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CPUR11 — CAPITANIA HBC II FII

Cotação, indicadores e dados históricos de CPUR11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.

Preço atual
R$ 10,60
P/VP
1,10
Dividend Yield (12m)
4,88%

Setor

Imóveis

Desempenho recente

No período de 6m, CPUR11 apresentou variação de -1,85% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.

Faixa de 52 semanas

Nas últimas 52 semanas, CPUR11 oscilou entre R$ 9,75 a R$ 11,64. Média de R$ 10,49 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.

Dividend Yield

DY anual: 4,88%.

P/VP

P/VP: 1.10.

Dados do Fundo

Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 9,68. Patrimônio líquido: R$ 656,3M. Valor de mercado: R$ 719,0M. Cotas emitidas: 67.825.745. Número de cotistas: 1.860. Taxa de administração: 1,06%. Idade do fundo: 6,8 anos. Administrador: BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S/A DTVM. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 34.691.520/0001-00. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.

Imóveis e Ocupação

Número de imóveis: 18. Área total: 124.299 m². Vacância física: 0,6%. Inadimplência: 11,1%. Total de ativos do fundo: 58. Vacância e ocupação a partir de informes trimestrais (CVM).

O que é um Fundo Imobiliário (FII)

Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.

Tipos de FII

Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.

Dividend Yield em FIIs

O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.

P/VP e valor patrimonial por cota

O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.

Rendimentos mensais e regra de distribuição

Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.

Liquidez, vacância e riscos típicos

Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.

Dividendos

O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de CPUR11 é de 4,88%. O último rendimento registrado foi de R$ 0,08 por cota.

Comparação Setorial

Dados comparativos do segmento Imóveis: P/VP de CPUR11 em 1.10 ante mediana do setor de 0.85. Dividend yield de 4,88% ante mediana do setor de 10,98%.

CPUR11 — Capitania HBC II FII, fundo imobiliário do setor de imóveis listado na B3 desde set/2019. Última atualização registrada: cota ~R$ 10,15, DY ~5,17%, P/VP ~1,04, patrimônio líquido ~R$ 664 mi, ~67,8 mi de cotas, liquidez baixa. Público-alvo: investidores em geral. Dados de mercado variam; conteúdo informativo.

O que é o CPUR11

O CPUR11 é o código de negociação do Capitania HBC II FII, um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) listado na bolsa de valores brasileira (B3). Um FII é um veículo coletivo que reúne recursos de diversos cotistas para aplicar em ativos ligados ao mercado imobiliário, podendo incluir imóveis físicos, recebíveis, cotas de outros fundos ou uma combinação dessas estratégias. Cada cotista detém cotas, que são frações do patrimônio total do fundo e que, no caso de fundos listados, podem ser compradas e vendidas em bolsa de maneira semelhante a uma ação. O ticker CPUR11 termina em 11, padrão de identificação dos fundos imobiliários na B3. O Capitania HBC II FII está classificado no setor de imóveis e tem como público-alvo investidores em geral, o que significa que, observadas as regras de negociação, qualquer investidor pode adquirir suas cotas no mercado secundário. O fundo entrou em funcionamento em 26 de setembro de 2019, o que lhe confere um histórico de mais de seis anos de operação na última atualização registrada. Diferentemente de fundos exclusivos ou restritos, ele não é um fundo exclusivo, sendo aberto à participação ampla. Compreender o que é o CPUR11 envolve reconhecer que se trata de um instrumento de exposição ao mercado imobiliário por meio de cotas, no qual o resultado para o cotista depende tanto da valorização ou desvalorização das cotas em bolsa quanto dos rendimentos periodicamente distribuídos pelo fundo conforme sua política e resultados.

Setor e mandato de atuação

O CPUR11 está enquadrado no setor de imóveis, categoria ampla que agrupa fundos imobiliários cuja atividade central gira em torno de ativos do mercado de imóveis. Dentro do universo dos FIIs, é comum distinguir, de forma geral, fundos de tijolo, que detêm imóveis físicos como galpões logísticos, lajes corporativas, shoppings ou hospitais, e fundos de papel, que investem em títulos de crédito imobiliário, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Há ainda fundos híbridos e fundos de fundos (FOFs), que combinam diferentes estratégias ou aplicam em cotas de outros FIIs. A administração e gestão de um fundo imobiliário são responsáveis por definir e executar a política de investimentos descrita no regulamento, selecionando os ativos, conduzindo locações ou operações de crédito e buscando gerar resultados que possam ser distribuídos aos cotistas. O nome Capitania, presente na denominação do fundo, remete à casa de gestão associada ao produto, embora os detalhes específicos do mandato, da carteira e da estratégia devam sempre ser confirmados nos documentos oficiais do fundo, como regulamento, relatórios gerenciais e informes periódicos divulgados ao mercado. Para o investidor, entender o setor e o mandato é relevante porque a natureza dos ativos influencia diretamente o perfil de risco, a previsibilidade dos rendimentos e a sensibilidade do fundo a fatores como taxa de juros, ocupação de imóveis e qualidade do crédito. Esta página apresenta o enquadramento setorial de forma factual; a leitura dos materiais oficiais permanece a fonte primária sobre a composição efetiva da carteira.

Patrimônio, cotas e estrutura do fundo

Na última atualização registrada, o Capitania HBC II FII apresentava patrimônio líquido próximo de R$ 664 milhões, distribuído entre aproximadamente 67,8 milhões de cotas emitidas. O patrimônio líquido representa o valor contábil dos ativos do fundo descontadas as obrigações, e é a base usada para calcular o chamado valor patrimonial por cota, obtido pela divisão do patrimônio líquido pela quantidade total de cotas. Esse valor patrimonial serve como referência para comparar o preço de mercado da cota com aquilo que ela representaria em termos contábeis. O valor de mercado do fundo, também chamado de market cap ou capitalização de mercado, estava na casa de R$ 688 milhões na última atualização registrada, refletindo o preço de negociação das cotas multiplicado pela quantidade existente. A proximidade entre o valor de mercado e o patrimônio líquido é, por si só, um indicativo de que as cotas eram negociadas perto do seu valor patrimonial naquele momento. A estrutura de um FII envolve diferentes prestadores de serviço, como administrador, gestor e, em geral, custodiante, cada qual com funções definidas em regulamento. O fundo não é exclusivo e tem público-alvo de investidores em geral, o que reforça seu caráter de produto disponível no mercado secundário. Observa-se que tanto o patrimônio quanto a quantidade de cotas podem variar ao longo do tempo, sobretudo em caso de novas emissões, amortizações ou eventos societários, de modo que esses números devem ser entendidos como um retrato do momento da coleta e não como valores permanentes.

Dividend yield e distribuição de rendimentos

Um dos atributos mais acompanhados em fundos imobiliários é o dividend yield (DY), que expressa, em termos percentuais, a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota. Na última atualização registrada, o CPUR11 apresentava dividend yield em torno de 5,17%, classificado como regular e considerado válido, com origem em rendimento real apurado e sem sinal de atipicidade. Fundos imobiliários têm como característica marcante a distribuição periódica de resultados aos cotistas, frequentemente em base mensal, conforme a legislação e a política do fundo. É importante compreender que o dividend yield é uma medida histórica e variável: ele depende tanto do valor dos rendimentos distribuídos em determinado período quanto do preço da cota no momento do cálculo. Assim, um mesmo fundo pode exibir yields diferentes ao longo do tempo, sem que isso signifique necessariamente melhora ou piora estrutural. Dados de mercado mostram que rendimentos passados não asseguram rendimentos futuros, pois dependem do desempenho dos ativos, da ocupação de imóveis, do comportamento de recebíveis e de decisões de gestão. No caso do CPUR11, os dados registrados indicavam liquidez classificada como baixa e ausência de distribuição recente identificada na coleta, o que reforça a necessidade de consultar os informes oficiais de rendimento do fundo para verificar valores, datas e a regularidade das distribuições. Cabe ao investidor avaliar o dividend yield em conjunto com outros indicadores e com a documentação do fundo, em vez de interpretá-lo isoladamente.

Preço da cota e indicador P/VP

Na última atualização registrada, a cota do CPUR11 era negociada em torno de R$ 10,15. O preço de mercado de um fundo imobiliário é definido pela oferta e demanda em bolsa e oscila ao longo dos pregões, refletindo expectativas dos investidores sobre rendimentos, qualidade dos ativos, cenário de juros e liquidez. Para contextualizar esse preço, utiliza-se o indicador P/VP, que compara o preço de mercado da cota com o seu valor patrimonial. No caso do CPUR11, o P/VP registrado era de aproximadamente 1,04. Um P/VP próximo de 1,00 indica que a cota era negociada em valor muito semelhante ao seu valor patrimonial contábil; valores acima de 1,00 sinalizam que o mercado precificava a cota acima do patrimônio, enquanto valores abaixo de 1,00 indicariam negociação com desconto em relação ao patrimônio. É comum que investidores observem o P/VP como uma referência inicial de quão cara ou barata a cota está em relação ao seu lastro contábil, lembrando que esse indicador não captura sozinho a qualidade dos ativos, a perspectiva de geração de resultados ou eventuais valorizações e desvalorizações futuras dos imóveis e recebíveis. Observa-se que tanto o preço quanto o P/VP são grandezas dinâmicas: o numerador (preço) muda a cada pregão e o denominador (valor patrimonial) é atualizado conforme reavaliações e resultados do fundo. Por isso, esses números devem ser lidos como fotografia do momento da coleta. Cabe ao investidor avaliar o P/VP em conjunto com o histórico do fundo e com seu próprio entendimento de risco.

Liquidez e negociação em bolsa

A liquidez de um fundo imobiliário diz respeito à facilidade de comprar e vender suas cotas no mercado sem provocar grande impacto no preço. Na última atualização registrada, o CPUR11 apresentava liquidez classificada como baixa, com volume e liquidez média na casa de poucos milhares de reais. Fundos com volume reduzido de negociação podem exigir mais atenção quanto à formação de preço, já que ordens de compra ou venda relativamente pequenas têm potencial de mover a cotação, e o intervalo entre o melhor preço de compra e de venda (spread) tende a ser mais largo. É comum que cotistas considerem a liquidez ao planejar entradas e saídas, pois ela influencia o tempo e o custo de execução das ordens. Vale destacar que a liquidez é uma característica que pode variar conforme o interesse do mercado, a divulgação de resultados, eventos de emissão e o cenário macroeconômico. O volume observado em um único levantamento não descreve necessariamente o comportamento médio de longo prazo, e por isso é tratado aqui como referência pontual, não como verdade permanente. A negociação das cotas ocorre por meio de corretoras habilitadas, no horário de pregão da B3, e segue as mesmas regras gerais de mercado aplicáveis aos demais ativos listados. Investidores que acompanham fundos de menor liquidez costumam observar a evolução do volume ao longo de semanas e meses para formar uma visão mais consistente. Cabe ao investidor avaliar como o perfil de liquidez de um fundo se relaciona com seus próprios objetivos.

Histórico e maturidade do fundo

O Capitania HBC II FII entrou em funcionamento em 26 de setembro de 2019, o que lhe conferia, na última atualização registrada, pouco mais de seis anos e meio de operação. A maturidade de um fundo imobiliário é um aspecto observado por parte do mercado, pois fundos com mais tempo de existência possuem um histórico mais extenso de resultados, distribuições e decisões de gestão que podem ser consultados nos relatórios gerenciais. Isso não significa, por si só, garantia de desempenho futuro, mas oferece uma base de informações mais robusta para quem deseja entender como o fundo se comportou ao longo de diferentes ciclos de mercado, incluindo períodos de variação de juros e de condições do setor imobiliário. Ao longo de sua existência, um FII pode passar por eventos relevantes como novas emissões de cotas para captação de recursos, aquisições e vendas de ativos, mudanças em sua política de distribuição e ajustes de gestão. Acompanhar esse histórico nos documentos oficiais ajuda a compreender a trajetória do patrimônio, da quantidade de cotas e dos rendimentos distribuídos. É comum que investidores combinem a análise da maturidade com a observação de indicadores como dividend yield, P/VP e liquidez, formando um quadro mais amplo. Esta página apresenta esses elementos de forma factual e informativa; a documentação oficial do fundo permanece a referência primária sobre fatos, datas e valores. Cabe ao investidor avaliar como o histórico se encaixa em sua própria análise.

Como acompanhar o CPUR11 de forma organizada

Acompanhar um fundo imobiliário como o CPUR11 envolve reunir, de maneira organizada, informações que tendem a mudar com o tempo, como preço da cota, dividend yield, P/VP, volume de negociação e eventuais distribuições de rendimentos. A proposta do Organizesee é justamente oferecer ferramentas informativas que ajudem o investidor a registrar e visualizar dados de seus ativos, comparar indicadores e manter um histórico próprio de acompanhamento, sempre com foco na organização das informações e não na prescrição de decisões. Em uma rotina de acompanhamento, é comum observar a evolução do preço e do P/VP ao longo do tempo, conferir os informes de rendimento divulgados pelo fundo, anotar datas relevantes e verificar como a liquidez se comporta em diferentes períodos. Para fundos classificados com liquidez baixa, observa-se que o acompanhamento contínuo do volume pode ajudar a compreender melhor a dinâmica de negociação. Todos os números apresentados nesta página correspondem à última atualização registrada e servem como ponto de partida informativo; valores atualizados devem ser conferidos junto às fontes oficiais e às plataformas de mercado. O Organizesee organiza dados e cálculos de forma informativa, não substituindo a análise individual, a consulta a profissionais habilitados ou a leitura da documentação oficial do fundo. Cabe ao investidor avaliar as informações disponíveis, considerar seus próprios objetivos e seu perfil de risco e tomar suas decisões de forma autônoma, com base em dados atualizados e verificados.

Indicadores explicados

**Dividend Yield (DY).** Mede, em termos percentuais, a relação entre os rendimentos distribuídos pelo fundo e o preço da cota. Na última atualização registrada, o CPUR11 apresentava DY em torno de 5,17%, classificado como regular. É um indicador histórico e variável, que muda conforme os rendimentos e o preço. Fórmula: DY (%) = (Rendimentos distribuídos no período / Preço da cota) x 100 Cálculo: Com base no rendimento real apurado e no preço de cota próximo de R$ 10,15 na última atualização registrada, o indicador resultou em aproximadamente 5,17%.

**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** Compara o preço de mercado da cota com seu valor patrimonial contábil. Um valor próximo de 1,00 indica negociação perto do patrimônio; acima de 1,00, acima do patrimônio. No CPUR11, o P/VP registrado era de cerca de 1,04. Fórmula: P/VP = Preço da cota / Valor patrimonial por cota Cálculo: Considerando o preço próximo de R$ 10,15 e o valor patrimonial por cota derivado de um patrimônio líquido de cerca de R$ 664 milhões dividido por aproximadamente 67,8 milhões de cotas (cerca de R$ 9,79), o indicador resultou em torno de 1,04.

**Valor Patrimonial por Cota.** Representa o valor contábil que cada cota corresponderia no patrimônio do fundo. É a base usada para o cálculo do P/VP e ajuda a contextualizar o preço de mercado em relação ao lastro do fundo. Fórmula: Valor patrimonial por cota = Patrimônio líquido / Quantidade total de cotas Cálculo: Com patrimônio líquido de aproximadamente R$ 664.047.962,52 e cerca de 67.825.745 cotas, o valor patrimonial por cota ficava em torno de R$ 9,79 na última atualização registrada.

**Liquidez (Volume médio).** Indica a facilidade de comprar e vender cotas sem grande impacto no preço, medida pelo volume negociado. No CPUR11, a liquidez foi classificada como baixa, com volume na casa de poucos milhares de reais na última atualização registrada. Fórmula: Liquidez média = Volume financeiro negociado por período (referência de volume médio diário) Cálculo: O volume e a liquidez média registrados ficaram em torno de R$ 4.096,90, valor que levou à classificação de liquidez baixa para o fundo na coleta.

Perguntas Frequentes

Qual o preço atual de CPUR11? A cotação mais recente de CPUR11 é de R$ 10,60.

Qual o dividend yield do CPUR11? O dividend yield anualizado de CPUR11 é de 4,88%.

Qual o P/VP de CPUR11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de CPUR11 é 1.10.

CPUR11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de CPUR11 foi de R$ 0,08 por cota.

O que é o CPUR11? O CPUR11 é o código de negociação do Capitania HBC II FII, um Fundo de Investimento Imobiliário listado na B3 e classificado no setor de imóveis. Ele reúne recursos de cotistas para investir em ativos do mercado imobiliário, e suas cotas são negociadas em bolsa. O fundo está em funcionamento desde 26 de setembro de 2019 e tem público-alvo de investidores em geral.

Qual o dividend yield do CPUR11? Na última atualização registrada, o dividend yield do CPUR11 estava em torno de 5,17%, classificado como regular e considerado válido, com base em rendimento real apurado. O dividend yield é uma medida histórica e variável, que depende dos rendimentos distribuídos e do preço da cota em cada momento, e rendimentos passados não asseguram rendimentos futuros. Cabe ao investidor consultar os informes oficiais para valores atualizados.

O que significa o P/VP em torno de 1,04 do CPUR11? O P/VP compara o preço de mercado da cota com o seu valor patrimonial. Um P/VP de aproximadamente 1,04 indica que, na última atualização registrada, a cota era negociada um pouco acima do seu valor patrimonial contábil. Valores acima de 1,00 sinalizam negociação acima do patrimônio e abaixo de 1,00 indicariam desconto. É um indicador dinâmico e deve ser avaliado em conjunto com outros dados.

O CPUR11 tem boa liquidez? Na última atualização registrada, o CPUR11 apresentava liquidez classificada como baixa, com volume na casa de poucos milhares de reais. Fundos de menor liquidez podem ter spread mais largo e maior sensibilidade do preço a ordens individuais. A liquidez varia ao longo do tempo, e é comum que investidores acompanhem a evolução do volume em diferentes períodos. Cabe ao investidor avaliar como esse perfil se relaciona com seus objetivos.

Quem pode investir no CPUR11? O Capitania HBC II FII tem público-alvo de investidores em geral e não é um fundo exclusivo, de modo que, observadas as regras de negociação em bolsa, suas cotas podem ser adquiridas por investidores no mercado secundário por meio de corretoras habilitadas. As condições, riscos e características completas devem ser consultadas no regulamento e nos documentos oficiais do fundo.

Atualização

Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.

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Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.