RBHY11 — RIO BRAVO CRÉDITO IMOB HIGH YIELD FUNDO DE INV. IMOB. - FII
Cotação, indicadores e dados históricos de RBHY11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.
- Preço atual
- R$ 71,11
- P/VP
- 0,77
- Dividend Yield (12m)
- 17,76%
Setor
Títulos e Valores Mobiliários
Desempenho recente
No período de 6m, RBHY11 apresentou variação de -8,83% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.
Faixa de 52 semanas
Nas últimas 52 semanas, RBHY11 oscilou entre R$ 70,13 a R$ 84,96. Média de R$ 76,74 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.
Dividend Yield
DY anual: 17,76%. DY atípico (≥15%) — exige análise individual do fundo; pode refletir rendimento extraordinário ou cota defasada.
P/VP
P/VP: 0.77.
Dados do Fundo
Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 92,92. Patrimônio líquido: R$ 175,9M. Valor de mercado: R$ 134,6M. Cotas emitidas: 1.893.505. Número de cotistas: 3.499. Taxa de administração: 0,91%. Idade do fundo: 5,6 anos. Administrador: BRL TRUST DTVM S.A.. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 37.899.479/0001-50. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.
O que é um Fundo Imobiliário (FII)
Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.
Tipos de FII
Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.
Dividend Yield em FIIs
O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.
P/VP e valor patrimonial por cota
O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.
Rendimentos mensais e regra de distribuição
Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.
Liquidez, vacância e riscos típicos
Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.
Dividendos
O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de RBHY11 é de 17,76%. O último rendimento registrado foi de R$ 1,00 por cota.
Comparação Setorial
Dados comparativos do segmento Títulos e Valores Mobiliários: P/VP de RBHY11 em 0.77 ante mediana do setor de 0.87. Dividend yield de 17,76% ante mediana do setor de 13,44%.
RBHY11 é o Rio Bravo Crédito Imobiliário High Yield FII, um fundo de papel que investe em CRIs com perfil high yield, no setor de Títulos e Valores Mobiliários. Na última atualização registrada: preço R$ 75,11, P/VP 0,81, DY próximo de 16,88% (classificado como atípico), patrimônio líquido de cerca de R$ 175,7 milhões e liquidez baixa. Em funcionamento desde dezembro de 2020.
O que é o RBHY11
RBHY11 é o código de negociação do Rio Bravo Crédito Imobiliário High Yield Fundo de Investimento Imobiliário (FII). Trata-se de um fundo imobiliário da categoria conhecida no mercado como FII de papel, ou seja, um fundo cuja carteira é composta principalmente por títulos de crédito ligados ao setor imobiliário, e não por imóveis físicos como galpões, shoppings ou lajes corporativas. O termo high yield no nome indica que a estratégia do fundo se concentra em operações de crédito com perfil de remuneração mais elevada, o que historicamente costuma estar associado a maior risco de crédito do que carteiras chamadas high grade. Segundo os dados de cadastro registrados, o fundo está classificado no setor de Títulos e Valores Mobiliários, é voltado a investidores em geral e não é um fundo exclusivo, o que significa que suas cotas são acessíveis ao público amplo na bolsa. O fundo entrou em funcionamento em 16 de dezembro de 2020, somando aproximadamente 5,5 anos de histórico até a última atualização registrada. A gestão é associada à Rio Bravo, casa tradicional no mercado brasileiro de gestão de recursos. Por ser um FII listado, as cotas de RBHY11 são negociadas em bolsa e seu preço oscila conforme a oferta e a demanda dos investidores, enquanto a parcela de rendimentos é distribuída periodicamente conforme os resultados das operações de crédito que compõem a carteira.
Como funciona um FII de crédito imobiliário high yield
Um fundo imobiliário de papel como o RBHY11 funciona reunindo o capital de diversos cotistas para aplicar em instrumentos de dívida do setor imobiliário, sendo o principal deles o Certificado de Recebíveis Imobiliários, o CRI. Um CRI representa, de forma simplificada, um direito a receber pagamentos futuros originados de operações imobiliárias, como financiamentos de empreendimentos, contratos de locação de longo prazo ou estruturas de crédito corporativo lastreadas em imóveis. O fundo recebe os juros e a amortização desses títulos ao longo do tempo e, após custos e provisões, repassa a maior parte do resultado aos cotistas na forma de rendimentos. O componente high yield indica que a carteira tende a priorizar operações com remuneração mais alta, o que no mercado costuma estar ligado a devedores ou estruturas com risco de crédito mais elevado, prazos diferenciados ou garantias específicas. Os CRIs costumam ter sua remuneração atrelada a indexadores como o IPCA mais uma taxa prefixada, ou ao CDI mais um spread, de modo que a receita do fundo varia conforme a inflação e os juros da economia. É comum que esse tipo de fundo busque distribuir rendimentos de forma recorrente, normalmente em base mensal, e que parte da variação observada no dividend yield reflita não apenas o fluxo regular de juros, mas também eventos pontuais como amortizações, recebimento de operações ou ganhos de capital. Cabe ao investidor avaliar como esse mecanismo se encaixa em seus próprios objetivos.
Setor e perfil da carteira
Nos dados registrados, RBHY11 aparece classificado no setor de Títulos e Valores Mobiliários, classificação típica de fundos cuja carteira é formada por ativos financeiros de crédito, em contraste com fundos de tijolo classificados por segmentos como logística, lajes corporativas, shoppings ou renda urbana. Essa diferença é relevante para a leitura do fundo: enquanto fundos de imóveis físicos têm seu desempenho ligado a vacância, reajustes de aluguel e valorização patrimonial dos imóveis, um fundo de papel high yield como o RBHY11 tem seu resultado determinado principalmente pela qualidade e pela remuneração da carteira de recebíveis, pela capacidade de pagamento dos devedores e pelo comportamento dos indexadores de inflação e juros. O patrimônio líquido registrado é de aproximadamente R$ 175,7 milhões, distribuído entre cerca de 1,89 milhão de cotas. Por estratégia, fundos high yield tendem a concentrar operações de crédito estruturado, muitas vezes com garantias reais como alienação fiduciária de imóveis, cessão de recebíveis ou fundos de reserva, mecanismos que buscam mitigar o risco das operações de maior remuneração. Observa-se que o desempenho desse tipo de fundo costuma depender da disciplina de análise de crédito da gestão e do monitoramento contínuo das operações, já que a inadimplência ou a reestruturação de um CRI pode afetar tanto a distribuição de rendimentos quanto o valor patrimonial das cotas.
Principais indicadores do RBHY11
Na última atualização registrada, RBHY11 era negociado a R$ 75,11, com variação no dia de aproximadamente 0,35%, o equivalente a cerca de R$ 0,26 por cota. O dividend yield calculado aparece próximo de 16,88%, com um acumulado de 15,48% nos doze meses anteriores, número que os próprios dados classificam como elevado e atípico, sinalizando que parte dessa rentabilidade pode estar associada a eventos não recorrentes e não necessariamente representa um patamar permanente de distribuição. O indicador de preço sobre valor patrimonial, o P/VP, estava em 0,81, o que significa que o preço de mercado da cota equivalia a 81% do valor patrimonial contábil registrado. O último dividendo informado foi de R$ 1,05 por cota, com data de referência em 1 de abril de 2026, e os registros indicam distribuição recente. O patrimônio líquido era de aproximadamente R$ 175,7 milhões e o valor de mercado registrado, em torno de R$ 142,2 milhões. A liquidez é classificada como baixa, com volume médio na faixa de R$ 19,5 mil. Todos esses números relativos a preço, volume e variação são fotografias de um momento específico e mudam ao longo do tempo, devendo ser lidos como referência da última atualização registrada e não como valores fixos.
Como interpretar o dividend yield atípico
O dividend yield é a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, expressa em percentual, e é um dos indicadores mais observados por quem acompanha fundos imobiliários. No caso do RBHY11, os dados marcam o dividend yield como atípico e o classificam no bucket elevado, com valor próximo de 16,88% e acumulado de 15,48% em doze meses. Um yield muito acima da média do segmento merece leitura cuidadosa, porque pode refletir tanto a natureza high yield da carteira, que de fato tende a pagar prêmios de crédito mais altos, quanto fatores pontuais. É comum que distribuições extraordinárias, recebimentos de amortização, ganhos de capital com a venda de CRIs ou efeitos de indexação por inflação inflem temporariamente o yield observado em determinado período. Por isso, dados de mercado mostram que o yield de um único mês ou de uma janela curta nem sempre se sustenta no longo prazo. O último dividendo registrado, de R$ 1,05 por cota, ajuda a dimensionar a distribuição recente, mas a recorrência depende do comportamento futuro da carteira. A leitura informativa adequada é tratar o dividend yield como uma referência histórica e contextual, considerando a fonte do rendimento, a consistência das distribuições anteriores e a sustentabilidade do fluxo de crédito, cabendo ao investidor avaliar esses elementos.
P/VP, liquidez e patrimônio
O P/VP registrado de 0,81 indica que, na última atualização, a cota era negociada abaixo do seu valor patrimonial, o que no mercado costuma ser descrito como cotação com desconto frente ao patrimônio contábil. Esse desconto pode ter diferentes origens, como a percepção de risco da carteira de crédito, condições gerais do mercado de FIIs, expectativas sobre juros e inflação ou simplesmente o equilíbrio entre compradores e vendedores no momento. Um P/VP abaixo de 1 não é, por si só, indicação de oportunidade ou de problema; é apenas a leitura da relação entre preço e patrimônio que cabe ao investidor interpretar. A liquidez do RBHY11 é classificada como baixa, com volume médio registrado na faixa de R$ 19,5 mil, o que significa que a quantidade de negócios diários costuma ser reduzida em comparação a fundos de maior porte. Liquidez baixa tende a se traduzir em maior diferença entre preços de compra e venda e em possível dificuldade para movimentar volumes maiores sem afetar a cotação, característica relevante para quem considera o tempo necessário para comprar ou vender cotas. O patrimônio líquido de cerca de R$ 175,7 milhões, dividido entre aproximadamente 1,89 milhão de cotas, define o valor patrimonial por cota que serve de base para o cálculo do P/VP. Esses três indicadores, lidos em conjunto, ajudam a compreender o porte, a precificação relativa e a negociabilidade do fundo.
Histórico e perfil do fundo
RBHY11 iniciou suas atividades em 16 de dezembro de 2020 e acumulava aproximadamente 5,5 anos de histórico até a última atualização registrada, período que abrange diferentes ciclos de juros e inflação na economia brasileira, ambiente que influencia diretamente fundos de crédito imobiliário. Fundos de papel high yield tendem a se comportar de maneira distinta conforme o cenário macroeconômico: em períodos de juros altos, a remuneração de operações atreladas ao CDI tende a subir, enquanto operações indexadas ao IPCA acompanham a inflação. O público-alvo registrado é de investidores em geral, e o fundo não é exclusivo, o que o coloca dentro do universo de FIIs amplamente acessíveis na bolsa brasileira. O valor de mercado registrado, em torno de R$ 142,2 milhões, situa o RBHY11 entre os fundos de menor porte do segmento de recebíveis, característica coerente com a liquidez classificada como baixa. Para quem estuda esse tipo de ativo, é comum acompanhar não apenas o preço da cota, mas também os relatórios gerenciais periódicos divulgados pela gestão, que descrevem a composição da carteira de CRIs, os indexadores predominantes, o nível de inadimplência e eventuais reestruturações. Esses documentos oficiais são a fonte primária de informação sobre a saúde da carteira, e este conteúdo apresenta apenas um panorama informativo dos dados consolidados, cabendo ao investidor aprofundar a análise nas fontes oficiais.
Indicadores explicados
**Dividend Yield (DY).** Mede a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota. Para o RBHY11, o valor registrado próximo de 16,88% é classificado como elevado e atípico, o que indica que parte pode vir de eventos não recorrentes e deve ser lido como referência de um período, não como patamar fixo. Fórmula: DY = (rendimentos distribuídos no período / preço da cota) x 100 Cálculo: Com dividend yield registrado de 16,88% e preço de R$ 75,11, o último dividendo de referência foi de R$ 1,05 por cota; o acumulado em 12 meses registrado foi de 15,48%.
**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** Compara o preço de mercado da cota com o valor patrimonial contábil. Um P/VP abaixo de 1 indica cotação com desconto frente ao patrimônio, sem que isso seja, por si só, sinal de oportunidade ou problema. Fórmula: P/VP = preço da cota / valor patrimonial por cota Cálculo: Com P/VP de 0,81 e preço de R$ 75,11, o valor patrimonial por cota implícito é de aproximadamente R$ 92,7, coerente com patrimônio líquido de R$ 175,7 milhões dividido por cerca de 1,89 milhão de cotas.
**Liquidez / Volume médio.** Indica o quanto a cota é negociada no mercado. O RBHY11 tem liquidez classificada como baixa, o que pode dificultar a compra ou venda de volumes maiores sem afetar o preço. Fórmula: Volume médio = média do valor financeiro negociado por pregão Cálculo: O volume médio registrado é de aproximadamente R$ 19,5 mil, valor que fundamenta a classificação de liquidez baixa do fundo.
**Patrimônio Líquido.** Representa o valor contábil total do fundo, base para o cálculo do valor patrimonial por cota e do P/VP. Reflete o tamanho da carteira de recebíveis após custos e provisões. Fórmula: Valor patrimonial por cota = patrimônio líquido / quantidade de cotas Cálculo: Com patrimônio líquido de R$ 175,7 milhões e cerca de 1,89 milhão de cotas, o valor patrimonial por cota fica em torno de R$ 92,7, frente a um valor de mercado registrado de R$ 142,2 milhões.
Perguntas Frequentes
Qual o preço atual de RBHY11? A cotação mais recente de RBHY11 é de R$ 71,11.
Qual o dividend yield do RBHY11? O dividend yield anualizado de RBHY11 é de 17,76%.
Qual o P/VP de RBHY11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de RBHY11 é 0.77.
RBHY11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de RBHY11 foi de R$ 1,00 por cota.
O que é o RBHY11? RBHY11 é o código do Rio Bravo Crédito Imobiliário High Yield Fundo de Investimento Imobiliário, um FII de papel que investe principalmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com perfil high yield. Está classificado no setor de Títulos e Valores Mobiliários e é voltado a investidores em geral.
Qual o dividend yield do RBHY11? Na última atualização registrada, o dividend yield aparecia próximo de 16,88%, com acumulado de 15,48% em doze meses. Os dados classificam esse yield como elevado e atípico, o que sugere que parte da rentabilidade pode estar ligada a eventos não recorrentes. Trata-se de uma referência de um momento específico, não de um valor permanente.
O que significa o P/VP de 0,81 do RBHY11? Um P/VP de 0,81 indica que a cota era negociada a 81% do seu valor patrimonial contábil na última atualização, ou seja, com desconto frente ao patrimônio. Esse número reflete o equilíbrio entre preço de mercado e valor patrimonial e cabe ao investidor interpretar seu significado dentro do contexto do fundo.
Por que a liquidez do RBHY11 é considerada baixa? A liquidez é classificada como baixa porque o volume médio negociado registrado fica na faixa de R$ 19,5 mil, valor reduzido se comparado a fundos maiores. Liquidez baixa pode resultar em maior diferença entre preços de compra e venda e em dificuldade para movimentar volumes maiores sem afetar a cotação.
Desde quando o RBHY11 está em funcionamento? O fundo entrou em funcionamento em 16 de dezembro de 2020, somando aproximadamente 5,5 anos de histórico até a última atualização registrada. Esse período abrange diferentes ciclos de juros e inflação na economia brasileira.
Atualização
Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.
Ativos do mesmo setor
Outros ativos do segmento Títulos e Valores Mobiliários, para comparação:
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.
