou seja, o preço de mercado da cota estava ligeiramente acima do valor patrimonial por cota naquele momento. Em termos de distribuição, o último dividendo informado foi de R$ 1,15 por cota, com data de referência em abril de 2026, e o dividend yield acumulado em 12 meses registrado era de cerca de 12,38%, valor classificado como elevado dentro do conjunto de FIIs de papel. É fundamental tratar todas essas métricas como referências do momento da coleta, e não como verdades permanentes: cotação, volume, P/VP e dividend yield variam continuamente conforme o mercado, a marcação dos ativos e a política de distribuição. O patrimônio e a quantidade de cotas, por serem grandezas mais estruturais, tendem a variar de forma mais lenta, mas também podem mudar em eventos como novas emissões. Esses números servem para contextualizar o porte e o perfil de remuneração do fundo, não como projeção de resultados futuros.
Dividend yield e distribuição de rendimentos
O dividend yield é um dos indicadores mais observados em fundos imobiliários, porque sintetiza a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota. No caso do KNUQ11, a base registrou um dividend yield acumulado em 12 meses de aproximadamente 12,38%, classificado no bucket 'elevado'. Historicamente, fundos de papel com perfil high yield e indexação ao CDI tendem a apresentar yields nominais mais altos do que fundos de tijolo, justamente porque o prêmio de crédito e o patamar de juros se transferem diretamente para a distribuição. Um yield elevado, por si só, não é sinônimo de qualidade nem de sustentabilidade: ele pode refletir tanto operações de crédito remuneradoras quanto uma cotação deprimida no denominador do cálculo. Por isso, a leitura informativa do dividend yield exige atenção a outros fatores, como a consistência das distribuições ao longo do tempo, a composição da carteira de crédito, o nível de inadimplência e o comportamento do CDI. No KNUQ11, o status do dividend yield aparece marcado como válido e não atípico na base, e a fonte do cálculo é o rendimento real distribuído, o que reduz o risco de distorções por dados pontuais. O último provento informado, de R$ 1,15 por cota, e a indicação de distribuição recente sugerem um fundo em regime ativo de pagamentos na janela observada. Ainda assim, distribuições passadas não garantem distribuições futuras, e a remuneração de fundos pós-fixados acompanha o ciclo de juros. Cabe ao investidor avaliar se o patamar e a previsibilidade dos rendimentos são compatíveis com sua estratégia de renda.
Relação entre preço, patrimônio e P/VP
O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara a cotação de mercado da cota com o valor patrimonial por cota, calculado a partir do patrimônio líquido dividido pelo número de cotas. No KNUQ11, o P/VP registrado era de cerca de 1,03, o que indica que o mercado precificava a cota ligeiramente acima do seu valor contábil patrimonial no momento da coleta. Em fundos de papel, o valor patrimonial é fortemente influenciado pela marcação a mercado dos títulos de crédito em carteira: quando os spreads de crédito se fecham ou os juros caem, o valor dos papéis tende a subir; quando os spreads abrem ou há provisões por risco de crédito, o valor patrimonial pode recuar. Um P/VP próximo de 1,0, como o observado, costuma ser interpretado como uma situação em que preço e patrimônio caminham relativamente alinhados, sem grandes ágios ou deságios. É comum, no mercado de FIIs, que fundos negociem ora com prêmio (P/VP acima de 1), ora com desconto (P/VP abaixo de 1), conforme a percepção dos investidores sobre a qualidade da carteira e o cenário de juros. O P/VP isolado não determina se uma cota está cara ou barata: ele é apenas um ponto de referência que precisa ser combinado com a análise da carteira, da gestão e do contexto macroeconômico. Com patrimônio líquido próximo de R$ 2,18 bilhões e valor de mercado em torno de R$ 2,25 bilhões, o KNUQ11 se posiciona entre os fundos de papel de porte relevante. Observa-se que o porte pode influenciar liquidez e capacidade de diversificação da carteira de crédito. Cabe ao investidor avaliar esses elementos em conjunto.
Liquidez, porte e perfil do investidor
A liquidez de um FII está relacionada à facilidade de comprar ou vender cotas no mercado secundário sem grande impacto no preço. O KNUQ11 registrava liquidez classificada como média, com volume financeiro de cerca de R$ 4,2 milhões na janela observada. Para o investidor, liquidez média significa que, em condições normais, é possível negociar a cota ao longo do pregão, ainda que fundos com volumes muito superiores ofereçam entrada e saída mais ágeis em grandes quantidades. O porte do fundo, com patrimônio líquido na casa dos bilhões e mais de 21 milhões de cotas, contribui para sustentar essa negociação e para permitir uma carteira de crédito diversificada entre diferentes operações. O público-alvo declarado é o de investidores em geral, sem exigência de qualificação específica, o que torna o KNUQ11 acessível a uma base ampla de investidores pessoa física e jurídica. Por se tratar de um fundo de papel high yield, seu perfil de risco e retorno difere de fundos de tijolo e de fundos de crédito high grade: a busca por prêmios mais altos no crédito imobiliário pode se traduzir em distribuições mais generosas, mas também demanda atenção ao risco de crédito das operações subjacentes. Investidores que priorizam renda mensal indexada ao CDI costumam analisar fundos dessa categoria, enquanto perfis mais conservadores podem ponderar a exposição ao segmento high yield. Não existe perfil único: a adequação depende de objetivos, horizonte de investimento, tolerância a risco e diversificação geral da carteira. Cabe ao investidor avaliar, individualmente ou com apoio profissional, se o KNUQ11 se encaixa em sua estratégia.
Riscos e considerações informativas
Como todo fundo de crédito imobiliário, o KNUQ11 está sujeito a um conjunto de riscos que o investidor pode considerar antes de tomar qualquer decisão. O principal deles é o risco de crédito: por concentrar a carteira em recebíveis high yield, o fundo se expõe à possibilidade de atraso ou inadimplência dos devedores das operações, o que pode afetar tanto a distribuição de rendimentos quanto o valor patrimonial das cotas. Há também o risco de mercado, ligado à oscilação do preço das cotas no pregão e à marcação a mercado dos títulos, e o risco de taxa de juros: como os ativos são pós-fixados ao CDI, mudanças na política monetária impactam diretamente a remuneração da carteira. Em cenários de queda do CDI, a receita nominal do fundo tende a diminuir; em cenários de alta, tende a aumentar, sempre dentro dos limites das operações contratadas. Existe ainda o risco de liquidez, que se manifesta quando o volume negociado é insuficiente para uma negociação rápida em grandes volumes, e o risco de gestão, relacionado às decisões de alocação e à seleção de crédito feita pela equipe da Kinea. Por ser um fundo relativamente jovem, com cerca de 3,5 anos de funcionamento, o KNUQ11 ainda acumula histórico ao longo de diferentes ciclos econômicos, o que é um fator que o investidor pode ponderar. Dados de mercado mostram que fundos de papel high yield podem oferecer rendimentos atrativos em determinados momentos, mas a relação entre retorno e risco é parte essencial da análise. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e descreve características e indicadores do fundo. A decisão de investir ou não, e em qual proporção, é individual e cabe ao investidor avaliar à luz de seu próprio contexto financeiro.
Indicadores explicados
**Dividend Yield (12 meses).** Mede a relação entre os rendimentos distribuídos nos últimos 12 meses e o preço da cota. No KNUQ11, a base registrou cerca de 12,38% acumulado em 12 meses, classificado como elevado, com fonte no rendimento real distribuído. Indica o quanto o fundo pagou de proventos em relação ao seu preço, servindo como referência informativa e não como projeção futura. Fórmula: DY 12m = (soma dos rendimentos distribuídos nos últimos 12 meses / preço da cota) x 100 Cálculo: Com base no rendimento real distribuído, o fundo registrou DY 12m acumulado de aproximadamente 12,38%. A título ilustrativo, o último provento informado foi de R$ 1,15 por cota; a soma dos proventos do período sobre o preço de R$ 104,50 compõe o yield acumulado registrado.
**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** Compara a cotação de mercado da cota com o valor patrimonial por cota. Um P/VP acima de 1 indica negociação com prêmio sobre o patrimônio; abaixo de 1, com desconto. No KNUQ11, o valor registrado foi de aproximadamente 1,03, sinalizando preço ligeiramente acima do valor patrimonial no momento da coleta. Fórmula: P/VP = preço da cota / (patrimônio líquido / quantidade de cotas) Cálculo: Com patrimônio líquido de cerca de R$ 2,18 bilhões e aproximadamente 21,48 milhões de cotas, o valor patrimonial por cota fica em torno de R$ 101,3. Dividindo o preço de R$ 104,50 por esse valor patrimonial, obtém-se um P/VP próximo de 1,03, alinhado ao indicador registrado.
**Patrimônio Líquido.** Representa o valor contábil total dos ativos do fundo descontadas as obrigações. É uma medida estrutural do porte do FII e a base para o cálculo do valor patrimonial por cota. No KNUQ11, o patrimônio líquido registrado era de aproximadamente R$ 2,18 bilhões. Fórmula: Valor patrimonial por cota = patrimônio líquido / quantidade de cotas Cálculo: Dividindo o patrimônio líquido de cerca de R$ 2,176 bilhões pelas aproximadamente 21,48 milhões de cotas, chega-se a um valor patrimonial por cota próximo de R$ 101,3, que serve de base para o cálculo do P/VP.
**Liquidez (volume negociado).** Reflete a facilidade de comprar e vender cotas no mercado secundário, medida pelo volume financeiro negociado. No KNUQ11, o volume registrado foi de cerca de R$ 4,2 milhões, com classificação de liquidez média, indicando negociação regular ainda que inferior à dos FIIs de maior giro. Fórmula: Liquidez média = volume financeiro negociado em pregão (R$) ao longo do período de referência Cálculo: O volume financeiro registrado de aproximadamente R$ 4.247.836,80 posiciona o fundo na faixa de liquidez média da base, parâmetro usado para contextualizar a agilidade de negociação das cotas.
Perguntas Frequentes
Qual o preço atual de KNUQ11? A cotação mais recente de KNUQ11 é de R$ 105,65.
Qual o dividend yield do KNUQ11? O dividend yield anualizado de KNUQ11 é de 14,15%.
Qual o P/VP de KNUQ11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de KNUQ11 é 1.04.
KNUQ11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de KNUQ11 foi de R$ 1,17 por cota.
O que é o KNUQ11 e qual a sua estratégia? O KNUQ11 é a cota do Kinea Unique HY CDI FII, um fundo de investimento imobiliário de papel classificado no setor de Títulos e Valores Mobiliários. Sua estratégia, indicada pelo próprio nome, é investir em crédito imobiliário high yield (HY) indexado ao CDI, ou seja, títulos pós-fixados que buscam prêmios de crédito mais elevados. Em vez de imóveis físicos, a carteira é composta por instrumentos de crédito do setor imobiliário.
Por que o dividend yield do KNUQ11 é considerado elevado? Na última atualização registrada, o dividend yield acumulado em 12 meses era de aproximadamente 12,38%, classificado no bucket elevado. Historicamente, fundos de papel com perfil high yield e indexação ao CDI tendem a apresentar yields nominais mais altos porque o prêmio de crédito e o patamar de juros se transferem para a distribuição. Um yield elevado não é, por si só, indicador de qualidade: ele deve ser analisado junto com a sustentabilidade das distribuições e o risco da carteira.
O que significa o P/VP próximo de 1,03 do KNUQ11? O P/VP de cerca de 1,03 registrado indica que o preço de mercado da cota estava ligeiramente acima do valor patrimonial por cota no momento da coleta. Em fundos de papel, o valor patrimonial é influenciado pela marcação a mercado dos títulos de crédito. Um P/VP próximo de 1,0 costuma ser lido como preço e patrimônio relativamente alinhados, sem grande ágio ou deságio, mas é apenas um ponto de referência entre vários.
Qualquer investidor pode comprar cotas do KNUQ11? Sim. O público-alvo declarado do fundo é o de investidores em geral, sem exigência de qualificação específica, e não se trata de um fundo exclusivo. As cotas são negociadas no mercado secundário da bolsa. Ainda assim, a adequação ao perfil de cada investidor depende de objetivos, horizonte e tolerância a risco, especialmente por se tratar de um fundo high yield. Cabe ao investidor avaliar.
Os rendimentos do KNUQ11 são garantidos? Não. Os rendimentos de um FII de papel dependem do fluxo de caixa recebido das operações de crédito, do patamar do CDI e da política de distribuição da gestão. Distribuições passadas, como o último provento de R$ 1,15 por cota registrado, não garantem distribuições futuras. O fundo também está exposto a risco de crédito, de mercado e de taxa de juros, que podem afetar tanto a renda quanto o valor das cotas.
Atualização
Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.
Ativos do mesmo setor
Outros ativos do segmento Títulos e Valores Mobiliários, para comparação:
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.
