ARRI11 — OPEN K ATIVOS E RECEBIVEIS IMOBILIARIOS
Cotação, indicadores e dados históricos de ARRI11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.
- Preço atual
- R$ 4,68
- P/VP
- 0,56
- Dividend Yield (12m)
- 21,79%
Setor
Títulos e Valores Mobiliários
Desempenho recente
No período de 6m, ARRI11 apresentou variação de -29,20% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.
Faixa de 52 semanas
Nas últimas 52 semanas, ARRI11 oscilou entre R$ 4,30 a R$ 7,07. Média de R$ 6,17 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.
Dividend Yield
DY anual: 21,79%. DY atípico (≥15%) — exige análise individual do fundo; pode refletir rendimento extraordinário ou cota defasada.
P/VP
P/VP: 0.56.
Dados do Fundo
Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 8,43. Patrimônio líquido: R$ 174,6M. Valor de mercado: R$ 97,0M. Cotas emitidas: 20.726.973. Número de cotistas: 23.191. Taxa de administração: 0,13%. Idade do fundo: 6,7 anos. Administrador: OLIVEIRA TRUST DTVM S.A.. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 32.006.821/0001-21. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.
O que é um Fundo Imobiliário (FII)
Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.
Tipos de FII
Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.
Dividend Yield em FIIs
O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.
P/VP e valor patrimonial por cota
O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.
Rendimentos mensais e regra de distribuição
Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.
Liquidez, vacância e riscos típicos
Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.
Dividendos
O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de ARRI11 é de 21,79%. O último rendimento registrado foi de R$ 0,07 por cota.
Comparação Setorial
Dados comparativos do segmento Títulos e Valores Mobiliários: P/VP de ARRI11 em 0.56 ante mediana do setor de 0.87. Dividend yield de 21,79% ante mediana do setor de 13,44%.
ARRI11 (Open K Ativos e Recebíveis Imobiliários): FII de papel do segmento de Títulos e Valores Mobiliários, em funcionamento desde 2019. Na última atualização registrada, cota a R$ 4,74, P/VP de 0,56, DY de 21,85% (sinalizado como atípico), patrimônio líquido de cerca de R$ 174,7 milhões e liquidez classificada como baixa. Conteúdo informativo para apoiar a avaliação do investidor.
O que é o ARRI11
O ARRI11 é o código de negociação do fundo Open K Ativos e Recebíveis Imobiliários, um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) listado na bolsa de valores brasileira. Diferentemente dos fundos que adquirem imóveis físicos para locação, o ARRI11 está classificado no segmento de Títulos e Valores Mobiliários, categoria popularmente chamada de FII de papel ou FII de recebíveis. Na prática, esse tipo de fundo aplica seus recursos em ativos financeiros ligados ao mercado imobiliário, com destaque para os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), que são títulos de crédito lastreados em fluxos de pagamento de operações imobiliárias. O fundo entrou em funcionamento em 31 de outubro de 2019, o que lhe confere um histórico de cerca de 6,6 anos de operação registrado na base. Seu público-alvo, segundo os dados disponíveis, é composto por investidores em geral, e não se trata de um fundo exclusivo. Como todo FII, o ARRI11 distribui periodicamente os rendimentos gerados por sua carteira aos cotistas, e suas cotas podem ser compradas e vendidas no mercado secundário ao longo do pregão. É importante entender que a natureza de um fundo de recebíveis difere bastante da de um fundo de tijolo: enquanto o segundo depende da ocupação e da valorização de imóveis, o primeiro depende do desempenho de uma carteira de crédito imobiliário e da capacidade de pagamento dos devedores dessas operações.
Setor e mecanismo de funcionamento
O ARRI11 pertence ao segmento de Títulos e Valores Mobiliários dentro do universo dos FIIs. Esse segmento abriga os fundos cuja estratégia central é investir em instrumentos de dívida e crédito do setor imobiliário, e não em propriedades físicas. O principal ativo desse tipo de fundo costuma ser o CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários), um título emitido por securitizadoras que transforma fluxos futuros de recebíveis — como aluguéis, financiamentos ou operações de construção — em papéis negociáveis. Quando um fundo de papel adquire CRIs, ele passa a receber os juros e a amortização desses títulos, e parte desse fluxo é repassado aos cotistas na forma de rendimentos. O comportamento de um FII de recebíveis está, portanto, fortemente associado às taxas de juros e aos indexadores aos quais os CRIs estão atrelados, normalmente índices de inflação como o IPCA ou o IGP-M, ou taxas como o CDI. Historicamente, fundos indexados à inflação tendem a apresentar distribuições maiores em períodos de inflação elevada, enquanto fundos atrelados ao CDI acompanham o ciclo da taxa básica de juros. Observa-se que esse mecanismo dá aos FIIs de papel um perfil de geração de renda distinto dos fundos de tijolo, com sensibilidade própria ao cenário macroeconômico. Compreender o indexador predominante da carteira é parte central da análise desse tipo de ativo, e essa informação costuma estar detalhada nos relatórios gerenciais divulgados pela gestora do fundo.
Preço e negociação na última atualização
Na última atualização registrada, a cota do ARRI11 estava cotada a R$ 4,74, com variação positiva de 2,82% no dia, equivalente a R$ 0,13. Esses valores são métricas voláteis: o preço de uma cota de FII oscila ao longo de cada pregão conforme a oferta e a demanda do mercado, e a variação diária reflete apenas o movimento de um único dia, não uma tendência permanente. O volume financeiro negociado registrado foi de aproximadamente R$ 201 mil, e a liquidez do fundo aparece classificada como baixa na base de dados. A liquidez é um aspecto relevante na análise de qualquer FII: fundos com volume de negociação reduzido podem apresentar maior dificuldade para comprar ou vender grandes quantidades de cotas sem afetar o preço, e tendem a ter spreads maiores entre as ordens de compra e venda. Dados de mercado mostram que fundos de menor liquidez frequentemente exibem oscilações de preço mais acentuadas. O valor de mercado do fundo, calculado a partir do preço da cota multiplicado pela quantidade total de cotas, estava em torno de R$ 98,2 milhões na referência registrada. Cabe ao investidor avaliar se o nível de liquidez é compatível com seus objetivos e com o horizonte de tempo pretendido, lembrando que os números de preço e volume aqui apresentados se referem a um instante específico e estão sujeitos a mudança contínua.
Rendimentos e dividend yield
O dividend yield (DY) é um dos indicadores mais observados em FIIs, pois relaciona os rendimentos distribuídos ao preço da cota. Na base de dados do ARRI11, o DY aparece em 21,85%, com um acumulado de 20,04% nos últimos doze meses. É importante registrar que esse patamar foi sinalizado como atípico na própria classificação do fundo, o que significa que ele se distancia da média histórica de mercado e merece interpretação cuidadosa. Um DY muito elevado em um FII de papel pode ter diversas origens: distribuições reforçadas por ganhos extraordinários, amortização de capital sendo contabilizada junto aos rendimentos, marcação de ativos indexados à inflação em período de alta de índices, ou ainda uma cota negociada com desconto relevante em relação ao patrimônio. Por isso, um yield alto isoladamente não indica qualidade — ele pede a leitura do contexto e da sustentabilidade das distribuições ao longo do tempo. O último dividendo registrado foi de R$ 0,07 por cota, com data de referência em abril de 2026, e a base aponta distribuição recente. Observa-se que, em fundos de recebíveis, os rendimentos mensais podem variar conforme o fluxo de juros e amortizações dos CRIs em carteira. O chamado magic number do fundo, indicado como 68, é uma referência informativa que estima a quantidade de cotas necessária para que o rendimento mensal recompre uma nova cota ao preço atual — um número usado por parte dos investidores para acompanhar o reinvestimento, e não uma meta ou recomendação.
Patrimônio, cotas e relação preço/valor patrimonial
O patrimônio líquido do ARRI11 registrado na base é de aproximadamente R$ 174,7 milhões, distribuído entre cerca de 20,7 milhões de cotas. Dividindo o patrimônio pelo número de cotas, chega-se ao valor patrimonial por cota, que serve de base para o cálculo do indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial). No caso do fundo, o P/VP aparece em 0,56, o que significa que, na referência registrada, a cota era negociada a cerca de 56% do seu valor patrimonial. Um P/VP abaixo de 1 indica que o preço de mercado está inferior ao valor contábil do patrimônio por cota. Isso pode ocorrer por diversos motivos: percepção de risco da carteira de crédito, baixa liquidez, expectativa de provisões para inadimplência ou simplesmente uma diferença entre o valor de mercado e o valor patrimonial dos ativos. Dados de mercado mostram que fundos de papel costumam negociar mais próximos do valor patrimonial do que os fundos de tijolo, justamente porque seus ativos são títulos financeiros com precificação mais transparente. Um desconto expressivo, como o observado aqui, é uma informação que cabe ao investidor investigar a fundo, comparando com o histórico do próprio fundo e com pares do mesmo segmento. O patrimônio e a quantidade de cotas são dados mais estáveis do que o preço, mas também podem mudar em eventos como novas emissões, amortizações ou recompras.
Histórico e perfil do fundo
O ARRI11 está em funcionamento desde 31 de outubro de 2019, somando cerca de 6,6 anos de operação na data registrada. Esse histórico relativamente consolidado permite que o investidor analise como o fundo atravessou diferentes ciclos econômicos, incluindo períodos de juros baixos e de juros elevados, bem como fases de inflação alta — fatores que afetam diretamente o desempenho de carteiras de recebíveis. O fundo é destinado a investidores em geral, e não se enquadra na categoria de fundo exclusivo, o que significa que suas cotas circulam livremente no mercado. Para quem estuda FIIs de papel, é comum acompanhar alguns elementos ao longo do tempo: a composição da carteira de CRIs, a diversificação por devedor e por setor da operação, o indexador predominante, o nível de inadimplência e as garantias associadas a cada operação de crédito. Esses dados não constam de uma cotação isolada, mas dos relatórios gerenciais periódicos divulgados pela administradora e pela gestora. Observa-se que a análise de um fundo de recebíveis tende a ser mais qualitativa do que a de um fundo de tijolo, justamente porque depende da avaliação do risco de crédito embutido nos títulos. Esta página apresenta um retrato informativo dos números registrados, e não substitui a leitura dos documentos oficiais do fundo nem a avaliação individual de cada investidor sobre adequação ao seu perfil.
Riscos e considerações sobre FIIs de recebíveis
Todo investimento em FIIs envolve riscos, e os fundos de papel possuem características próprias que merecem atenção. O principal deles é o risco de crédito: como a carteira é composta por títulos de dívida, a eventual inadimplência dos devedores das operações de CRI pode reduzir os rendimentos distribuídos ou afetar o patrimônio do fundo. Há também o risco de mercado, ligado à oscilação do preço das cotas no pregão, e o risco de liquidez, especialmente relevante quando o volume de negociação é baixo, como classificado para este fundo. O risco de taxa de juros também é central: títulos indexados à inflação ou ao CDI têm seu valor de mercado e seus rendimentos influenciados pelo movimento das taxas, de modo que mudanças no cenário monetário se refletem no comportamento do fundo. Dados de mercado mostram que FIIs de recebíveis podem apresentar volatilidade nas distribuições mensais, diferentemente da relativa previsibilidade de alguns fundos de aluguel com contratos longos. É comum que analistas observem o nível de provisões, a qualidade das garantias e a concentração da carteira antes de formar uma opinião sobre o ativo. Nenhuma dessas informações constitui orientação sobre comprar ou vender — são apenas dimensões factuais da análise. Cabe ao investidor avaliar como esses riscos se encaixam em seus objetivos, sua tolerância a oscilações e seu horizonte de investimento, idealmente com base nos documentos oficiais do fundo e, quando julgar necessário, com apoio de profissionais habilitados.
Como acompanhar o ARRI11 no Organizesee
No Organizesee, o investidor pode acompanhar de forma organizada os principais dados do ARRI11 e de outros FIIs, reunindo informações de preço, dividend yield, P/VP, patrimônio e liquidez em um único lugar. A plataforma apresenta esses números de maneira informativa, com indicadores normalizados e validados antes da exibição, de modo a evitar leituras distorcidas de campos voláteis. Para um fundo de recebíveis como o ARRI11, faz sentido acompanhar a evolução das distribuições mensais ao longo do tempo, observar se o dividend yield se mantém em patamares consistentes ou se reflete eventos pontuais, e comparar o P/VP com o histórico do próprio fundo e com pares do mesmo segmento de Títulos e Valores Mobiliários. O acompanhamento contínuo ajuda a distinguir dados estruturais — como o setor, o histórico de funcionamento e o tamanho do patrimônio — de métricas que mudam diariamente, como o preço da cota e o volume negociado. Vale reforçar que a função da plataforma é organizar e dar transparência aos dados, permitindo que cada pessoa tome suas próprias decisões com base em informação clara. Nenhuma métrica aqui exibida representa promessa de resultado ou indicação de compra ou venda. O conteúdo é informativo e tem como objetivo apoiar o entendimento do investidor, que permanece como o único responsável por suas escolhas de investimento.
Indicadores explicados
**Dividend Yield (DY).** O dividend yield mede a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, expressa em percentual. Na base do ARRI11, aparece em torno de 21,85%, patamar sinalizado como atípico. Em FIIs de papel, o DY tende a acompanhar o indexador dos CRIs em carteira e pode variar mês a mês. Fórmula: DY = (Rendimentos distribuídos no período / Preço da cota) x 100 Cálculo: Com um DY registrado de 21,85%, o indicador sinaliza distribuições elevadas em relação ao preço de R$ 4,74; por estar marcado como atípico, exige leitura do contexto e da sustentabilidade das distribuições, e não deve ser interpretado isoladamente.
**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** O P/VP compara o preço de mercado da cota com o seu valor patrimonial contábil. Um valor abaixo de 1 indica que a cota é negociada com desconto em relação ao patrimônio por cota; acima de 1, com ágio. No ARRI11, o indicador está em 0,56. Fórmula: P/VP = Preço da cota / Valor patrimonial por cota Cálculo: Com patrimônio líquido de cerca de R$ 174,7 milhões e cerca de 20,7 milhões de cotas, o valor patrimonial por cota fica próximo de R$ 8,43; frente ao preço de R$ 4,74, o P/VP resulta em torno de 0,56, ou seja, a cota negociava a aproximadamente 56% do valor patrimonial.
**Liquidez / Volume negociado.** A liquidez reflete a facilidade de comprar e vender cotas sem afetar o preço, medida pelo volume financeiro negociado. No ARRI11, a liquidez aparece classificada como baixa, com volume registrado de aproximadamente R$ 201 mil. Fundos de menor liquidez tendem a ter spreads maiores e oscilações mais acentuadas. Fórmula: Volume = Soma do valor financeiro das negociações no período Cálculo: Com volume registrado de cerca de R$ 201.141, o fundo é classificado como de baixa liquidez na base; isso significa que ordens de maior porte podem encontrar dificuldade de execução sem impacto no preço, aspecto a ser considerado conforme o horizonte do investidor.
**Valor de mercado (Market Cap).** O valor de mercado representa quanto o fundo vale na bolsa, obtido pela multiplicação do preço da cota pela quantidade total de cotas. No ARRI11, está em torno de R$ 98,2 milhões na referência registrada, abaixo do patrimônio líquido, o que é coerente com o P/VP inferior a 1. Fórmula: Valor de mercado = Preço da cota x Quantidade total de cotas Cálculo: Multiplicando o preço de R$ 4,74 pela quantidade de cerca de 20,7 milhões de cotas, chega-se a um valor de mercado próximo de R$ 98,2 milhões, inferior ao patrimônio líquido de R$ 174,7 milhões, refletindo o desconto patrimonial observado.
Perguntas Frequentes
Qual o preço atual de ARRI11? A cotação mais recente de ARRI11 é de R$ 4,68.
Qual o dividend yield do ARRI11? O dividend yield anualizado de ARRI11 é de 21,79%.
Qual o P/VP de ARRI11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de ARRI11 é 0.56.
ARRI11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de ARRI11 foi de R$ 0,07 por cota.
O que é o ARRI11? O ARRI11 é o código de negociação do fundo Open K Ativos e Recebíveis Imobiliários, um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) do segmento de Títulos e Valores Mobiliários, conhecido como FII de papel. Ele investe em ativos financeiros ligados ao mercado imobiliário, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), em vez de imóveis físicos.
Por que o dividend yield do ARRI11 é classificado como atípico? Na base de dados, o DY do ARRI11 aparece em torno de 21,85% e foi sinalizado como atípico por se distanciar da média histórica de mercado. Um yield muito elevado pode decorrer de distribuições reforçadas, amortização de capital, marcação de ativos indexados à inflação ou cota negociada com desconto. Observa-se que um yield alto isoladamente não indica qualidade e pede análise de contexto e de sustentabilidade das distribuições.
O que significa o P/VP de 0,56 do ARRI11? O P/VP de 0,56 indica que, na referência registrada, a cota era negociada a cerca de 56% do seu valor patrimonial. Um P/VP abaixo de 1 significa preço de mercado inferior ao valor contábil por cota, o que pode refletir percepção de risco de crédito, baixa liquidez ou diferenças de precificação. Cabe ao investidor investigar a origem desse desconto.
Qual a diferença entre um FII de papel e um FII de tijolo? Um FII de tijolo, como o nome sugere, investe em imóveis físicos e depende da ocupação e valorização desses imóveis. Já um FII de papel, como o ARRI11, investe em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu desempenho está ligado às taxas de juros, aos indexadores dos títulos e à capacidade de pagamento dos devedores das operações.
Desde quando o ARRI11 está em funcionamento? Segundo os dados registrados, o fundo entrou em funcionamento em 31 de outubro de 2019, somando cerca de 6,6 anos de operação. É destinado a investidores em geral e não é um fundo exclusivo.
Atualização
Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.
Ativos do mesmo setor
Outros ativos do segmento Títulos e Valores Mobiliários, para comparação:
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.
