BCIA11 — BRADESCO CARTEIRA IMOBILIÁRIA ATIVA FII
Cotação, indicadores e dados históricos de BCIA11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.
- Preço atual
- R$ 88,63
- P/VP
- 0,87
- Dividend Yield (12m)
- 11,55%
Setor
Multicategoria
Desempenho recente
No período de 6m, BCIA11 apresentou variação de -0,29% em 123 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.
Faixa de 52 semanas
Nas últimas 52 semanas, BCIA11 oscilou entre R$ 80,40 a R$ 98,60. Média de R$ 88,58 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.
Dividend Yield
DY anual: 11,55%.
P/VP
P/VP: 0.87.
Dados do Fundo
Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 101,76. Patrimônio líquido: R$ 378,4M. Valor de mercado: R$ 329,6M. Cotas emitidas: 3.719.038. Número de cotistas: 19.658. Taxa de administração: 0,49%. Idade do fundo: 11,2 anos. Administrador: BEM DTVM LTDA. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 20.216.935/0001-17. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.
Imóveis e Ocupação
Total de ativos do fundo: 0. Vacância e ocupação a partir de informes trimestrais (CVM).
O que é um Fundo Imobiliário (FII)
Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.
Tipos de FII
Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.
Dividend Yield em FIIs
O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.
P/VP e valor patrimonial por cota
O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.
Rendimentos mensais e regra de distribuição
Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.
Liquidez, vacância e riscos típicos
Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.
Dividendos
O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de BCIA11 é de 11,55%. O último rendimento registrado foi de R$ 0,86 por cota.
Comparação Setorial
Dados comparativos do segmento Multicategoria: P/VP de BCIA11 em 0.87 ante mediana do setor de 0.82. Dividend yield de 11,55% ante mediana do setor de 11,54%.
BCIA11 — Bradesco Carteira Imobiliária Ativa FII, fundo imobiliário multicategoria em funcionamento desde 2015. Na última atualização registrada: cota de R$ 89,04, DY de 11,5% em 12 meses, P/VP de 0,88, patrimônio líquido de cerca de R$ 378 milhões e liquidez baixa. Voltado a investidores em geral. Conteúdo informativo.
O que é o BCIA11
O BCIA11 é o código de negociação do Bradesco Carteira Imobiliária Ativa FII, um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) administrado dentro do ecossistema da gestora ligada ao Bradesco. Fundos imobiliários são veículos coletivos de investimento que reúnem recursos de diversos cotistas para aplicar em ativos do setor imobiliário, sejam imóveis físicos geradores de renda, sejam papéis e cotas relacionadas ao mercado imobiliário. As cotas do BCIA11 são negociadas em bolsa, de forma semelhante a uma ação, permitindo que o
Setor multicategoria e estratégia
O BCIA11 está classificado no setor multicategoria, também conhecido no mercado como fundo híbrido. Essa categoria descreve fundos imobiliários que não se restringem a um único segmento — como apenas lajes corporativas, apenas galpões logísticos ou apenas recebíveis — e que podem combinar diferentes classes de ativos imobiliários dentro da mesma carteira. Na prática, um fundo multicategoria pode manter posições em imóveis para locação, em cotas de outros fundos imobiliários (estrutura conhecida como fundo de fundos ou FoF) e em títulos de crédito imobiliário, conforme a política de investimento definida em seu regulamento. A lógica de um fundo multicategoria é buscar flexibilidade: a gestão pode realocar recursos entre segmentos conforme a leitura que faz das condições de mercado, das oportunidades de renda e do ciclo imobiliário. Historicamente, fundos com essa característica são apresentados como uma forma de diversificação dentro de um único produto, já que o cotista acessa, indiretamente, mais de um tipo de exposição ao setor imobiliário. É importante entender que diversificação não elimina riscos; ela apenas distribui a exposição entre fontes diferentes de retorno e de risco. A estratégia ativa, sinalizada inclusive pelo nome do fundo, indica uma gestão que toma decisões discricionárias de composição da carteira ao longo do tempo, em contraste com fundos de gestão passiva que apenas replicam um índice. Observa-se que, em fundos ativos, o desempenho depende em grande medida das escolhas do gestor. Cabe ao investidor avaliar se a abordagem multicategoria e ativa se alinha ao que procura, e consultar o regulamento e os relatórios gerenciais para conhecer a composição detalhada e atualizada da carteira.
Rendimentos e Dividend Yield
Uma das características centrais dos fundos imobiliários brasileiros é a distribuição periódica de rendimentos aos cotistas. Por regra de mercado e pela própria natureza desses fundos, parte relevante do resultado obtido com aluguéis, juros de papéis imobiliários e rendimentos de cotas de outros fundos costuma ser repassada periodicamente, em geral mensalmente. No BCIA11, segundo os dados registrados, o último rendimento distribuído foi de R$ 0,86 por cota, com data de referência em 1º de maio de 2026, e o fundo apresentava distribuição recente ativa naquele momento. O Dividend Yield (DY) é o indicador que relaciona os rendimentos distribuídos ao preço da cota. Na última atualização registrada, o DY acumulado dos últimos 12 meses estava em 11,5%, classificado como regular e validado pela fonte de rendimento real do fundo, sem caracterização de atipicidade. Isso significa que, considerando os proventos pagos no período e a cotação de referência, o retorno em distribuições equivalia a esse percentual ao ano naquele instante. É fundamental compreender que o DY é uma fotografia do passado recente combinada com o preço atual: ele varia tanto quando os rendimentos mudam quanto quando o preço da cota oscila. Um DY elevado pode refletir distribuições consistentes, mas também pode resultar de quedas no preço da cota, e não há garantia de que distribuições passadas se repitam no futuro. Dados de mercado mostram que rendimentos de FIIs podem oscilar conforme vacância dos imóveis, inadimplência de contratos, condições de crédito e ciclo de juros. Por isso, o DY deve ser lido como uma referência informativa de histórico, e não como promessa de retorno. Cabe ao investidor avaliar a sustentabilidade da distribuição examinando os relatórios do fundo.
Preço da cota e P/VP
O preço da cota do BCIA11 é definido continuamente pela negociação em bolsa, refletindo a oferta e a demanda dos participantes do mercado. Na última atualização registrada, a cota estava em torno de R$ 89,04, com variação no dia de aproximadamente 0,2%, equivalente a cerca de R$ 0,18. Esses números representam um instante específico e mudam a cada pregão; por isso, devem ser interpretados como referência da última atualização registrada, e não como valor permanente. Um indicador útil para contextualizar o preço é o P/VP, que compara o preço de mercado da cota ao seu valor patrimonial — ou seja, ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas. No BCIA11, o P/VP registrado era de 0,88. Um P/VP abaixo de 1,0 indica que, naquele momento, a cota era negociada por um valor inferior ao seu patrimônio contábil por cota. Observa-se que muitos investidores acompanham esse indicador como referência de quão cara ou barata está a cota em relação ao valor patrimonial dos ativos do fundo. Entretanto, é comum que fundos negociem com desconto ou ágio sobre o valor patrimonial por diversos motivos: expectativas sobre rendimentos futuros, percepção de risco da carteira, liquidez das cotas e condições gerais do mercado de FIIs. Um P/VP inferior a 1 não constitui, por si só, indicação de oportunidade nem de problema; é apenas uma relação contábil que descreve a diferença entre preço e patrimônio em um dado momento. Cabe ao investidor avaliar o P/VP em conjunto com outros fatores, como a qualidade dos ativos, a consistência das distribuições e o histórico de gestão.
Patrimônio, market cap e estrutura
O patrimônio líquido é uma das medidas mais relevantes para compreender o porte de um fundo imobiliário. No BCIA11, o patrimônio líquido registrado era de aproximadamente R$ 378,4 milhões, distribuído entre cerca de 3,72 milhões de cotas. Dividindo o patrimônio líquido pelo número de cotas, obtém-se o valor patrimonial por cota, base que serve de referência para o cálculo do P/VP discutido anteriormente. O valor de mercado do fundo (market cap), que corresponde ao preço da cota multiplicado pela quantidade de cotas, estava registrado em torno de R$ 331,1 milhões na última atualização. A diferença entre o patrimônio líquido contábil e o valor de mercado reflete exatamente o desconto sobre o valor patrimonial observado naquele instante, coerente com o P/VP abaixo de 1. Em termos de estrutura, o BCIA11 é um fundo aberto a investidores em geral, não exclusivo, com gestão profissional vinculada ao grupo Bradesco. Sua longevidade — mais de uma década de funcionamento desde 2015 — costuma ser observada por participantes do mercado como um dado de histórico operacional, embora tempo de existência não represente garantia de desempenho. O porte na casa das centenas de milhões de reais coloca o fundo em uma faixa intermediária do universo de FIIs listados, nem entre os maiores fundos do mercado, nem entre os menores. Compreender o patrimônio e a estrutura ajuda o investidor a contextualizar a escala do veículo, a base sobre a qual os rendimentos são gerados e a relação entre o que o fundo possui contabilmente e como o mercado o precifica.
Liquidez e volume de negociação
A liquidez descreve a facilidade com que um investidor consegue comprar ou vender cotas sem provocar grande impacto no preço. No BCIA11, a liquidez registrada era classificada como baixa, com volume e liquidez média em torno de R$ 241,8 mil na última atualização. Em fundos com liquidez mais reduzida, é comum que a diferença entre os preços de compra e de venda (o chamado spread) seja maior e que negociações de maior volume sejam executadas em mais tempo ou com variações de preço mais perceptíveis. Esse é um aspecto que costuma ser observado por quem acompanha FIIs, pois a liquidez influencia diretamente a experiência de entrada e saída do investimento. É comum que fundos de menor porte ou com base de cotistas mais concentrada apresentem volumes diários mais modestos. Isso não torna o fundo melhor ou pior por si só; trata-se de uma característica estrutural que cada investidor pondera conforme suas necessidades, especialmente em relação ao horizonte de tempo pretendido e à possibilidade de precisar realizar a posição rapidamente. Observa-se que investidores com perfil de longo prazo, focados no recebimento de rendimentos periódicos, tendem a dar menos peso à liquidez diária do que aqueles que negociam com frequência. O volume de negociação, assim como o preço, é uma métrica volátil que varia de pregão para pregão; os números aqui apresentados refletem a última atualização registrada e não representam um padrão fixo. Cabe ao investidor avaliar se o nível de liquidez do fundo é compatível com a forma como pretende administrar sua posição.
Como funcionam os fundos imobiliários
Para contextualizar o BCIA11, é útil entender o funcionamento geral de um Fundo de Investimento Imobiliário no Brasil. Um FII é um condomínio de investidores, regulado pela Comissão de Valores Mobiliários, que reúne recursos para aplicação em ativos imobiliários. A gestão profissional decide a composição da carteira conforme a política de investimento, e os resultados gerados — como aluguéis, juros de títulos imobiliários e rendimentos de cotas de outros fundos — são apurados e, conforme a regra de cada fundo, distribuídos periodicamente aos cotistas. As cotas são listadas em bolsa, o que confere negociabilidade e transparência de preço. Historicamente, os FIIs ganharam popularidade entre investidores pessoa física no Brasil por permitirem acesso ao mercado imobiliário com valores de aporte menores do que a compra direta de um imóvel e por oferecerem distribuições periódicas. Os fundos costumam ser agrupados em categorias conforme o tipo de ativo predominante: fundos de tijolo (imóveis físicos), fundos de papel (recebíveis e crédito imobiliário), fundos de fundos (cotas de outros FIIs) e fundos híbridos ou multicategoria, como é o caso do BCIA11, que combinam mais de uma dessas exposições. Cada categoria possui um perfil distinto de risco e de comportamento de rendimentos. É comum que fundos de papel sejam mais sensíveis a indexadores como inflação e CDI, enquanto fundos de tijolo são mais influenciados por vacância e reajuste de contratos. Os principais riscos envolvidos incluem oscilação do preço da cota, variação dos rendimentos, vacância dos imóveis, inadimplência e mudanças nas condições macroeconômicas. Compreender esse funcionamento permite ao investidor interpretar os indicadores do fundo com mais clareza. Cabe ao investidor avaliar cada veículo à luz de seus objetivos e tolerância a risco.
Como interpretar os indicadores em conjunto
Indicadores isolados raramente contam a história completa de um fundo imobiliário. No caso do BCIA11, observa-se a combinação de um Dividend Yield de 11,5% acumulado em 12 meses, um P/VP de 0,88, liquidez classificada como baixa e patrimônio na casa dos R$ 378 milhões. Analisar esses números em conjunto é mais informativo do que olhar para cada um isoladamente. Um DY de dois dígitos combinado a um P/VP abaixo de 1 descreve, contabilmente, um fundo cuja cota negociava com desconto sobre o patrimônio e que distribuía proventos relevantes em relação ao preço naquele momento. Entretanto, é comum que o mercado precifique descontos por razões específicas, e o investidor atento busca compreender o porquê desse desconto antes de tirar conclusões: pode estar ligado à composição da carteira, à liquidez reduzida, às expectativas de rendimentos futuros ou a fatores macroeconômicos. A baixa liquidez, por exemplo, é um elemento que costuma pesar na precificação e na experiência prática de negociação. Dados de mercado mostram que indicadores de FIIs se movimentam de forma interligada: uma queda no preço da cota eleva o DY e reduz o P/VP simultaneamente, sem que isso signifique melhora dos fundamentos. Por isso, observa-se que a leitura responsável de um fundo passa por examinar os relatórios gerenciais, a composição da carteira, o histórico de distribuições e o contexto do ciclo imobiliário e de juros. As métricas apresentadas neste conteúdo refletem a última atualização registrada e servem como ponto de partida informativo. Cabe ao investidor avaliar o conjunto das informações, idealmente consultando fontes oficiais do fundo, antes de qualquer decisão individual.
Indicadores explicados
**Dividend Yield (DY 12 meses).** Mede o percentual de rendimentos distribuídos pelo fundo nos últimos 12 meses em relação ao preço da cota. No BCIA11, estava em 11,5% na última atualização registrada, classificado como regular. É uma referência de histórico recente, não uma promessa de retorno futuro. Fórmula: DY = (rendimentos distribuídos nos últimos 12 meses / preço da cota) x 100 Cálculo: Com DY de 11,5% e cota de referência de R$ 89,04, os rendimentos acumulados em 12 meses equivalem a aproximadamente R$ 10,24 por cota (0,115 x 89,04).
**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** Relaciona o preço de mercado da cota ao seu valor patrimonial. Um P/VP abaixo de 1 indica negociação com desconto sobre o patrimônio. No BCIA11, registrava 0,88, ou seja, cerca de 88% do valor patrimonial por cota naquele momento. Fórmula: P/VP = preço da cota / (patrimônio líquido / número de cotas) Cálculo: Patrimônio líquido de R$ 378,4 milhões dividido por 3.719.038 cotas resulta em valor patrimonial de cerca de R$ 101,76 por cota. Preço de R$ 89,04 dividido por R$ 101,76 resulta em P/VP aproximado de 0,88.
**Patrimônio Líquido.** Representa o valor contábil total dos ativos do fundo menos suas obrigações, indicando o porte do veículo. No BCIA11, era de aproximadamente R$ 378,4 milhões, base sobre a qual se calcula o valor patrimonial por cota. Fórmula: Valor patrimonial por cota = patrimônio líquido / número de cotas Cálculo: R$ 378.442.687,17 divididos por 3.719.038 cotas resultam em valor patrimonial de aproximadamente R$ 101,76 por cota.
**Market Cap (Valor de Mercado).** Corresponde ao valor de mercado total do fundo, calculado pelo preço da cota multiplicado pela quantidade de cotas. No BCIA11, estava em torno de R$ 331,1 milhões na última atualização, abaixo do patrimônio líquido, coerente com o P/VP inferior a 1. Fórmula: Market cap = preço da cota x número de cotas Cálculo: R$ 89,04 multiplicados por 3.719.038 cotas resultam em valor de mercado de aproximadamente R$ 331,1 milhões.
Perguntas Frequentes
Qual o preço atual de BCIA11? A cotação mais recente de BCIA11 é de R$ 88,63.
Qual o dividend yield do BCIA11? O dividend yield anualizado de BCIA11 é de 11,55%.
Qual o P/VP de BCIA11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de BCIA11 é 0.87.
BCIA11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de BCIA11 foi de R$ 0,86 por cota.
O que é o BCIA11? O BCIA11 é o código de negociação do Bradesco Carteira Imobiliária Ativa FII, um fundo de investimento imobiliário brasileiro classificado como multicategoria. Está em funcionamento desde maio de 2015, é voltado a investidores em geral e tem suas cotas negociadas em bolsa. Por ser multicategoria, pode combinar diferentes tipos de ativos imobiliários em sua carteira, sob gestão profissional ativa.
Qual é o Dividend Yield do BCIA11? Na última atualização registrada, o Dividend Yield acumulado dos últimos 12 meses do BCIA11 era de 11,5%, classificado como regular e baseado no rendimento real do fundo. O último rendimento informado foi de R$ 0,86 por cota, com referência em maio de 2026. O DY varia conforme os rendimentos distribuídos e o preço da cota, e distribuições passadas não garantem resultados futuros.
O que significa o P/VP de 0,88 do BCIA11? O P/VP compara o preço de mercado da cota ao seu valor patrimonial. Um P/VP de 0,88 indica que, na última atualização registrada, a cota era negociada por cerca de 88% do valor patrimonial por cota, ou seja, com desconto sobre o patrimônio contábil. Isso descreve uma relação contábil em um dado momento e não constitui, por si só, indicação de oportunidade ou de risco.
O BCIA11 tem boa liquidez? Na última atualização registrada, a liquidez do BCIA11 era classificada como baixa, com volume médio em torno de R$ 241,8 mil. Liquidez baixa significa que comprar ou vender grandes quantidades de cotas pode ser mais demorado ou impactar mais o preço. Esse é um aspecto estrutural que cada investidor pondera conforme seu horizonte e necessidade de negociação.
Como os fundos imobiliários multicategoria funcionam? Fundos imobiliários multicategoria, ou híbridos, podem alocar recursos em diferentes tipos de ativos imobiliários simultaneamente, como imóveis físicos, títulos de crédito imobiliário e cotas de outros fundos. A lógica é dar flexibilidade à gestão para realocar entre segmentos conforme as condições de mercado. Essa estrutura busca diversificação dentro de um único produto, mas diversificação distribui o risco sem eliminá-lo.
Atualização
Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.
Ativos do mesmo setor
Outros ativos do segmento Multicategoria, para comparação:
Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.
