Organizesee

BPML11 — BTGP SHOPPINGS FII

Cotação, indicadores e dados históricos de BPML11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.

Preço atual
R$ 85,54
P/VP
0,69
Dividend Yield (12m)
15,00%

Setor

Imóveis

Desempenho recente

No período de 6m, BPML11 apresentou variação de -5,48% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.

Faixa de 52 semanas

Nas últimas 52 semanas, BPML11 oscilou entre R$ 76,60 a R$ 100,00. Média de R$ 85,67 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.

Dividend Yield

DY anual: 15,00%. DY atípico (≥15%) — exige análise individual do fundo; pode refletir rendimento extraordinário ou cota defasada.

P/VP

P/VP: 0.69.

Dados do Fundo

Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 123,88. Patrimônio líquido: R$ 921,9M. Valor de mercado: R$ 636,6M. Cotas emitidas: 7.441.745. Número de cotistas: 6.242. Taxa de administração: 0,08%. Idade do fundo: 7,0 anos. Administrador: BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S/A DTVM. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 33.046.142/0001-49. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.

Imóveis e Ocupação

Número de imóveis: 4. Área total: 91.495 m². Vacância física: 8,2%. Inadimplência: 1,9%. Total de ativos do fundo: 23. Vacância e ocupação a partir de informes trimestrais (CVM).

O que é um Fundo Imobiliário (FII)

Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.

Tipos de FII

Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.

Dividend Yield em FIIs

O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.

P/VP e valor patrimonial por cota

O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.

Rendimentos mensais e regra de distribuição

Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.

Liquidez, vacância e riscos típicos

Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.

Dividendos

O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de BPML11 é de 15,00%. O último rendimento registrado foi de R$ 1,07 por cota.

Comparação Setorial

Dados comparativos do segmento Imóveis: P/VP de BPML11 em 0.69 ante mediana do setor de 0.85. Dividend yield de 15,00% ante mediana do setor de 10,98%.

BPML11 — BTGP Shoppings FII, do setor de Imóveis (shopping centers), em funcionamento desde 2019. Na última atualização registrada: cota a R$ 87,01, DY de 14,76% (elevado), P/VP de 0,70 (desconto sobre o patrimônio), patrimônio líquido de ~R$ 925 mi e liquidez classificada como baixa. Conteúdo informativo.

O que é o BPML11

O BPML11 é o código de negociação do BTGP Shoppings FII, um fundo de investimento imobiliário (FII) listado na bolsa brasileira. Fundos imobiliários são veículos coletivos de investimento que reúnem recursos de diversos cotistas para aplicar em ativos do mercado imobiliário, distribuindo periodicamente aos investidores parte dos resultados gerados. No caso do BPML11, o foco está no segmento de shopping centers, o que o classifica como um FII de 'tijolo' — categoria em que o fundo detém participação em imóveis físicos geradores de renda, em contraste com os FIIs de 'papel', que investem em títulos de crédito imobiliário. Segundo os dados de referência, o fundo está enquadrado no setor de Imóveis e tem como público-alvo 'investidores em geral', o que significa que suas cotas podem ser adquiridas por qualquer investidor com conta em corretora, sem restrição a perfis qualificados ou profissionais. O fundo entrou em funcionamento em 26 de julho de 2019, acumulando, na última atualização registrada, aproximadamente 6,9 anos de histórico operacional. A cota é negociada de forma fracionada e individual, e o investidor que adquire BPML11 passa a deter uma fração proporcional do patrimônio do fundo, fazendo jus aos rendimentos distribuídos. Historicamente, FIIs de shoppings têm seu desempenho associado ao fluxo de visitantes, à taxa de ocupação das lojas e ao volume de vendas dos lojistas, fatores que influenciam as receitas de aluguel e, por consequência, os rendimentos repassados aos cotistas. Cabe ao investidor avaliar como esse perfil de ativo se enquadra em seus objetivos.

Como funciona o fundo e a distribuição de rendimentos

O funcionamento de um FII de shoppings como o BPML11 baseia-se na geração de receita a partir dos empreendimentos que compõem sua carteira. Os shopping centers geram receitas principalmente por meio de contratos de locação com lojistas, que podem incluir um componente fixo de aluguel e, em muitos casos, um componente variável atrelado ao faturamento das lojas. Além do aluguel, é comum haver receitas acessórias, como estacionamento, mídia, eventos e cessão de espaços comerciais. Desse total de receitas, descontam-se as despesas operacionais do fundo — taxa de administração, taxa de gestão, custos de manutenção dos imóveis, despesas condominiais e outros encargos. O resultado líquido apurado é então distribuído aos cotistas, normalmente em base mensal, conforme a política de distribuição do fundo. A legislação brasileira de FIIs prevê regras específicas sobre a obrigatoriedade de distribuição de parte expressiva dos resultados, o que torna os rendimentos periódicos uma característica estrutural dessa classe de ativo. No caso do BPML11, os dados de referência indicam que a fonte de rendimento considerada é o rendimento real distribuído, e o fundo é estruturado para repassar aos cotistas a renda gerada por seus ativos imobiliários. É comum que o valor distribuído por cota varie de período para período, acompanhando a sazonalidade do varejo — datas como fim de ano, por exemplo, tendem a concentrar maior movimento em shoppings. Observa-se que o preço da cota em bolsa flutua diariamente conforme a oferta e a demanda dos investidores, podendo divergir do valor patrimonial por cota; essa diferença é justamente o que o indicador P/VP busca capturar, conforme detalhado adiante neste material.

O setor de shopping centers e o perfil do ativo

O BPML11 está inserido no segmento de shopping centers, um dos mais tradicionais entre os fundos imobiliários de tijolo no Brasil. Esse segmento possui características próprias que o diferenciam de outros tipos de FII, como os de lajes corporativas, galpões logísticos ou agências bancárias. Shopping centers concentram um grande número de lojistas em um único empreendimento, o que tende a diluir o risco de inadimplência entre múltiplos inquilinos, em contraste com imóveis de inquilino único. Por outro lado, o desempenho desse tipo de ativo está fortemente ligado ao comportamento do varejo e ao consumo das famílias, variáveis sensíveis ao ciclo econômico, ao nível de emprego e às condições de crédito. Historicamente, períodos de retração econômica ou de mudança nos hábitos de consumo — como o avanço do comércio eletrônico — afetam o fluxo de visitantes e, por consequência, as vendas dos lojistas e a capacidade de reajuste dos aluguéis. Em contrapartida, shoppings consolidados em regiões de alta densidade populacional costumam apresentar maior resiliência e taxas de ocupação mais estáveis ao longo do tempo. Dados de mercado mostram que indicadores como vendas por metro quadrado, taxa de ocupação e custo de ocupação dos lojistas são acompanhados de perto por analistas do segmento. O BPML11, gerido no âmbito do grupo BTG, posiciona-se nesse universo de fundos de shoppings, e seu desempenho ao longo do tempo tende a refletir a qualidade e a localização dos empreendimentos de sua carteira, bem como a gestão dos contratos de locação. Cabe ao investidor avaliar a aderência desse perfil setorial a seus próprios objetivos e à sua tolerância a oscilações ligadas ao ciclo do consumo.

Indicadores na última atualização registrada

Os dados de referência do BPML11 trazem um conjunto de indicadores que ajudam a caracterizar o fundo. Na última atualização registrada, a cota era negociada a R$ 87,01, com variação de -1,01% no dia (queda absoluta de R$ 0,89). O dividend yield indicado era de 14,76%, classificado como elevado na faixa de comparação utilizada, e considerado válido com base no rendimento real distribuído. O P/VP — relação entre o preço de mercado e o valor patrimonial por cota — estava em 0,70, o que indica que, na data de referência, a cota era negociada com desconto em relação ao valor patrimonial registrado. O patrimônio líquido do fundo era de aproximadamente R$ 925,07 milhões, distribuído entre cerca de 7.441.745 cotas, resultando em um valor de mercado (market cap) próximo de R$ 647,51 milhões. A liquidez do ativo era classificada como baixa, com volume e liquidez média diária na faixa de R$ 944,9 mil. É importante destacar que métricas como preço, volume e variação diária são naturalmente voláteis e refletem apenas o momento da última atualização registrada, não devendo ser interpretadas como valores permanentes. Indicadores estruturais, como o setor de atuação, o público-alvo e a data de funcionamento, tendem a ser mais estáveis ao longo do tempo. A leitura conjunta desses indicadores oferece um retrato informativo do fundo; o significado detalhado de cada um é apresentado na seção de indicadores explicados deste material.

Patrimônio, número de cotas e liquidez

O tamanho de um fundo imobiliário é um dos elementos que influenciam sua dinâmica de negociação. O BPML11 possui patrimônio líquido em torno de R$ 925 milhões, segundo os dados de referência, montante que representa o valor contábil dos ativos do fundo deduzidas suas obrigações. Esse patrimônio está fracionado em aproximadamente 7,44 milhões de cotas, de modo que cada cota corresponde a uma parcela proporcional do total. A divisão do patrimônio líquido pelo número de cotas resulta no valor patrimonial por cota, métrica utilizada como referência no cálculo do P/VP. Quando o preço de mercado fica abaixo desse valor patrimonial — como sugere o P/VP de 0,70 na última atualização registrada — diz-se que a cota negocia com desconto; quando fica acima, negocia com ágio. Já a liquidez diz respeito à facilidade de comprar ou vender cotas sem provocar grande impacto no preço. No BPML11, a liquidez era classificada como baixa, com volume médio diário na faixa de R$ 944,9 mil. Observa-se que fundos com menor liquidez podem apresentar maior diferença entre os preços de compra e de venda (spread) e exigir mais atenção do investidor no momento de executar ordens, especialmente para volumes mais expressivos. Por outro lado, a liquidez de um FII pode variar ao longo do tempo conforme o interesse dos investidores e o número de cotistas. O market cap, ou valor de mercado, de cerca de R$ 647,51 milhões reflete a multiplicação do número de cotas pelo preço de negociação na data de referência e difere do patrimônio líquido justamente por incorporar a percepção do mercado, capturada no P/VP. Cabe ao investidor avaliar como essas características de tamanho e liquidez se relacionam com seu horizonte e sua estratégia.

Histórico, gestão e contexto do fundo

O BTGP Shoppings FII iniciou seu funcionamento em 26 de julho de 2019, acumulando cerca de 6,9 anos de operação até a última atualização registrada. Esse histórico permite que o fundo já tenha atravessado diferentes contextos do varejo brasileiro, incluindo períodos de maior e menor movimento nos shoppings. A gestão associada à plataforma do BTG insere o fundo no ecossistema de produtos imobiliários do grupo, que atua de forma relevante no mercado de capitais e de fundos no Brasil. O fundo não é classificado como exclusivo, o que significa que suas cotas estão disponíveis ao público em geral e são negociadas no ambiente de bolsa, com formação de preço por oferta e demanda. Para o investidor que acompanha FIIs de shoppings, o histórico de distribuições, a evolução da taxa de ocupação dos empreendimentos e a qualidade dos contratos de locação costumam ser pontos de atenção ao longo do tempo. Vale lembrar que rentabilidade passada não é garantia de resultados futuros e que os rendimentos distribuídos podem variar conforme o desempenho operacional dos shoppings e as condições de mercado. As informações apresentadas aqui têm caráter informativo e descritivo; a análise aprofundada do regulamento do fundo, de seus relatórios gerenciais e das demonstrações financeiras é parte do processo de avaliação que cabe individualmente a cada investidor, eventualmente com o apoio de profissionais habilitados.

Riscos e considerações informativas

Como todo investimento de renda variável, o BPML11 está sujeito a riscos que merecem consideração informativa. O risco de mercado se manifesta na oscilação do preço da cota em bolsa, que pode subir ou cair conforme a percepção dos investidores, as taxas de juros e o cenário econômico geral. Em particular, fundos imobiliários costumam ser sensíveis à trajetória da taxa Selic: ambientes de juros elevados tendem a pressionar os preços das cotas, uma vez que a renda fixa passa a oferecer alternativas mais competitivas, enquanto cenários de queda de juros historicamente favorecem a classe. Há também o risco operacional, ligado à gestão dos shoppings, à manutenção dos imóveis e à capacidade de manter altas taxas de ocupação. O risco de vacância — espaços não alugados — e o risco de inadimplência dos lojistas podem reduzir as receitas e, consequentemente, os rendimentos distribuídos. O segmento de shoppings enfrenta ainda o desafio estrutural da concorrência com o comércio eletrônico, que alterou hábitos de consumo nas últimas décadas. A baixa liquidez registrada no BPML11 é outro fator a observar, pois pode dificultar a execução de ordens de maior porte sem afetar o preço. Por fim, o dividend yield elevado, embora possa parecer atrativo à primeira vista, deve ser interpretado com cautela: ele reflete a relação entre os rendimentos recentes e o preço atual, e um yield muito alto pode decorrer tanto de distribuições consistentes quanto de uma queda acentuada no preço da cota. Dados de mercado mostram que a leitura isolada de um único indicador raramente é suficiente para compreender um ativo. Todas essas considerações têm natureza informativa, e a decisão sobre adquirir, manter ou vender cotas é individual e cabe ao investidor.

Indicadores explicados

**Dividend Yield (DY).** O dividend yield mede a relação entre os rendimentos distribuídos pelo fundo em determinado período e o preço da cota. No BPML11, o DY indicado era de 14,76% na última atualização registrada, classificado como elevado. Um yield alto pode refletir distribuições consistentes ou, alternativamente, uma queda no preço da cota, motivo pelo qual cabe ao investidor avaliar o indicador em conjunto com outros fatores. Fórmula: DY = (Rendimentos distribuídos no período / Preço da cota) x 100 Cálculo: Com base nos dados de referência, o DY do BPML11 foi indicado em 14,76%, derivado do rendimento real distribuído frente ao preço de R$ 87,01 por cota na data de atualização.

**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** O P/VP compara o preço de mercado da cota com o seu valor patrimonial. Um P/VP abaixo de 1,0 indica que a cota negocia com desconto em relação ao patrimônio; acima de 1,0, com ágio. No BPML11, o P/VP era de 0,70, sugerindo negociação abaixo do valor patrimonial na data de referência. Fórmula: P/VP = Preço da cota / Valor patrimonial por cota Cálculo: O valor patrimonial por cota resulta da divisão do patrimônio líquido (R$ 925,07 milhões) por aproximadamente 7.441.745 cotas, gerando cerca de R$ 124,31 por cota; frente ao preço de R$ 87,01, o P/VP fica em torno de 0,70, coerente com o dado de referência.

**Market Cap (Valor de Mercado).** O market cap representa o valor total das cotas do fundo a preço de mercado. Ele difere do patrimônio líquido por incorporar a percepção dos investidores, capturada na diferença entre preço e valor patrimonial. No BPML11, o valor de mercado era de aproximadamente R$ 647,51 milhões na última atualização registrada. Fórmula: Market Cap = Número de cotas x Preço da cota Cálculo: Multiplicando-se as cerca de 7.441.745 cotas pelo preço de R$ 87,01, chega-se a um valor de mercado próximo de R$ 647,51 milhões, conforme os dados de referência.

**Liquidez média diária.** A liquidez média diária indica o volume financeiro tipicamente negociado por dia, sinalizando a facilidade de comprar ou vender cotas sem grande impacto no preço. No BPML11 ela era classificada como baixa, na faixa de R$ 944,9 mil, o que merece atenção do investidor em operações de maior porte. Fórmula: Liquidez média = Volume financeiro negociado / Número de pregões do período Cálculo: Os dados de referência registram liquidez média e volume na ordem de R$ 944.921,81, resultando na classificação de liquidez baixa para o fundo na data de atualização.

Perguntas Frequentes

Qual o preço atual de BPML11? A cotação mais recente de BPML11 é de R$ 85,54.

Qual o dividend yield do BPML11? O dividend yield anualizado de BPML11 é de 15,00%.

Qual o P/VP de BPML11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de BPML11 é 0.69.

BPML11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de BPML11 foi de R$ 1,07 por cota.

O que é o BPML11? O BPML11 é o código de negociação do BTGP Shoppings FII, um fundo de investimento imobiliário brasileiro do setor de Imóveis voltado ao segmento de shopping centers. Em funcionamento desde julho de 2019, distribui aos cotistas rendimentos gerados a partir das receitas dos empreendimentos de sua carteira.

Qual era o dividend yield do BPML11 na última atualização? Na última atualização registrada, o dividend yield indicado do BPML11 era de 14,76%, classificado como elevado e baseado no rendimento real distribuído. Esse indicador é volátil e reflete a relação entre os rendimentos recentes e o preço da cota na data de referência, não devendo ser tomado como valor permanente.

O que significa o P/VP de 0,70 do BPML11? O P/VP de 0,70 indica que, na última atualização registrada, a cota do BPML11 era negociada a 70% do seu valor patrimonial por cota, ou seja, com desconto em relação ao valor patrimonial registrado. É comum que o preço de mercado divirja do valor patrimonial conforme a percepção dos investidores.

Qualquer investidor pode comprar cotas do BPML11? Sim. Segundo os dados de referência, o público-alvo do fundo é 'investidores em geral' e ele não é classificado como exclusivo, o que significa que suas cotas podem ser adquiridas por qualquer investidor com conta em corretora, sem restrição a perfis qualificados ou profissionais.

A liquidez do BPML11 é alta? Não. Na última atualização registrada, a liquidez do BPML11 era classificada como baixa, com volume médio diário na faixa de R$ 944,9 mil. Fundos com menor liquidez podem apresentar maior diferença entre preços de compra e venda e exigir mais atenção do investidor ao executar ordens de maior porte.

Atualização

Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.

Ativos do mesmo setor

Outros ativos do segmento Imóveis, para comparação:

Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.