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GARE11 — FII GUARDIAL LOGISTICA

Cotação, indicadores e dados históricos de GARE11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.

Preço atual
R$ 8,12
P/VP
0,88
Dividend Yield (12m)
11,92%

Setor

Multicategoria

Desempenho recente

No período de 6m, GARE11 apresentou variação de -9,07% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.

Faixa de 52 semanas

Nas últimas 52 semanas, GARE11 oscilou entre R$ 8,07 a R$ 9,24. Média de R$ 8,69 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.

Dividend Yield

DY anual: 11,92%.

P/VP

P/VP: 0.88.

Dados do Fundo

Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 9,27. Patrimônio líquido: R$ 2,7B. Valor de mercado: R$ 2,3B. Cotas emitidas: 289.186.438. Número de cotistas: 522.157. Taxa de administração: 0,81%. Idade do fundo: 2,4 anos. Administrador: .BANCO DAYCOVAL S/A. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 37.295.919/0001-60. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.

Imóveis e Ocupação

Número de imóveis: 3. Área total: 2.010.963 m². Vacância física: 0,0%. Inadimplência: 0,0%. Total de ativos do fundo: 71. Vacância e ocupação a partir de informes trimestrais (CVM).

O que é um Fundo Imobiliário (FII)

Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.

Tipos de FII

Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.

Dividend Yield em FIIs

O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.

P/VP e valor patrimonial por cota

O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.

Rendimentos mensais e regra de distribuição

Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.

Liquidez, vacância e riscos típicos

Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.

Dividendos

O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de GARE11 é de 11,92%. O último rendimento registrado foi de R$ 0,08 por cota.

Comparação Setorial

Dados comparativos do segmento Multicategoria: P/VP de GARE11 em 0.88 ante mediana do setor de 0.82. Dividend yield de 11,92% ante mediana do setor de 11,54%.

GARE11 é o FII Guardian Logística, fundo imobiliário multicategoria. Na última atualização: cota a R$ 8,15, DY ~11,87%, P/VP 0,87, patrimônio líquido ~R$ 2,72 bi e ~289 milhões de cotas. Liquidez média e distribuições mensais recentes. Dados de referência, sujeitos a variação.

O que é o GARE11

GARE11 é o código de negociação (ticker) do FII Guardian Logística, um fundo de investimento imobiliário (FII) listado na bolsa brasileira. Um FII é um veículo coletivo que reúne recursos de diversos investidores para aplicar em ativos do setor imobiliário, sejam imóveis físicos para locação, sejam papéis e títulos ligados a esse mercado. Cada investidor participa do fundo por meio de cotas, e o GARE11 representa justamente uma dessas frações negociáveis em bolsa. Historicamente, os FIIs surgiram como uma forma de o investidor pessoa física acessar o mercado imobiliário sem precisar adquirir um imóvel inteiro, com a vantagem da liquidez proporcionada pela negociação em bolsa e da distribuição periódica de rendimentos. No caso do Guardian Logística, o fundo está classificado no segmento multicategoria, o que indica que sua carteira pode combinar diferentes tipos de ativos e estratégias dentro do universo imobiliário. Na última atualização registrada, o fundo possuía patrimônio líquido de aproximadamente R$ 2,72 bilhões e cerca de 289 milhões de cotas em circulação, sinalizando um veículo de porte relevante dentro do mercado de fundos imobiliários brasileiro. O público-alvo declarado é o de investidores em geral, o que significa que não há restrição a perfis específicos ou exclusividade de captação.

Segmento multicategoria e estrutura do fundo

O GARE11 está enquadrado no segmento multicategoria. Diferentemente de fundos que se concentram em um único tipo de imóvel — como exclusivamente lajes corporativas, galpões logísticos ou shoppings —, um fundo multicategoria tem flexibilidade de mandato para alocar em mais de uma classe de ativos imobiliários. Essa característica, observada em parte dos FIIs do mercado, permite que a gestão ajuste a composição conforme as oportunidades e o cenário, o que pode influenciar tanto a geração de renda quanto a exposição a riscos setoriais específicos. A estrutura de um FII envolve uma gestão responsável pelas decisões de alocação, uma administração responsável pelos aspectos regulatórios e operacionais, e os cotistas, que são os detentores das cotas. Os rendimentos gerados pelos ativos do fundo — como aluguéis de imóveis ou juros de títulos imobiliários — são, após custos e provisões, distribuídos periodicamente aos cotistas. No Brasil, é comum que FIIs distribuam rendimentos com frequência mensal, e os dados do GARE11 indicam distribuições recentes, com o último provento registrado em R$ 0,0833 por cota referente a abril de 2026. O patrimônio líquido de cerca de R$ 2,72 bilhões e o número de cotas próximo de 289 milhões compõem a base sobre a qual se calcula o valor patrimonial por cota, métrica central para entender o indicador P/VP do fundo.

Preço, liquidez e negociação em bolsa

Na última atualização registrada, a cota do GARE11 era negociada a R$ 8,15, com variação diária próxima de 0,12%, ou cerca de R$ 0,01 em valor absoluto. É importante destacar que o preço de uma cota de FII oscila ao longo dos pregões em função de oferta e demanda, expectativas sobre os ativos do fundo, cenário de juros e fluxo de investidores, de modo que esse valor deve ser entendido como referência do momento da leitura, e não como um preço permanente. A liquidez do fundo — ou seja, a facilidade de comprar e vender cotas sem grande impacto no preço — foi classificada como média, com volume financeiro de negociação em torno de R$ 8,70 milhões na referência registrada. A liquidez é um fator relevante porque determina o quão rápido um investidor consegue entrar ou sair de uma posição. Fundos com maior volume diário tendem a apresentar spreads menores entre compra e venda. O market cap (valor de mercado) do GARE11, calculado pela multiplicação do número de cotas pelo preço de mercado, situava-se em aproximadamente R$ 2,36 bilhões. A comparação entre o valor de mercado (cerca de R$ 2,36 bilhões) e o patrimônio líquido (cerca de R$ 2,72 bilhões) é justamente o que dá origem ao indicador P/VP, que neste caso aparecia em 0,87, ou seja, abaixo de 1, indicando que o mercado precificava a cota abaixo de seu valor patrimonial contábil na leitura registrada. Cabe ao investidor avaliar o que essa diferença representa no contexto da estratégia do fundo.

Dividend yield e distribuição de rendimentos

Um dos atrativos historicamente associados aos fundos imobiliários é a distribuição periódica de rendimentos, frequentemente isenta de imposto de renda para o cotista pessoa física quando atendidas as condições legais. O dividend yield (DY) é o indicador que relaciona os rendimentos distribuídos ao preço da cota, expresso em percentual. Para o GARE11, o DY registrado era de aproximadamente 11,87%, com um valor acumulado em doze meses em torno de 8,74%, classificado como regular e dentro de parâmetros considerados típicos para o segmento. O último dividendo registrado foi de R$ 0,0833 por cota, com data de referência em abril de 2026, e os dados indicam distribuições recentes, consistentes com a prática mensal comum entre FIIs brasileiros. É comum que investidores observem o DY como medida de geração de renda corrente, mas observa-se que esse indicador depende diretamente do preço da cota: quando o preço cai, o DY tende a subir mecanicamente, e vice-versa, mesmo sem mudança no valor distribuído. Por isso, o DY isolado não conta toda a história e deve ser analisado em conjunto com a consistência das distribuições, a saúde dos ativos do fundo e a sustentabilidade da renda ao longo do tempo. Dados de mercado mostram que rendimentos passados não asseguram rendimentos futuros, e a distribuição pode variar conforme a ocupação dos imóveis, a inadimplência de inquilinos e o desempenho dos títulos em carteira. Cabe ao investidor avaliar esses fatores.

Principais indicadores: P/VP, patrimônio e cotas

Além do dividend yield, dois indicadores costumam ser observados na análise de um FII como o GARE11: o P/VP e o patrimônio líquido por cota. O P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com o valor patrimonial contábil. Na leitura registrada, o GARE11 apresentava P/VP de 0,87, valor abaixo de 1. Tipicamente, um P/VP abaixo de 1 indica que o mercado está precificando as cotas por um valor inferior ao patrimônio líquido contábil do fundo, enquanto um P/VP acima de 1 indica o contrário. Essa diferença pode refletir expectativas do mercado sobre a evolução dos ativos, riscos percebidos, liquidez ou simplesmente o momento de preço. O patrimônio líquido do fundo era de cerca de R$ 2,72 bilhões, distribuído entre aproximadamente 289 milhões de cotas, o que define o valor patrimonial de referência por cota. Outro dado contextual é a idade do fundo: com início de funcionamento em fevereiro de 2024, o GARE11 tinha cerca de 2,3 anos na referência registrada, sendo, portanto, um fundo relativamente recente, mas já com porte considerável. O fundo não é exclusivo, sendo aberto a investidores em geral. Esses indicadores são bases de cálculo informativas, e não recomendações: servem para que cada investidor forme seu próprio entendimento sobre o veículo.

Como funciona a geração de renda em um FII

A geração de renda de um fundo imobiliário deriva dos ativos que compõem sua carteira. Em fundos chamados de tijolo, a renda vem principalmente do aluguel de imóveis físicos, como galpões logísticos, lajes corporativas, lojas ou centros de distribuição. Em fundos de papel, a renda vem de títulos do setor imobiliário, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que pagam juros. Fundos multicategoria, como o segmento atribuído ao GARE11, podem combinar diferentes fontes de receita conforme a estratégia da gestão. Após receber as receitas e descontar despesas operacionais, taxas de administração e gestão, e eventuais provisões, o fundo distribui o resultado aos cotistas na forma de rendimentos. O número de magic number — um conceito popular entre investidores de FIIs que estima quantas cotas seriam necessárias para que os rendimentos mensais cobrissem o preço de uma nova cota — aparecia em torno de 98 para o GARE11 na referência registrada. Trata-se de uma métrica informativa de planejamento individual, não de orientação. Observa-se que a renda de um FII não é fixa nem garantida: ela depende do desempenho dos ativos, da taxa de ocupação dos imóveis, da pontualidade dos inquilinos e das condições de mercado. Por isso, é comum que investidores acompanhem os relatórios gerenciais mensais divulgados pela gestão para entender a composição e a evolução da carteira ao longo do tempo.

Riscos e considerações sobre fundos imobiliários

Como todo investimento em renda variável, cotas de FIIs como o GARE11 estão sujeitas a oscilações de preço e a riscos específicos do setor imobiliário. Entre os fatores de risco comumente associados aos FIIs estão: o risco de vacância, quando imóveis ficam desocupados e deixam de gerar aluguel; o risco de inadimplência, quando inquilinos atrasam ou deixam de pagar; o risco de mercado, ligado às variações de preço da cota em função do humor dos investidores e do cenário macroeconômico; e o risco de taxa de juros, já que os FIIs costumam ser sensíveis ao patamar da taxa básica de juros da economia. Quando os juros sobem, ativos de renda fixa tornam-se relativamente mais atrativos, o que pode pressionar os preços das cotas de FIIs, e o movimento inverso também ocorre. Fundos relativamente novos, como o GARE11, que iniciou operações em 2024, ainda estão construindo seu histórico de distribuições e de comportamento de preço, o que é um elemento contextual a considerar. Dados de mercado mostram que diversificação entre diferentes fundos e classes de ativos é uma prática observada por parte dos investidores para diluir riscos específicos. Nada disso constitui recomendação: cada decisão de alocação é individual e cabe ao investidor avaliar sua tolerância a risco, horizonte de tempo e objetivos antes de qualquer escolha.

Indicadores explicados

**Dividend Yield (DY).** O dividend yield relaciona os rendimentos distribuídos ao preço da cota, indicando a renda corrente proporcional ao valor investido. Para o GARE11 era de cerca de 11,87% na referência registrada. É comum que o DY suba quando o preço da cota cai, mesmo sem aumento da distribuição. Fórmula: DY (%) = (rendimentos distribuídos no período / preço da cota) x 100 Cálculo: Com base no rendimento e no preço de cota de R$ 8,15 registrados, o DY apurado foi de aproximadamente 11,87%, com acumulado de 8,74% em doze meses.

**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** O P/VP compara o preço de mercado da cota com o valor patrimonial contábil por cota. Valores abaixo de 1 indicam precificação de mercado inferior ao patrimônio contábil; acima de 1, o contrário. O GARE11 apresentava 0,87 na leitura registrada. Fórmula: P/VP = preço de mercado da cota / valor patrimonial por cota Cálculo: Com valor de mercado de cerca de R$ 2,36 bilhões e patrimônio líquido de cerca de R$ 2,72 bilhões, a relação resultou em P/VP de aproximadamente 0,87.

**Valor Patrimonial por Cota.** Mede o patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas em circulação, representando o valor contábil de referência de cada cota. Serve de base para o cálculo do P/VP. Fórmula: Valor patrimonial por cota = patrimônio líquido / quantidade de cotas Cálculo: Com patrimônio líquido de cerca de R$ 2,72 bilhões dividido por aproximadamente 289 milhões de cotas, o valor patrimonial por cota fica em torno de R$ 9,39.

**Magic Number.** Conceito popular entre investidores de FIIs que estima quantas cotas seriam necessárias para que os rendimentos mensais cobrissem o preço de uma nova cota. É uma métrica informativa de planejamento individual, não uma recomendação. Fórmula: Magic Number = preço da cota / rendimento mensal por cota Cálculo: Com preço de R$ 8,15 e o último rendimento registrado de R$ 0,0833 por cota, o magic number apurado situava-se em torno de 98 cotas.

Perguntas Frequentes

Qual o preço atual de GARE11? A cotação mais recente de GARE11 é de R$ 8,12.

Qual o dividend yield do GARE11? O dividend yield anualizado de GARE11 é de 11,92%.

Qual o P/VP de GARE11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de GARE11 é 0.88.

GARE11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de GARE11 foi de R$ 0,08 por cota.

O que é o GARE11? GARE11 é o código de negociação em bolsa do FII Guardian Logística, um fundo de investimento imobiliário brasileiro classificado no segmento multicategoria. Cada cota representa uma fração do patrimônio do fundo, que reúne recursos de investidores para aplicar em ativos do setor imobiliário.

Qual era o dividend yield do GARE11 na última atualização? Na última atualização registrada, o dividend yield do GARE11 era de aproximadamente 11,87%, com acumulado de cerca de 8,74% em doze meses, classificado como regular. O último dividendo registrado foi de R$ 0,0833 por cota. O DY varia conforme o preço da cota e os rendimentos distribuídos, sendo uma referência, não uma garantia futura.

O que significa o P/VP de 0,87 do GARE11? O P/VP compara o preço de mercado da cota com seu valor patrimonial contábil. Um P/VP de 0,87, abaixo de 1, indica que o mercado precificava a cota abaixo do valor patrimonial do fundo na leitura registrada. Esse dado é informativo e cabe ao investidor interpretá-lo no contexto da estratégia do fundo.

O GARE11 distribui rendimentos com que frequência? Os dados registrados indicam distribuições recentes, consistentes com a prática mensal comum entre fundos imobiliários brasileiros. O último provento registrado, de R$ 0,0833 por cota, teve data de referência em abril de 2026. A frequência e o valor das distribuições podem variar conforme o desempenho dos ativos do fundo.

Há quanto tempo o fundo Guardian Logística existe? O fundo iniciou seu funcionamento em fevereiro de 2024, contando com cerca de 2,3 anos na referência registrada. Trata-se, portanto, de um fundo relativamente recente, embora já com porte relevante: patrimônio líquido próximo de R$ 2,72 bilhões e cerca de 289 milhões de cotas.

Atualização

Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.

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Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.