KORE11 — KINEA OPORTUNIDADES REAL ESTATE FII
Cotação, indicadores e dados históricos de KORE11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.
- Preço atual
- R$ 66,70
- P/VP
- 0,63
- Dividend Yield (12m)
- 17,62%
Setor
Imóveis
Desempenho recente
No período de 6m, KORE11 apresentou variação de -9,57% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.
Faixa de 52 semanas
Nas últimas 52 semanas, KORE11 oscilou entre R$ 61,25 a R$ 78,49. Média de R$ 70,24 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.
Dividend Yield
DY anual: 17,62%. DY atípico (≥15%) — exige análise individual do fundo; pode refletir rendimento extraordinário ou cota defasada.
P/VP
P/VP: 0.63.
Dados do Fundo
Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 106,17. Patrimônio líquido: R$ 1,0B. Valor de mercado: R$ 642,0M. Cotas emitidas: 9.625.000. Número de cotistas: 30.828. Taxa de administração: 0,64%. Idade do fundo: 2,6 anos. Administrador: INTRAG DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 52.219.978/0001-42. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.
Imóveis e Ocupação
Número de imóveis: 4. Área total: 58.876 m². Vacância física: 0,7%. Inadimplência: 3,0%. Total de ativos do fundo: 4. Vacância e ocupação a partir de informes trimestrais (CVM).
O que é um Fundo Imobiliário (FII)
Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.
Tipos de FII
Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.
Dividend Yield em FIIs
O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.
P/VP e valor patrimonial por cota
O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.
Rendimentos mensais e regra de distribuição
Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.
Liquidez, vacância e riscos típicos
Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.
Dividendos
O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de KORE11 é de 17,62%. O último rendimento registrado foi de R$ 0,60 por cota.
Comparação Setorial
Dados comparativos do segmento Imóveis: P/VP de KORE11 em 0.63 ante mediana do setor de 0.85. Dividend yield de 17,62% ante mediana do setor de 10,98%.
KORE11 é o ticker do Kinea Oportunidades Real Estate FII, fundo imobiliário do setor de imóveis em funcionamento desde dez/2023, voltado a investidores em geral. Na última atualização registrada: cota ~R$ 63,10, patrimônio líquido ~R$ 1,02 bi, ~9,6 mi de cotas (valor patrimonial ~R$ 106/cota), P/VP ~0,59, DY 12m ~17,67% (sinalizado como atípico) e liquidez média. Números de preço e rendimento variam ao longo do tempo; cabe ao investidor avaliar.
O que é o KORE11
KORE11 é o código de negociação (ticker) das cotas do Kinea Oportunidades Real Estate FII, um fundo de investimento imobiliário negociado na bolsa brasileira e classificado no setor de imóveis. Um fundo de investimento imobiliário, ou FII, é um veículo coletivo que reúne recursos de muitos investidores, chamados cotistas, para aplicar em ativos ligados ao mercado imobiliário. Em troca do capital aportado, cada investidor recebe cotas, que são frações do patrimônio do fundo e podem ser compradas e vendidas em bolsa de forma semelhante a uma ação. A administração e a gestão do fundo são responsáveis por selecionar, acompanhar e, quando aplicável, negociar os ativos da carteira, sempre dentro das regras do regulamento e da regulamentação aplicável aos FIIs. O nome do fundo indica seu posicionamento: trata-se de um veículo com foco em oportunidades em real estate, expressão que, no mercado, costuma descrever estratégias que buscam capturar situações específicas do ciclo imobiliário, sejam elas relacionadas a desenvolvimento, reposicionamento de ativos, operações estruturadas ou aquisições em condições consideradas favoráveis pela gestão. O público-alvo registrado é de investidores em geral, o que significa que as cotas podem ser adquiridas por pessoas físicas e jurídicas que tenham acesso ao mercado de bolsa, observados os requisitos da corretora e da legislação. O fundo está em funcionamento desde dezembro de 2023, o que lhe confere um histórico de cerca de dois anos e meio na última atualização registrada — um período ainda relativamente curto quando comparado a fundos mais maduros, e que cabe ao investidor considerar ao avaliar consistência e maturidade da estratégia.
Como funciona um FII de oportunidades em real estate
Os FIIs costumam ser divididos, no mercado, entre fundos de tijolo, que investem diretamente em imóveis físicos como lajes corporativas, galpões logísticos ou shoppings; fundos de papel, que aplicam em títulos de crédito imobiliário como CRIs e LCIs; e fundos híbridos ou de estratégia, que combinam diferentes abordagens. Fundos identificados como de oportunidades em real estate geralmente se posicionam de forma mais flexível, buscando aproveitar momentos específicos do ciclo imobiliário e podendo transitar entre ativos reais, participações e instrumentos de crédito conforme a leitura da gestão. Na prática, o funcionamento de um FII segue um fluxo recorrente: o fundo capta recursos por meio da emissão de cotas, aplica esse capital nos ativos previstos em seu regulamento, gera resultado a partir de aluguéis, juros, ganhos de capital ou outras receitas, e distribui periodicamente a maior parte desse resultado aos cotistas na forma de rendimentos. A legislação brasileira estabelece parâmetros para essa distribuição e prevê condições específicas de tributação dos rendimentos de FIIs para o investidor pessoa física, tema que cabe a cada investidor verificar junto às fontes oficiais e a um profissional habilitado, pois depende de regras que podem mudar ao longo do tempo. O patrimônio líquido do fundo representa o valor contábil de seus ativos descontadas as obrigações, e a quantidade de cotas em circulação define quanto desse patrimônio corresponde a cada cota — o chamado valor patrimonial por cota. A comparação entre esse valor patrimonial e o preço de mercado da cota é um dos pontos centrais na observação de qualquer FII.
Patrimônio, cotas e dimensão do fundo
Na última atualização registrada, o Kinea Oportunidades Real Estate FII apresentava patrimônio líquido em torno de R$ 1,02 bilhão, distribuído entre aproximadamente 9,6 milhões de cotas emitidas. Dividindo o patrimônio líquido pela quantidade de cotas, chega-se a um valor patrimonial por cota da ordem de R$ 106, número que serve de referência contábil para comparação com o preço negociado em bolsa. O valor de mercado total do fundo — o market cap, obtido multiplicando o preço da cota pela quantidade de cotas — situava-se próximo de R$ 607 milhões na mesma referência. A diferença entre o patrimônio líquido contábil e o valor de mercado é justamente o que se reflete no indicador P/VP, abordado mais adiante, e indica que, no momento registrado, o mercado precificava as cotas abaixo do valor patrimonial contábil. É importante observar que patrimônio líquido e valor de mercado medem coisas distintas: o primeiro deriva da avaliação contábil dos ativos do fundo, enquanto o segundo resulta da oferta e demanda no pregão, influenciado por expectativas, condições macroeconômicas, taxa de juros e percepção de risco. Um patrimônio na casa do bilhão coloca o fundo entre veículos de porte relevante no universo de FIIs, ainda que o tamanho, isoladamente, não determine qualidade ou desempenho. A quantidade de cotas e o histórico de emissões também ajudam a entender a trajetória de crescimento do fundo desde o início de suas atividades, e cabe ao investidor avaliar como esses elementos se relacionam com a estratégia descrita no regulamento.
Rendimentos e distribuição de proventos
Uma das características mais observadas nos FIIs é a distribuição periódica de rendimentos aos cotistas, comumente realizada em base mensal. Esses rendimentos têm origem nas receitas geradas pela carteira do fundo, que podem incluir aluguéis de imóveis, juros de títulos de crédito imobiliário, resultados de operações estruturadas e eventuais ganhos com a venda de ativos. Na última atualização registrada, o KORE11 havia distribuído um provento mais recente de cerca de R$ 0,60 por cota, com data associada ao início de abril de 2026, indicando distribuição recente. O dividend yield acumulado nos últimos doze meses estava registrado em torno de 17,67%, enquanto o indicador anualizado registrado apontava cerca de 19,66%. Vale destacar que esse patamar de dividend yield foi sinalizado como atípico na base de dados, o que merece atenção: rendimentos muito acima da média do mercado podem refletir distribuições não recorrentes, ganhos de capital pontuais, ajustes contábeis ou particularidades da estratégia do fundo, e não necessariamente representam um nível sustentável de distribuição ao longo do tempo. Por isso, é comum no mercado examinar a composição dos rendimentos ao longo de vários meses, separando o que é receita recorrente do que é eventual, antes de formar qualquer conclusão sobre a capacidade de geração de renda do fundo. A regularidade, a origem e a previsibilidade dos proventos são aspectos que cabe ao investidor avaliar individualmente, sempre consultando os relatórios gerenciais e informes divulgados pela gestão.
Indicadores observados na análise de FIIs
Na observação de fundos imobiliários, alguns indicadores aparecem com frequência e ajudam a contextualizar o fundo dentro do mercado. O dividend yield, ou DY, relaciona os rendimentos distribuídos ao preço da cota e expressa, em termos percentuais, o retorno em proventos em relação ao valor investido — sem considerar a variação do preço da cota. O P/VP, sigla para preço sobre valor patrimonial, compara o preço de mercado da cota com seu valor patrimonial contábil: valores abaixo de 1,0 indicam que a cota é negociada por menos do que seu patrimônio contábil, enquanto valores acima de 1,0 indicam o contrário. No caso do KORE11, o P/VP registrado era de aproximadamente 0,59, ou seja, abaixo de 1,0, o que sinaliza que o mercado precificava a cota com desconto relevante frente ao valor patrimonial na referência registrada — situação que pode decorrer de diversos fatores e cuja interpretação cabe ao investidor. A liquidez, classificada como média para o fundo, descreve a facilidade de comprar e vender as cotas sem grande impacto no preço, sendo estimada a partir do volume financeiro negociado. O patrimônio líquido e a quantidade de cotas, já apresentados, completam o conjunto. Nenhum indicador, isoladamente, descreve a totalidade de um fundo: eles são referências que ganham significado quando observados em conjunto, ao longo do tempo e em comparação com pares do mesmo segmento. Dados de mercado mostram que combinações de DY elevado com P/VP baixo costumam atrair atenção, mas também exigem investigação adicional sobre a sustentabilidade dos números.
Preço, volume e contexto de negociação
As cotas do KORE11 são negociadas em bolsa ao longo do pregão, e seu preço varia conforme a oferta e a demanda. Na última atualização registrada, a cota era negociada em torno de R$ 63,10, com uma variação no dia de aproximadamente -1,42%, equivalente a cerca de R$ 0,91 de queda no período. O volume financeiro negociado registrado era da ordem de R$ 2,37 milhões, compatível com a classificação de liquidez média atribuída ao fundo. É fundamental tratar esses números como fotografias de um instante: preço, variação diária e volume mudam constantemente e não devem ser entendidos como valores permanentes. Comparar o preço de mercado com o valor patrimonial por cota, da ordem de R$ 106 conforme calculado a partir dos dados de patrimônio e quantidade de cotas, ajuda a contextualizar o P/VP de aproximadamente 0,59 mencionado anteriormente. A liquidez é um fator relevante porque influencia a capacidade de entrar e sair de uma posição com menor impacto no preço; fundos com volume mais elevado tendem a apresentar negociação mais fluida, enquanto liquidez reduzida pode resultar em maior diferença entre as ofertas de compra e venda. Observar o comportamento do volume ao longo de períodos mais longos, e não apenas em um único dia, oferece uma visão mais estável sobre o interesse do mercado pelo ativo. Cabe ao investidor avaliar como esses elementos se encaixam em seus próprios objetivos, horizonte e tolerância a oscilações.
Riscos e considerações gerais
Como todo investimento, cotas de FIIs envolvem riscos que cabe ao investidor compreender antes de qualquer decisão. Entre os fatores comumente citados no mercado estão o risco de mercado, ligado à oscilação do preço das cotas em bolsa; o risco de crédito, relevante quando o fundo investe em títulos como CRIs, relacionado à capacidade dos devedores de honrarem suas obrigações; o risco de vacância e de inadimplência, no caso de fundos com imóveis físicos; o risco de liquidez, associado à facilidade de negociar as cotas; e a sensibilidade à taxa de juros, já que movimentos na Selic e nas taxas de longo prazo costumam afetar a precificação de FIIs como classe. Fundos com estratégia de oportunidades podem apresentar maior variabilidade de resultados, pois dependem da execução de teses específicas e do timing de operações, o que pode tornar os rendimentos menos previsíveis de um período para outro. O fato de o dividend yield registrado estar sinalizado como atípico reforça a importância de examinar a recorrência das distribuições. Além disso, por ser um fundo com cerca de dois anos e meio de funcionamento na referência registrada, o histórico disponível ainda é relativamente curto para avaliações de longo prazo. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros, e a decisão de investir ou não em qualquer ativo é individual. É comum que investidores consultem o regulamento, os relatórios gerenciais, os informes mensais e profissionais habilitados antes de formar suas próprias conclusões.
Indicadores explicados
**Dividend Yield (DY).** Mede, em percentual, os rendimentos distribuídos em relação ao preço da cota. No KORE11, o DY acumulado em 12 meses registrado era de cerca de 17,67% e o anualizado registrado de aproximadamente 19,66%, patamar sinalizado como atípico — o que pede atenção à recorrência das distribuições. Fórmula: DY = (rendimentos distribuídos no período / preço da cota) x 100 Cálculo: Com provento recente registrado de R$ 0,60 e cota em torno de R$ 63,10, um único mês equivale a aproximadamente 0,95% (0,60 / 63,10), valor que anualizado de forma simples se aproxima da faixa de DY registrada.
**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** Compara o preço de mercado da cota com seu valor patrimonial contábil. No KORE11, o P/VP registrado era de cerca de 0,59, abaixo de 1,0, indicando que o mercado precificava a cota com desconto frente ao valor patrimonial na referência registrada. Fórmula: P/VP = preço da cota / valor patrimonial por cota Cálculo: Com patrimônio líquido de cerca de R$ 1,02 bilhão e aproximadamente 9,6 milhões de cotas, o valor patrimonial por cota fica em torno de R$ 106; dividindo o preço de R$ 63,10 por R$ 106 chega-se a aproximadamente 0,59.
**Patrimônio Líquido.** Representa o valor contábil dos ativos do fundo descontadas as obrigações. No KORE11, situava-se em torno de R$ 1,02 bilhão na última atualização registrada, posicionando o fundo entre veículos de porte relevante no universo de FIIs. Fórmula: Patrimônio Líquido = ativos do fundo - obrigações do fundo Cálculo: Dividido pelas aproximadamente 9,6 milhões de cotas em circulação, o patrimônio líquido de cerca de R$ 1,02 bilhão resulta em um valor patrimonial por cota da ordem de R$ 106.
**Liquidez.** Descreve a facilidade de comprar e vender as cotas sem grande impacto no preço, estimada a partir do volume financeiro negociado. O KORE11 está classificado com liquidez média, compatível com o volume registrado. Fórmula: Liquidez ~ volume financeiro negociado (quantidade de cotas x preço) por período Cálculo: Na última atualização registrada, o volume financeiro era da ordem de R$ 2,37 milhões, valor coerente com a classificação de liquidez média atribuída ao fundo.
Perguntas Frequentes
Qual o preço atual de KORE11? A cotação mais recente de KORE11 é de R$ 66,70.
Qual o dividend yield do KORE11? O dividend yield anualizado de KORE11 é de 17,62%.
Qual o P/VP de KORE11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de KORE11 é 0.63.
KORE11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de KORE11 foi de R$ 0,60 por cota.
O que significa o ticker KORE11? KORE11 é o código de negociação das cotas do Kinea Oportunidades Real Estate FII, um fundo de investimento imobiliário do setor de imóveis negociado na bolsa brasileira. A terminação 11 é a convenção usada para identificar cotas de fundos imobiliários no pregão.
Que tipo de fundo imobiliário é o KORE11? Trata-se de um FII com foco em oportunidades em real estate, expressão que, no mercado, costuma descrever estratégias mais flexíveis que buscam aproveitar momentos específicos do ciclo imobiliário, podendo transitar entre ativos reais, participações e instrumentos de crédito conforme a leitura da gestão. A estratégia exata é definida no regulamento do fundo.
O que indica o P/VP de aproximadamente 0,59 do KORE11? O P/VP compara o preço de mercado da cota com seu valor patrimonial contábil. Um valor abaixo de 1,0, como o 0,59 registrado, indica que, na última atualização, o mercado precificava a cota abaixo do valor patrimonial contábil. A interpretação desse desconto depende de diversos fatores e cabe ao investidor avaliar.
Por que o dividend yield do KORE11 foi sinalizado como atípico? Um dividend yield muito acima da média pode refletir distribuições não recorrentes, ganhos de capital pontuais ou particularidades da estratégia, e não necessariamente representa um nível sustentável de distribuição. Por isso, é comum examinar a composição dos rendimentos ao longo de vários meses antes de formar conclusões.
Os números de preço e rendimento desta página são definitivos? Não. Métricas como preço, volume, variação diária e distribuições refletem a última atualização registrada e variam continuamente. Fatos mais estáveis, como a natureza do fundo, o setor e a estrutura de um FII, tendem a se manter, mas dados de mercado devem sempre ser verificados em fontes atualizadas.
Atualização
Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.
Ativos do mesmo setor
Outros ativos do segmento Imóveis, para comparação:
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.
