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CCME11 — CANUMA CAPITAL FII

Cotação, indicadores e dados históricos de CCME11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.

Preço atual
R$ 9,04
P/VP
0,85
Dividend Yield (12m)
10,56%

Setor

Multicategoria

Desempenho recente

No período de 6m, CCME11 apresentou variação de -1,74% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.

Faixa de 52 semanas

Nas últimas 52 semanas, CCME11 oscilou entre R$ 8,50 a R$ 9,65. Média de R$ 8,87 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.

Dividend Yield

DY anual: 10,56%.

P/VP

P/VP: 0.85.

Dados do Fundo

Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 10,68. Patrimônio líquido: R$ 723,9M. Valor de mercado: R$ 612,9M. Cotas emitidas: 67.797.053. Número de cotistas: 9.617. Taxa de administração: 1,34%. Idade do fundo: 4,3 anos. Administrador: BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S/A DTVM. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 43.010.844/0001-26. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.

Imóveis e Ocupação

Número de imóveis: 1. Área total: 16.171 m². Vacância física: 22,6%. Inadimplência: 0,7%. Total de ativos do fundo: 58. Vacância e ocupação a partir de informes trimestrais (CVM).

O que é um Fundo Imobiliário (FII)

Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.

Tipos de FII

Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.

Dividend Yield em FIIs

O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.

P/VP e valor patrimonial por cota

O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.

Rendimentos mensais e regra de distribuição

Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.

Liquidez, vacância e riscos típicos

Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.

Dividendos

O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de CCME11 é de 10,56%. O último rendimento registrado foi de R$ 0,08 por cota.

Comparação Setorial

Dados comparativos do segmento Multicategoria: P/VP de CCME11 em 0.85 ante mediana do setor de 0.82. Dividend yield de 10,56% ante mediana do setor de 11,54%.

CCME11 — Canuma Capital FII: fundo imobiliário multicategoria (híbrido), em funcionamento desde abril de 2022, voltado a investidores em geral. Na última atualização registrada: preço de cota aprox. R$ 8,69, dividend yield de 11,04% (regular), P/VP de 0,82 (desconto sobre o patrimônio), patrimônio líquido de aprox. R$ 721,1 milhões, cerca de 67,8 milhões de cotas e liquidez baixa (volume médio aprox. R$ 351 mil). Métricas de preço e volume são voláteis e devem ser conferidas em fontes oficiais.

O que é o CCME11 (Canuma Capital FII)

O CCME11 é o código de negociação (ticker) do Canuma Capital FII, um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) negociado na bolsa de valores brasileira. Um FII é um veículo coletivo que reúne recursos de diversos investidores, chamados cotistas, para aplicação em ativos relacionados ao mercado imobiliário. Esses ativos podem incluir imóveis físicos geradores de renda, títulos de crédito imobiliário, cotas de outros fundos e participações em empreendimentos. O fundo é dividido em cotas, e cada investidor passa a deter uma fração proporcional do patrimônio coletivo. No caso do Canuma Capital FII, o patrimônio líquido registrado na última atualização era de aproximadamente R$ 721,1 milhões, distribuído em cerca de 67,8 milhões de cotas. O fundo entrou em funcionamento em abril de 2022, o que, na data de referência, correspondia a cerca de 4,2 anos de histórico de operação. Seu público-alvo declarado é o de investidores em geral, característica que diferencia fundos abertos ao mercado de varejo daqueles restritos a investidores qualificados ou exclusivos. O Canuma Capital FII não é um fundo exclusivo, ou seja, suas cotas circulam livremente entre participantes do mercado por meio do home broker. A estrutura de um FII permite que pessoas físicas tenham exposição ao setor imobiliário sem a necessidade de adquirir e administrar imóveis diretamente, com a liquidez característica de um ativo listado em bolsa. Historicamente, esse formato tornou-se uma das formas mais difundidas de acesso ao mercado imobiliário no Brasil.

Segmento multicategoria e o que ele representa

O Canuma Capital FII está classificado no segmento multicategoria, também conhecido no mercado como fundo híbrido. Diferentemente de fundos especializados, que concentram a alocação em um único tipo de ativo — como lajes corporativas, galpões logísticos, shopping centers ou exclusivamente títulos de crédito imobiliário —, um fundo multicategoria tem mandato para combinar diferentes classes de ativos imobiliários em sua carteira. Na prática, isso significa que o fundo pode manter simultaneamente posições em tijolo (imóveis físicos) e em papel (recebíveis e títulos de crédito imobiliário, como CRIs), além de eventualmente alocar em cotas de outros FIIs. Observa-se que a proposta de um fundo multicategoria costuma estar associada à busca por flexibilidade de alocação, permitindo que a gestão ajuste a composição da carteira conforme as condições de cada subsegmento do mercado imobiliário. Essa característica tem implicações para a leitura dos indicadores: como a carteira não é homogênea, a comparação direta com fundos de uma única categoria exige atenção, já que os fatores que influenciam a renda e o valor patrimonial podem ser mais diversos. É comum que fundos híbridos sejam analisados observando tanto a parcela de renda recorrente — tipicamente associada a aluguéis e juros de títulos — quanto a parcela patrimonial, ligada à valorização ou desvalorização dos ativos detidos. Para o investidor, entender a natureza multicategoria é um passo relevante antes de interpretar os números do fundo, pois define o contexto em que indicadores como dividend yield e P/VP se inserem.

Estrutura, patrimônio e cotas

A estrutura patrimonial do Canuma Capital FII é um dos elementos mais estáveis para análise, já que reflete o tamanho e a composição do fundo. Na última atualização registrada, o patrimônio líquido do fundo era de aproximadamente R$ 721,1 milhões. Esse valor representa o total dos ativos do fundo descontadas as obrigações, e serve como base para o cálculo do valor patrimonial por cota. Dividindo o patrimônio líquido pela quantidade de cotas — cerca de 67,8 milhões — chega-se a um valor patrimonial por cota próximo de R$ 10,64. O valor de mercado total do fundo (market cap), calculado pelo preço de cota multiplicado pelo número de cotas, era de aproximadamente R$ 589,2 milhões na data de referência. A diferença entre o valor patrimonial e o valor de mercado é justamente o que dá origem ao indicador P/VP, detalhado mais adiante. A quantidade de cotas em circulação é um dado importante porque influencia diretamente a liquidez e a representatividade de cada cotista no fundo. Quanto maior o número de cotas pulverizado entre investidores, maior tende a ser a base de negociação. O fundo iniciou suas operações em 13 de abril de 2022, acumulando aproximadamente 4,2 anos de histórico até a data de referência. Esse tempo de funcionamento é relevante porque fundos com mais histórico oferecem uma série mais longa de distribuições e resultados para análise, embora histórico passado não determine comportamento futuro. Para fundos relativamente jovens, é comum que o mercado ainda esteja avaliando a consistência da política de alocação e de distribuição da gestão.

Dividend yield e distribuição de rendimentos

Um dos atributos centrais de qualquer FII é a distribuição periódica de rendimentos aos cotistas. No Brasil, fundos imobiliários têm a obrigação legal de distribuir a maior parte do resultado caixa apurado em determinado período, característica que historicamente atraiu investidores que buscam fluxo de renda. O dividend yield (DY) é o indicador que relaciona os rendimentos distribuídos ao preço da cota, expressando em termos percentuais quanto o fundo distribuiu em relação ao seu valor de negociação. Na última atualização registrada, o CCME11 apresentava um dividend yield de 11,04%, calculado a partir do rendimento real apurado, segundo a fonte de dados. Esse percentual estava classificado como regular e válido, sem sinalização de comportamento atípico — ou seja, dentro de uma faixa considerada consistente para o tipo de fundo. É importante observar que o dividend yield é uma métrica sensível ao preço da cota: quando o preço cai e a distribuição se mantém, o yield calculado sobe; quando o preço sobe, o yield tende a recuar. Por isso, o número isolado não revela se um rendimento elevado decorre de boa geração de caixa ou de uma desvalorização da cota. Dados de mercado mostram que a comparação do DY entre fundos exige cuidado, sobretudo no caso de fundos multicategoria, em que a renda pode vir de fontes distintas — aluguéis, juros de títulos e ganhos eventuais. Cabe ao investidor avaliar a recorrência e a sustentabilidade dos rendimentos, e não apenas o percentual pontual. Na data de referência, o fundo não registrava distribuição recente sinalizada nem valor de último dividendo informado, o que reforça a importância de consultar o histórico completo de proventos em fontes oficiais.

P/VP: relação entre preço e valor patrimonial

O P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) é um dos indicadores mais utilizados na análise de fundos imobiliários. Ele compara o preço de mercado da cota com o seu valor patrimonial, indicando se o fundo está sendo negociado acima, abaixo ou em linha com o valor contábil de seu patrimônio. Um P/VP igual a 1,0 indica que o preço de mercado coincide com o valor patrimonial por cota. Valores abaixo de 1,0 significam que a cota é negociada por menos do que o patrimônio contábil sugere, e valores acima de 1,0 indicam o oposto. Na última atualização registrada, o CCME11 apresentava P/VP de 0,82, o que significa que a cota era negociada a aproximadamente 82% do seu valor patrimonial. Em outras palavras, o mercado precificava cada cota abaixo do valor contábil correspondente. Observa-se que um P/VP abaixo de 1,0 pode ter múltiplas interpretações: pode refletir percepção de risco do mercado, expectativas sobre a geração de renda futura, condições de liquidez ou simplesmente o momento de precificação do segmento. É comum que fundos de segmentos com maior incerteza ou menor liquidez negociem com desconto sobre o valor patrimonial. No entanto, o P/VP isolado não determina se um fundo é caro ou barato — ele é uma referência de partida que precisa ser combinada com a análise da qualidade dos ativos, da consistência da renda e do histórico de gestão. Para fundos multicategoria como o Canuma Capital FII, a leitura do P/VP deve considerar que o valor patrimonial agrega ativos de naturezas distintas, cada um com sua própria dinâmica de avaliação.

Liquidez e volume de negociação

A liquidez é um aspecto prático relevante para quem analisa um fundo imobiliário, pois determina a facilidade de comprar ou vender cotas sem grande impacto no preço. Na última atualização registrada, o CCME11 apresentava liquidez classificada como baixa, com volume médio de negociação em torno de R$ 351 mil. Volumes médios diários mais baixos significam que o número de negócios fechados ao longo do pregão é menor, o que pode dificultar a execução de ordens de maior porte sem alterar a cotação. Para o investidor, isso tem implicações concretas: em fundos de menor liquidez, a diferença entre o preço de compra e o de venda (spread) pode ser maior, e ordens grandes podem demorar a ser totalmente executadas. É comum que fundos com patrimônio relevante, mas com cotas menos pulverizadas ou pertencentes a segmentos de nicho, apresentem essa característica. O volume de negociação é uma métrica volátil, que varia significativamente de um dia para outro conforme o interesse do mercado, divulgação de resultados e condições gerais de liquidez da bolsa. Por isso, o número registrado representa um retrato de um momento específico e não deve ser interpretado como constante. Dados de mercado mostram que a liquidez tende a influenciar tanto a formação de preço quanto a percepção de risco associada a um fundo. Cabe ao investidor avaliar se o nível de liquidez observado é compatível com o horizonte e o tamanho da posição que pretende manter, considerando que a baixa liquidez é um fator de atenção amplamente discutido na análise de FIIs.

Preço da cota e variação recente

O preço da cota de um FII é determinado continuamente pela oferta e demanda no mercado secundário, ao longo de cada pregão. Na última atualização registrada, o CCME11 era negociado a aproximadamente R$ 8,69, com variação de cerca de 0,12% no dia, equivalente a uma oscilação de R$ 0,01 por cota. Esses números representam um instante específico e estão entre as métricas mais voláteis associadas ao fundo: o preço pode mudar a cada negócio fechado, e a variação diária reflete apenas o comportamento de um único pregão. Por isso, é prudente tratar o preço e a variação como referências momentâneas, sempre sujeitas a conferência em fontes atualizadas. A diferença entre o preço de mercado (cerca de R$ 8,69) e o valor patrimonial por cota (próximo de R$ 10,64) é o que dá origem ao P/VP de 0,82 discutido anteriormente. Observa-se que, em fundos imobiliários, o preço da cota costuma reagir tanto a fatores específicos do fundo — como anúncios de distribuição, aquisições, vacância ou desempenho dos ativos — quanto a fatores macroeconômicos, com destaque para a taxa de juros. Historicamente, movimentos na taxa básica de juros tendem a afetar a precificação de FIIs como um todo, já que alteram a atratividade relativa entre a renda dos fundos e a de aplicações de renda fixa. Para fundos multicategoria, essa sensibilidade pode variar conforme a proporção entre ativos de tijolo e de papel na carteira. Cabe ao investidor acompanhar a evolução do preço em conjunto com os fundamentos do fundo, e não isoladamente.

Considerações gerais sobre a análise do fundo

Reunir os indicadores do Canuma Capital FII em uma visão de conjunto ajuda a contextualizar os números apresentados nesta página. O fundo é um FII multicategoria, com patrimônio líquido registrado superior a R$ 721 milhões, em funcionamento desde abril de 2022, e voltado a investidores em geral. Na data de referência, exibia dividend yield de 11,04%, P/VP de 0,82 — negociando com desconto frente ao valor patrimonial — e liquidez classificada como baixa. Cada um desses elementos conta uma parte da história, mas nenhum deles, isoladamente, oferece uma conclusão definitiva. A análise de um FII costuma combinar fatores quantitativos, como os indicadores aqui descritos, com fatores qualitativos, como a composição da carteira, a estratégia da gestão, a qualidade dos ativos e a consistência histórica das distribuições. É comum que investidores observem a evolução desses indicadores ao longo do tempo, em vez de fotografias isoladas, justamente porque métricas como preço, yield e volume variam de forma contínua. O caráter multicategoria adiciona uma camada extra de análise, pois exige entender como o fundo divide sua exposição entre diferentes tipos de ativos imobiliários. Esta página tem finalidade exclusivamente informativa e educativa: organiza dados públicos e explica como ler os principais indicadores, sem emitir qualquer juízo sobre a conveniência de adquirir, manter ou vender cotas. Cabe ao investidor avaliar as informações à luz de seus próprios objetivos, horizonte de tempo, tolerância a risco e, quando aplicável, com apoio de fontes oficiais e de profissionais habilitados.

Indicadores explicados

**Dividend Yield (DY).** Mede o percentual de rendimentos distribuídos em relação ao preço da cota. Na última atualização registrada, o CCME11 apresentava DY de 11,04%, classificado como regular. É uma métrica sensível ao preço: se o preço cai e a distribuição se mantém, o yield sobe. Fórmula: DY = (Rendimentos distribuídos no período / Preço da cota) x 100 Cálculo: Com base no rendimento real apurado pela fonte de dados, o DY registrado para o CCME11 foi de 11,04% na data de referência.

**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** Compara o preço de mercado da cota com o valor patrimonial por cota. Valores abaixo de 1,0 indicam negociação com desconto sobre o patrimônio contábil; acima de 1,0, com ágio. O CCME11 apresentava P/VP de 0,82 na data de referência. Fórmula: P/VP = Preço da cota / Valor patrimonial por cota Cálculo: Com preço de cota de aproximadamente R$ 8,69 e valor patrimonial por cota próximo de R$ 10,64 (patrimônio líquido de R$ 721,1 milhões dividido por cerca de 67,8 milhões de cotas), o P/VP resulta em aproximadamente 0,82.

**Patrimônio Líquido.** Representa o total dos ativos do fundo descontadas as obrigações. É a base contábil para o cálculo do valor patrimonial por cota. Na última atualização registrada, o patrimônio líquido do CCME11 era de aproximadamente R$ 721,1 milhões. Fórmula: Valor patrimonial por cota = Patrimônio líquido / Quantidade de cotas Cálculo: Dividindo R$ 721.144.870,48 por 67.797.053 cotas, obtém-se um valor patrimonial por cota de aproximadamente R$ 10,64.

**Liquidez / Volume médio.** Indica o volume financeiro médio negociado, refletindo a facilidade de comprar ou vender cotas sem grande impacto no preço. O CCME11 registrava liquidez classificada como baixa, com volume médio em torno de R$ 351 mil. É uma métrica volátil, que varia entre pregões. Fórmula: Volume = Soma do valor financeiro dos negócios no período / Número de pregões Cálculo: Na data de referência, o volume médio registrado para o CCME11 foi de aproximadamente R$ 351.172,08, nível associado a baixa liquidez.

Perguntas Frequentes

Qual o preço atual de CCME11? A cotação mais recente de CCME11 é de R$ 9,04.

Qual o dividend yield do CCME11? O dividend yield anualizado de CCME11 é de 10,56%.

Qual o P/VP de CCME11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de CCME11 é 0.85.

CCME11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de CCME11 foi de R$ 0,08 por cota.

O que é o CCME11? CCME11 é o código de negociação do Canuma Capital FII, um Fundo de Investimento Imobiliário brasileiro classificado no segmento multicategoria (híbrido), negociado em bolsa. Ele reúne recursos de diversos cotistas para alocação em ativos ligados ao mercado imobiliário, distribuindo periodicamente os rendimentos gerados.

Qual o segmento do Canuma Capital FII? O fundo está classificado como multicategoria, também chamado de híbrido. Isso significa que tem mandato para combinar diferentes classes de ativos imobiliários na carteira, podendo incluir imóveis físicos, títulos de crédito imobiliário e cotas de outros fundos, em vez de se concentrar em um único tipo de ativo.

Qual era o dividend yield do CCME11? Na última atualização registrada, o dividend yield do CCME11 era de 11,04%, calculado a partir do rendimento real apurado e classificado como regular. O dividend yield é sensível ao preço da cota e varia ao longo do tempo, por isso deve ser conferido em fontes atualizadas e interpretado junto com a recorrência das distribuições.

O que significa o P/VP de 0,82? O P/VP de 0,82 indica que, na data de referência, a cota era negociada a aproximadamente 82% do seu valor patrimonial, ou seja, com desconto frente ao valor contábil por cota. Um P/VP abaixo de 1,0 pode refletir percepção de risco, liquidez ou expectativas do mercado, e não determina isoladamente se o fundo está caro ou barato.

Por que a liquidez do fundo é considerada baixa? Na última atualização registrada, o CCME11 apresentava volume médio de negociação em torno de R$ 351 mil, nível classificado como baixa liquidez. Isso significa que há menos negócios fechados por pregão, o que pode dificultar a compra ou venda de posições maiores sem impacto no preço. O volume é volátil e varia de um dia para outro.

Atualização

Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.

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Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.