BROF11 — BRPR CORPORATE FII
Cotação, indicadores e dados históricos de BROF11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.
- Preço atual
- R$ 60,93
- P/VP
- 0,55
- Dividend Yield (12m)
- 12,24%
Setor
Imóveis
Desempenho recente
No período de 6m, BROF11 apresentou variação de +7,82% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.
Faixa de 52 semanas
Nas últimas 52 semanas, BROF11 oscilou entre R$ 51,04 a R$ 66,14. Média de R$ 56,55 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.
Dividend Yield
DY anual: 12,24%.
P/VP
P/VP: 0.55.
Dados do Fundo
Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 109,82. Patrimônio líquido: R$ 1,3B. Valor de mercado: R$ 707,4M. Cotas emitidas: 11.610.812. Número de cotistas: 11.096. Taxa de administração: 0,08%. Idade do fundo: 3,6 anos. Administrador: BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S/A DTVM. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 48.978.859/0001-04. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.
Imóveis e Ocupação
Número de imóveis: 1. Área total: 100.000.000 m². Inadimplência: 0,0%. Total de ativos do fundo: 4. Vacância e ocupação a partir de informes trimestrais (CVM).
O que é um Fundo Imobiliário (FII)
Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.
Tipos de FII
Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.
Dividend Yield em FIIs
O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.
P/VP e valor patrimonial por cota
O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.
Rendimentos mensais e regra de distribuição
Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.
Liquidez, vacância e riscos típicos
Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.
Dividendos
O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de BROF11 é de 12,24%. O último rendimento registrado foi de R$ 0,62 por cota.
Comparação Setorial
Dados comparativos do segmento Imóveis: P/VP de BROF11 em 0.55 ante mediana do setor de 0.85. Dividend yield de 12,24% ante mediana do setor de 10,98%.
BROF11 é o BRPR Corporate FII, fundo imobiliário do setor de imóveis com público-alvo de investidores em geral, em funcionamento desde dezembro de 2022. Na última atualização registrada: cota de R$ 54,20, dividend yield informado em torno de 13,68% (rendimento real, regular), P/VP de aproximadamente 0,49, patrimônio líquido próximo de R$ 1,28 bilhão, cerca de 11,6 milhões de cotas e liquidez classificada como baixa. Métricas de preço e volume são voláteis e representam um instante específico. Conteúdo informativo.
O que é o BROF11
BROF11 é o código de negociação (ticker) do BRPR Corporate FII, um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) listado na bolsa brasileira e classificado no setor de imóveis. Um FII é um veículo coletivo que reúne recursos de diversos cotistas para investir em ativos ligados ao mercado imobiliário, como edifícios corporativos, galpões logísticos, shoppings, papéis de crédito imobiliário ou cotas de outros fundos. O nome do fundo remete a imóveis corporativos, segmento tradicionalmente associado a edifícios comerciais de escritórios. Cada investidor participa do resultado do fundo de forma proporcional ao número de cotas que detém. Na última atualização registrada, o BRPR Corporate FII possuía 11.610.812 cotas em circulação e um patrimônio líquido próximo de R$ 1,28 bilhão. O fundo tem como público-alvo investidores em geral, o que significa que suas cotas podem ser negociadas por pessoas físicas e jurídicas no ambiente de bolsa, diferentemente de fundos exclusivos ou restritos. A data de funcionamento registrada é 29 de dezembro de 2022, o que situa o fundo com cerca de 3,5 anos de histórico de operação na referência desta página. Compreender o que o fundo representa é o ponto de partida para interpretar seus indicadores: um FII é, em essência, uma forma de obter exposição ao mercado imobiliário sem a necessidade de adquirir um imóvel diretamente, com a vantagem da liquidez proporcionada pela negociação em bolsa e da distribuição periódica de rendimentos.
Como funciona um fundo imobiliário
Um fundo imobiliário funciona como um condomínio de investidores administrado por uma instituição gestora e uma administradora. Os recursos captados são aplicados em ativos imobiliários conforme a política de investimento descrita no regulamento do fundo. As receitas geradas por esses ativos — aluguéis, juros de papéis de crédito imobiliário, ganhos de capital ou rendimentos de cotas de outros fundos — formam o resultado distribuível. Pela legislação aplicável aos FIIs, há a obrigação de distribuir periodicamente a maior parte do resultado de caixa apurado, o que explica por que muitos cotistas associam esses fundos ao recebimento de proventos recorrentes. No caso de fundos de tijolo, ligados a imóveis físicos como edifícios corporativos, a receita depende da ocupação dos imóveis, dos contratos de locação vigentes e da capacidade de manter inquilinos. Já em fundos de papel, a receita vem de instrumentos de dívida indexados a indicadores como CDI ou inflação. As cotas do BROF11 são negociadas em bolsa, e seu preço de mercado oscila conforme oferta e demanda, podendo se distanciar do valor patrimonial das cotas. Essa diferença entre preço de mercado e valor patrimonial é justamente o que o indicador P/VP procura capturar. É comum que o desempenho de um FII seja avaliado por dois componentes: a distribuição de rendimentos ao longo do tempo e a variação do preço da cota. Observa-se que ambos os componentes estão sujeitos a fatores como taxa de juros, dinâmica do mercado imobiliário e condições específicas dos ativos do fundo. Esta página apresenta esses mecanismos de forma descritiva, para que o leitor compreenda a estrutura antes de analisar números específicos.
Setor e perfil do fundo
O BROF11 está classificado no setor de imóveis. Fundos com esse perfil costumam ter parte relevante de seu valor atrelada a propriedades físicas ou a direitos sobre imóveis, e seu comportamento tende a refletir a dinâmica do mercado imobiliário e do ambiente macroeconômico brasileiro. Imóveis corporativos, em particular, são influenciados por fatores como a demanda por espaços de escritório, taxas de vacância em regiões comerciais, renovação e reajuste de contratos de locação e o nível geral da atividade econômica. Em períodos de juros elevados, é comum que os preços de cotas de FIIs sofram pressão, uma vez que investimentos de renda fixa passam a oferecer remuneração mais competitiva; em ciclos de queda de juros, o movimento tende a ser inverso. O fundo tem como público-alvo investidores em geral e não é classificado como fundo exclusivo, o que indica ampla possibilidade de negociação no mercado secundário. Com data de funcionamento em dezembro de 2022 e cerca de 3,5 anos de histórico registrado, o BROF11 é um fundo relativamente recente quando comparado a veículos imobiliários de décadas de operação. Esse histórico mais curto significa que há menos ciclos completos de mercado observáveis em sua trajetória, o que é uma informação relevante de contexto. Dados de mercado mostram que fundos do setor imobiliário podem apresentar comportamentos bastante distintos entre si, dependendo da qualidade dos ativos, da localização dos imóveis, da estrutura de contratos e da gestão. Por isso, a classificação setorial é um ponto de partida, e não uma conclusão: cabe ao investidor avaliar a composição específica da carteira do fundo e suas características próprias.
Indicadores na última atualização registrada
Na última atualização registrada, o BROF11 apresentava cotação de R$ 54,20, com variação no dia de aproximadamente 0,52%, equivalente a cerca de R$ 0,28 em valor absoluto. O dividend yield informado estava em torno de 13,68%, com a base de cálculo identificada como rendimento real e marcada como válida e de caráter regular na referência consultada. O indicador P/VP, que relaciona o preço de mercado ao valor patrimonial da cota, era de aproximadamente 0,49, o que significa que, no momento da referência, a cota era negociada abaixo de seu valor patrimonial por cota. O patrimônio líquido do fundo estava próximo de R$ 1,28 bilhão, distribuído entre 11.610.812 cotas, e o valor de mercado calculado era de cerca de R$ 629,3 milhões. A liquidez registrada era classificada como baixa, com média de negociação em torno de R$ 157,5 mil. Vale reforçar que métricas como preço, volume e variação diária são naturalmente voláteis e mudam ao longo do tempo; por isso devem ser lidas como retrato de um instante específico — a última atualização registrada — e não como verdades permanentes. Já fatos estruturais, como o setor de atuação, o público-alvo e a data de funcionamento, tendem a ser mais estáveis. Observa-se que indicadores isolados raramente contam a história completa de um fundo: o dividend yield reflete distribuições passadas em relação ao preço atual, o P/VP captura a relação entre preço e patrimônio, e a liquidez indica a facilidade de comprar e vender cotas. Cabe ao investidor avaliar esses números em conjunto e à luz de informações atualizadas em fontes oficiais.
Rendimentos e distribuição
Uma das características centrais dos fundos imobiliários é a distribuição periódica de rendimentos aos cotistas, normalmente em base mensal. No caso do BROF11, o dividend yield informado na última atualização registrada estava em torno de 13,68%, com a fonte identificada como rendimento real e o indicador classificado como regular e não atípico. O dividend yield é uma medida que relaciona os rendimentos distribuídos em determinado período ao preço da cota, expressando em forma percentual quanto foi pago em proventos em relação ao valor investido. É importante compreender que esse percentual é, por construção, uma fotografia do passado projetada sobre o preço presente: ele resume distribuições que já ocorreram e não representa garantia de pagamentos futuros, que dependem do desempenho dos ativos do fundo e das condições de mercado. Na referência consultada, alguns campos específicos de distribuição — como valor do último dividendo e data do último pagamento — não estavam disponíveis, o que reforça a necessidade de consultar fontes oficiais e atualizadas para acompanhar a política de distribuição em detalhe. Dados de mercado mostram que rendimentos de FIIs podem variar de mês a mês conforme o resultado de caixa apurado, a entrada ou saída de inquilinos, reajustes de contratos e eventuais ganhos ou perdas com a negociação de ativos. Historicamente, fundos com yields elevados podem refletir tanto bons resultados de distribuição quanto quedas no preço da cota, e a leitura adequada exige observar o contexto que produziu o número. Esta seção descreve o mecanismo de forma informativa, sem qualquer projeção de retorno futuro.
Patrimônio, cotas e liquidez
O tamanho e a negociabilidade de um fundo imobiliário são informações relevantes para entender sua estrutura. O BROF11 registrava, na última atualização, um patrimônio líquido próximo de R$ 1,28 bilhão, distribuído entre 11.610.812 cotas em circulação. A divisão do patrimônio líquido pelo número de cotas resulta no valor patrimonial por cota, que serve de base para o cálculo do indicador P/VP. O valor de mercado do fundo, obtido pela multiplicação do preço da cota pela quantidade de cotas, era de aproximadamente R$ 629,3 milhões na referência consultada — um valor inferior ao patrimônio líquido, coerente com o P/VP abaixo de 1,0 observado. A liquidez do fundo era classificada como baixa, com média de negociação registrada em torno de R$ 157,5 mil. A liquidez indica a facilidade com que as cotas podem ser compradas ou vendidas no mercado sem grande impacto no preço. Fundos com liquidez mais baixa podem apresentar diferenças maiores entre os preços de compra e venda e exigir mais atenção quanto ao volume negociado, especialmente em ordens de maior porte. Observa-se que a liquidez tende a variar ao longo do tempo, acompanhando o interesse dos investidores e as condições gerais de mercado. O fundo não é classificado como exclusivo e tem público-alvo de investidores em geral, o que amplia a base potencial de participantes no mercado secundário. Essas informações de estrutura — patrimônio, número de cotas e liquidez — ajudam a contextualizar os indicadores de preço e rendimento, e compõem o quadro geral que cabe ao investidor avaliar antes de qualquer decisão individual.
Fatores de atenção e contexto
Como todo ativo de mercado, um fundo imobiliário está sujeito a fatores de atenção que merecem ser compreendidos de forma objetiva. No caso de fundos ligados a imóveis corporativos, a vacância — ou seja, a proporção de espaços não locados — é um elemento relevante, pois afeta diretamente a receita disponível para distribuição. A concentração em poucos imóveis ou inquilinos pode aumentar a sensibilidade do fundo a eventos específicos, como a saída de um locatário importante. O ambiente de juros também exerce influência: taxas elevadas tendem a pressionar os preços das cotas de FIIs, enquanto ciclos de queda costumam favorecê-los, conforme observado historicamente no mercado brasileiro. A liquidez classificada como baixa no BROF11, na referência consultada, é outro ponto de contexto, pois pode dificultar a execução de ordens de maior volume sem afetar o preço. O histórico relativamente curto do fundo, com funcionamento desde o fim de 2022, significa menos ciclos de mercado completos observáveis em sua trajetória. Vale lembrar que o P/VP abaixo de 1,0 — situação em que a cota é negociada por valor inferior ao patrimônio por cota — pode ter múltiplas explicações, desde percepções do mercado sobre os ativos até condições conjunturais, e não constitui, por si só, um sinal definitivo. Esta seção tem caráter estritamente informativo e busca apresentar elementos de contexto. Cabe ao investidor avaliar esses fatores em conjunto com informações atualizadas, documentos oficiais do fundo e seus próprios objetivos, reconhecendo que decisões de investimento são individuais.
Indicadores explicados
**Dividend Yield (DY).** O dividend yield expressa, em percentual, a relação entre os rendimentos distribuídos em um período e o preço da cota. É uma medida que resume distribuições passadas projetadas sobre o preço atual, não representando garantia de proventos futuros. Na referência consultada, o DY informado do BROF11 era classificado como regular e baseado em rendimento real. Fórmula: DY (%) = (Rendimentos distribuídos no período / Preço da cota) x 100 Cálculo: Na última atualização registrada, o dividend yield informado do BROF11 estava em torno de 13,68%, com fonte identificada como rendimento real e indicador marcado como válido e regular.
**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** O P/VP compara o preço de mercado da cota ao seu valor patrimonial. Valores abaixo de 1,0 indicam que a cota é negociada por menos que o patrimônio por cota; acima de 1,0, por mais. É comum analisá-lo em conjunto com outros indicadores, pois isoladamente não conta toda a história do fundo. Fórmula: P/VP = Preço da cota / Valor patrimonial por cota Cálculo: Na referência consultada, o P/VP do BROF11 era de aproximadamente 0,49, indicando que a cota era negociada abaixo de seu valor patrimonial por cota. O patrimônio líquido próximo de R$ 1,28 bilhão dividido por 11.610.812 cotas resulta no valor patrimonial por cota usado como base.
**Valor de Mercado (Market Cap).** O valor de mercado de um FII corresponde ao preço da cota multiplicado pela quantidade total de cotas em circulação. Ele indica quanto o mercado precificava o fundo como um todo no momento da referência e tende a oscilar com o preço da cota. Fórmula: Valor de mercado = Preço da cota x Quantidade de cotas Cálculo: Com preço de R$ 54,20 e 11.610.812 cotas, o valor de mercado registrado do BROF11 era de aproximadamente R$ 629,3 milhões na última atualização registrada — valor inferior ao patrimônio líquido, coerente com o P/VP abaixo de 1,0.
**Liquidez.** A liquidez indica a facilidade de comprar ou vender cotas no mercado sem grande impacto no preço, geralmente medida pelo volume médio negociado. Liquidez mais baixa pode ampliar a diferença entre preços de compra e venda e exigir atenção em ordens de maior porte. Fórmula: Referência de liquidez = volume financeiro médio negociado no período Cálculo: Na referência consultada, a liquidez do BROF11 era classificada como baixa, com média de negociação em torno de R$ 157,5 mil. Esse valor tende a variar conforme o interesse dos investidores e as condições de mercado.
Perguntas Frequentes
Qual o preço atual de BROF11? A cotação mais recente de BROF11 é de R$ 60,93.
Qual o dividend yield do BROF11? O dividend yield anualizado de BROF11 é de 12,24%.
Qual o P/VP de BROF11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de BROF11 é 0.55.
BROF11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de BROF11 foi de R$ 0,62 por cota.
O que é o BROF11? BROF11 é o código de negociação do BRPR Corporate FII, um fundo de investimento imobiliário brasileiro classificado no setor de imóveis. Ele reúne recursos de diversos cotistas para investir em ativos imobiliários e distribui periodicamente os rendimentos obtidos. Na última atualização registrada, possuía patrimônio líquido próximo de R$ 1,28 bilhão e cerca de 11,6 milhões de cotas, com público-alvo de investidores em geral.
Qual é o dividend yield do BROF11? Na última atualização registrada, o dividend yield informado do BROF11 estava em torno de 13,68%, com base de cálculo identificada como rendimento real e classificada como regular. O dividend yield relaciona os rendimentos distribuídos ao preço da cota e representa um retrato do passado, não uma garantia de pagamentos futuros. Cabe ao investidor avaliar o indicador em fontes oficiais e atualizadas.
O que significa o P/VP do BROF11 ser cerca de 0,49? O P/VP relaciona o preço de mercado da cota ao seu valor patrimonial. Um P/VP de aproximadamente 0,49, observado na referência consultada, indica que a cota era negociada abaixo do valor patrimonial por cota naquele momento. Esse indicador pode ter múltiplas explicações e, por si só, não constitui sinal definitivo sobre o fundo; é comum analisá-lo junto a outros dados.
O BROF11 tem boa liquidez? Na última atualização registrada, a liquidez do BROF11 era classificada como baixa, com média de negociação em torno de R$ 157,5 mil. Liquidez baixa pode dificultar a execução de ordens de maior volume sem impacto no preço. A liquidez varia ao longo do tempo conforme o interesse dos investidores e as condições de mercado.
Desde quando o BROF11 está em funcionamento? A data de funcionamento registrada do BRPR Corporate FII é 29 de dezembro de 2022, o que corresponde a cerca de 3,5 anos de histórico na referência desta página. Trata-se de um fundo relativamente recente, com menos ciclos completos de mercado observáveis em sua trajetória quando comparado a fundos imobiliários de décadas de operação.
Atualização
Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.
Ativos do mesmo setor
Outros ativos do segmento Imóveis, para comparação:
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.
