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BICE11 — BRIO CRÉDITO ESTRUTURADO - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

Cotação, indicadores e dados históricos de BICE11 (Fundo Imobiliário). Dados B3/CVM atualizados.

Preço atual
R$ 540,00
P/VP
0,50
Dividend Yield (12m)
10,75%

Setor

Residencial

Desempenho recente

No período de 6m, BICE11 apresentou variação de -39,19% em 5 pregões. Dados de cotação da B3, sujeitos a defasagem.

Faixa de 52 semanas

Nas últimas 52 semanas, BICE11 oscilou entre R$ 540,00 a R$ 900,00. Média de R$ 855,18 no período. Dados B3, sujeitos a defasagem.

Dividend Yield

DY anual: 10,75%.

P/VP

P/VP: 0.50.

Dados do Fundo

Valor patrimonial por cota (VPA): R$ 1.089,70. Patrimônio líquido: R$ 145,4M. Valor de mercado: R$ 72,0M. Cotas emitidas: 133.414. Número de cotistas: 120. Taxa de administração: 0,80%. Idade do fundo: 5,4 anos. Administrador: BRL TRUST DTVM S.A.. Tipo de gestão: Ativa. Público-alvo: INVESTIDORES EM GERAL. CNPJ: 39.332.032/0001-20. Dados públicos CVM/B3, sujeitos a defasagem.

Imóveis e Ocupação

Total de ativos do fundo: 11. Vacância e ocupação a partir de informes trimestrais (CVM).

O que é um Fundo Imobiliário (FII)

Um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo que reúne recursos de vários investidores para aplicar no mercado imobiliário, seja em imóveis físicos, seja em títulos ligados a esse setor. O patrimônio é dividido em cotas negociadas em bolsa, o que permite ao investidor participar do mercado imobiliário sem comprar um imóvel inteiro. Os FIIs são regulados no Brasil e administrados por instituições financeiras, e seus resultados são distribuídos periodicamente aos cotistas conforme as regras do fundo.

Tipos de FII

Os FIIs costumam ser descritos em quatro grandes grupos. Os fundos de tijolo investem em imóveis físicos — lajes corporativas, galpões logísticos, shoppings, agências — e seu resultado vem principalmente dos aluguéis. Os fundos de papel aplicam em títulos de crédito imobiliário, como CRIs, e seu resultado deriva dos juros desses papéis. Os fundos híbridos combinam imóveis e títulos na mesma carteira. Os fundos de fundos (FoF) investem em cotas de outros FIIs, buscando diversificação por meio da composição. Cada tipo tem uma dinâmica própria de risco, sensibilidade a juros e comportamento ao longo dos ciclos econômicos.

Dividend Yield em FIIs

O Dividend Yield (DY) de um FII expressa a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota, geralmente apurada considerando os últimos doze meses ou anualizando a distribuição recente. Em termos simples, indica quanto o fundo distribuiu em proventos proporcionalmente ao valor pago pela cota. Um DY mais alto pode refletir distribuições robustas, mas também pode resultar de uma queda no preço da cota — por isso o indicador é lido em conjunto com outros, não isoladamente. Distribuições extraordinárias, como a venda de um imóvel, podem elevar o DY de um período de forma pontual e não recorrente. O DY é uma referência informativa sobre o passado e não garante distribuições futuras.

P/VP e valor patrimonial por cota

O valor patrimonial por cota corresponde ao patrimônio líquido do fundo dividido pelo número de cotas — uma estimativa contábil de quanto vale cada cota segundo os ativos do fundo. O indicador P/VP (preço sobre valor patrimonial) compara o preço de mercado da cota com esse valor patrimonial. Um P/VP próximo de 1 indica que o mercado precifica a cota perto de seu valor contábil; acima de 1, a cota é negociada com prêmio; abaixo de 1, com desconto. O P/VP não é, por si só, um sinal de oportunidade ou de risco — ele descreve uma relação, cuja interpretação depende do tipo de fundo, da qualidade dos ativos e do contexto de mercado.

Rendimentos mensais e regra de distribuição

Uma característica marcante dos FIIs é a distribuição periódica de resultados, comumente mensal. Pela regulação aplicável a esses fundos, é exigida a distribuição de uma parcela elevada do resultado de caixa aos cotistas, o que explica por que muitos investidores acompanham FIIs pela renda recorrente. O valor distribuído varia conforme o desempenho do fundo no período — aluguéis recebidos, juros de títulos, ocupação dos imóveis — e não é fixo nem garantido.

Liquidez, vacância e riscos típicos

Liquidez, num FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas em bolsa sem grande variação de preço; fundos com mais cotistas e maior volume negociado tendem a ter liquidez mais alta. Vacância mede a proporção de área (vacância física) ou de receita (vacância financeira) não ocupada ou não recebida nos imóveis do fundo — quanto maior a vacância, menor tende a ser o resultado distribuível. Entre os riscos típicos descritos no mercado estão a sensibilidade a juros (que afeta a atratividade relativa dos rendimentos), o risco de inadimplência de inquilinos ou de devedores dos títulos, o risco de vacância e o risco de mercado, que influencia o preço das cotas. A avaliação desses fatores é individual e depende dos objetivos de cada investidor.

Dividendos

O dividend yield acumulado nos últimos 12 meses de BICE11 é de 10,75%. O último rendimento registrado foi de R$ 5,23 por cota.

Comparação Setorial

Dados comparativos do segmento Residencial: P/VP de BICE11 em 0.50 ante mediana do setor de 0.74. Dividend yield de 10,75% ante mediana do setor de 6,67%.

BICE11 é o BRIO Crédito Estruturado, FII de papel do segmento de Títulos e Valores Mobiliários, em funcionamento desde 2021 e voltado a investidores em geral. Na última atualização registrada: DY de 10,44%, P/VP de ~0,5, patrimônio líquido de ~R$ 144,8 milhões em 133.414 cotas e liquidez baixa. Conteúdo informativo.

O que é o BICE11

BICE11 é o código de negociação na B3 do BRIO CRÉDITO ESTRUTURADO – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO. Trata-se de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII), veículo coletivo regulado que reúne recursos de diversos cotistas para aplicar em ativos do mercado imobiliário. Diferentemente da compra direta de um imóvel, o investidor adquire cotas negociadas em bolsa, o que confere fracionamento do investimento e negociação no pregão. Segundo os dados de referência, o fundo está classificado no segmento de Títulos e Valores Mobiliários, o que o caracteriza como um FII de papel: em vez de deter lajes corporativas, galpões ou shoppings, sua carteira é composta principalmente por instrumentos de crédito imobiliário. O próprio nome, Crédito Estruturado, indica essa orientação — operações de crédito montadas sob estruturas específicas de garantia e remuneração. O fundo entrou em funcionamento em 22 de fevereiro de 2021, somando cerca de 5,3 anos de histórico na última atualização registrada, e tem como público-alvo investidores em geral, não sendo um fundo exclusivo. Historicamente, FIIs como o BICE11 são utilizados por quem busca exposição ao setor imobiliário com a praticidade da negociação em bolsa e distribuições periódicas de rendimentos. O entendimento do que o fundo é constitui o ponto de partida factual para qualquer análise posterior de seus números.

Como funciona um FII de papel

Os Fundos de Investimento Imobiliário costumam ser agrupados, no mercado, em três grandes famílias: fundos de tijolo, que detêm imóveis físicos e geram receita por aluguéis; fundos de papel, que investem em títulos de crédito ligados ao setor imobiliário; e fundos híbridos, que combinam as duas abordagens. O BICE11, por estar no segmento de Títulos e Valores Mobiliários, enquadra-se na categoria de fundos de papel. Na prática, um FII de papel aloca recursos em instrumentos como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e outras operações de crédito estruturado. Esses títulos remuneram o fundo por meio de juros, que tipicamente são indexados a referências como o CDI ou índices de inflação acrescidos de uma taxa prefixada. A expressão Crédito Estruturado, presente na denominação do fundo, refere-se a operações desenhadas com garantias específicas — como alienação fiduciária de imóveis, cessão de recebíveis e fundos de reserva — que buscam mitigar riscos de inadimplência. É comum que fundos de papel apresentem distribuições mensais de rendimentos derivadas dos juros recebidos dos créditos em carteira. Observa-se que o comportamento desses fundos tende a se relacionar com o ambiente de taxas de juros e de crédito da economia, diferentemente dos fundos de tijolo, mais sensíveis à dinâmica de ocupação e aluguéis. Compreender essa mecânica ajuda a contextualizar por que os indicadores de um FII de papel como o BICE11 devem ser lidos sob a ótica de crédito, e não apenas de patrimônio imobiliário.

Patrimônio, cotas e estrutura

Na última atualização registrada, o BICE11 reportava patrimônio líquido de aproximadamente R$ 144,8 milhões, distribuído em 133.414 cotas emitidas. O patrimônio líquido de um FII corresponde ao valor contábil dos ativos do fundo descontadas as obrigações, e a divisão desse valor pelo número de cotas resulta no valor patrimonial por cota — uma referência central para interpretar o preço de mercado. Dividindo o patrimônio líquido pela quantidade de cotas, obtém-se um valor patrimonial da ordem de R$ 1.085 por cota. A capitalização de mercado registrada, na casa de R$ 72 milhões, reflete o valor que o conjunto de cotas alcançava ao preço de pregão, e fica abaixo do patrimônio contábil, o que se relaciona com o indicador P/VP discutido adiante. É comum que fundos de papel tenham seu patrimônio composto por uma cesta diversificada de operações de crédito, cada uma com prazo, indexador e garantia próprios. A quantidade de cotas e o patrimônio líquido também ajudam a dimensionar o porte do fundo: o BICE11 figura como um FII de tamanho menor frente aos grandes fundos do segmento, característica que costuma andar junto com menor liquidez de negociação. Esses números patrimoniais são estáveis em sua natureza, mas variam ao longo do tempo conforme novas emissões, amortizações, marcações a mercado dos créditos e eventuais provisões. Cabe ao investidor acompanhar relatórios gerenciais e demonstrações do fundo para avaliar a composição e a saúde da carteira.

Dividend yield e distribuições

Um dos atributos mais observados em FIIs é a distribuição de rendimentos, expressa relativamente pelo dividend yield (DY). Na última atualização registrada, o BICE11 apresentava DY de 10,44%, com um acumulado de doze meses em torno de 9,78%, ambos classificados como dentro da faixa regular pelos critérios de referência — o fundo não foi marcado como portador de DY atípico. O último provento informado foi de R$ 7,22 por cota, com data de referência em 1º de abril de 2026, caracterizando distribuição recente. O dividend yield mede a relação entre os rendimentos distribuídos e o preço da cota; um DY mais elevado pode refletir tanto rendimentos robustos quanto um preço de cota deprimido, motivo pelo qual o indicador deve ser lido em conjunto com o histórico de distribuições e a qualidade da carteira. Em fundos de papel, os rendimentos derivam dos juros pagos pelos títulos de crédito em carteira, de modo que ambientes de juros mais altos historicamente tendem a se refletir em distribuições maiores, enquanto eventos de inadimplência ou renegociação podem pressioná-las. Observa-se que a regra de isenção de Imposto de Renda sobre rendimentos distribuídos por FIIs a pessoas físicas, quando atendidos os requisitos legais, é um dos fatores que historicamente atraem investidores a essa classe. É comum que o mercado avalie a consistência das distribuições ao longo de vários meses, em vez de um único pagamento, para formar uma visão sobre a previsibilidade dos rendimentos. Os números aqui apresentados são referências informativas; cabe ao investidor avaliar a sustentabilidade dos proventos.

P/VP e leitura de valuation

O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) compara o preço de mercado da cota com o seu valor patrimonial contábil. Na última atualização registrada, o BICE11 apresentava P/VP de aproximadamente 0,5, o que significa que a cota era negociada por cerca de metade do seu valor patrimonial. Um P/VP abaixo de 1 indica que o mercado precificava as cotas com desconto frente ao patrimônio contábil do fundo. Dados de mercado mostram que descontos dessa magnitude em fundos de papel podem refletir percepções do mercado sobre risco de crédito da carteira, provisões para inadimplência, baixa liquidez de negociação ou condições gerais do mercado de FIIs. Por outro lado, um P/VP reduzido também é interpretado por parte dos investidores como potencial margem entre preço e patrimônio. É importante observar que o valor patrimonial reflete a marcação contábil dos créditos, que pode não capturar imediatamente eventos de deterioração ou recuperação dos ativos subjacentes. Por isso, o P/VP não deve ser lido isoladamente: faz sentido cruzá-lo com a inadimplência da carteira, o histórico de distribuições, o nível de provisões e a liquidez. No caso do BICE11, o desconto patrimonial expressivo convive com um DY de dois dígitos e liquidez classificada como baixa, combinação que ilustra por que a análise de fundos de papel exige atenção à qualidade dos créditos. Esses indicadores são informativos e não prescritivos; cabe ao investidor avaliar o conjunto antes de qualquer decisão individual.

Liquidez e negociação

A liquidez do BICE11 é classificada como baixa, com volume e liquidez média de referência em torno de R$ 3.780 na última atualização registrada. Liquidez, no contexto de um FII, refere-se à facilidade de comprar ou vender cotas no pregão sem provocar grande impacto no preço. Fundos com baixa liquidez tendem a apresentar menor número de negócios diários e maior diferença entre as ordens de compra e venda, o que pode dificultar a execução de operações de maior porte a preços próximos do último negociado. Observa-se que, na última atualização, o fundo registrou variação diária expressivamente negativa, da ordem de -29% — um movimento que, em ativos de baixa liquidez, pode decorrer de poucas negociações com preços distantes entre si, e não necessariamente de uma reprecificação ampla e contínua. Por isso, métricas de preço e variação de um único dia devem ser interpretadas com cautela em fundos pouco líquidos, sendo mais informativo acompanhar tendências ao longo de períodos maiores. A baixa liquidez também ajuda a contextualizar o desconto de P/VP, já que parte dos investidores atribui um prêmio de iliquidez a ativos menos negociados. É comum que fundos de menor porte, como o BICE11, apresentem essa característica. Cabe ao investidor avaliar se o perfil de liquidez do fundo é compatível com seu horizonte e suas necessidades de movimentação.

Perfil, público-alvo e histórico

O BICE11 tem como público-alvo investidores em geral e não está estruturado como fundo exclusivo, o que significa que suas cotas estão disponíveis para o mercado amplo e são negociadas livremente na B3. Em funcionamento desde 22 de fevereiro de 2021, o fundo acumulava cerca de 5,3 anos de histórico na última atualização registrada — um período que abrange diferentes ciclos de juros e crédito na economia brasileira, contexto especialmente relevante para um fundo de papel cuja remuneração depende das taxas de juros e da saúde dos créditos em carteira. Historicamente, fundos de crédito estruturado são considerados parte da família de FIIs com perfil de renda, voltados à geração de rendimentos periódicos a partir de juros, em contraste com fundos de tijolo e fundos de desenvolvimento. O histórico de pouco mais de cinco anos permite ao investidor observar como o fundo atravessou variações de cenário, ainda que rentabilidades passadas não se projetem automaticamente para o futuro. A combinação de DY de dois dígitos, P/VP com desconto relevante e liquidez baixa compõe um perfil que demanda análise específica de crédito. É comum que investidores que avaliam fundos de papel examinem relatórios gerenciais, a pulverização das operações, o nível de garantias e o histórico de provisões. As características estruturais — classe, segmento, público-alvo e data de início — são os elementos mais estáveis e devem servir de base para a leitura dos indicadores mais voláteis.

Considerações finais informativas

Reunindo os elementos apresentados, o BICE11 é um Fundo de Investimento Imobiliário de papel, do segmento de Títulos e Valores Mobiliários, dedicado a crédito estruturado, com cerca de 5,3 anos de histórico e voltado a investidores em geral. Na última atualização registrada, exibia patrimônio líquido na casa de R$ 144,8 milhões, 133.414 cotas, dividend yield de 10,44%, P/VP em torno de 0,5 e liquidez classificada como baixa. Cada um desses números conta uma parte da história: o DY indica a magnitude relativa das distribuições; o P/VP, o desconto do preço frente ao patrimônio contábil; a liquidez, a facilidade de negociação; e o patrimônio, o porte do fundo. Dados de mercado mostram que a leitura conjunta desses indicadores, somada à análise da carteira de créditos e de suas garantias, é o caminho usual para formar uma visão sobre o ativo. Esta página tem finalidade exclusivamente informativa: organiza dados públicos e cálculos de referência para apoiar o entendimento do fundo, sem emitir juízo de adequação. Métricas como preço, volume e variação são instantâneas e mudam ao longo do tempo, enquanto a natureza do fundo, seu segmento e seu mecanismo de funcionamento são atributos estáveis. Cabe ao investidor avaliar, à luz do próprio perfil, objetivos e tolerância a risco, e da consulta a fontes oficiais do fundo, qualquer decisão individual de investimento.

Indicadores explicados

**Dividend Yield (DY).** Mede a relação entre os rendimentos distribuídos pelo fundo e o preço da cota, expressando o retorno em proventos em termos percentuais. Na última atualização registrada, o BICE11 apresentava DY de 10,44%. Fórmula: DY = (proventos distribuídos no período / preço da cota) x 100 Cálculo: Com DY de referência de 10,44%, para cada R$ 100 aplicados ao preço considerado, os proventos distribuídos no período equivaleriam a cerca de R$ 10,44, antes de impostos e variações.

**P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial).** Compara o preço de mercado da cota com o valor patrimonial contábil por cota. Valores abaixo de 1 indicam negociação com desconto frente ao patrimônio. O BICE11 registrava P/VP de aproximadamente 0,5. Fórmula: P/VP = preço de mercado da cota / valor patrimonial por cota Cálculo: Com patrimônio líquido de cerca de R$ 144,8 milhões e 133.414 cotas, o valor patrimonial por cota é da ordem de R$ 1.085. Um P/VP próximo de 0,5 implica preço de cota em torno de R$ 543, cerca de metade do valor patrimonial.

**Valor Patrimonial por Cota.** Representa a parcela do patrimônio líquido contábil atribuível a cada cota, servindo de referência para avaliar o preço de mercado. É a base do cálculo do P/VP. Fórmula: Valor Patrimonial por Cota = patrimônio líquido / quantidade de cotas Cálculo: Dividindo o patrimônio líquido de R$ 144.847.056,01 pelas 133.414 cotas, obtém-se um valor patrimonial de aproximadamente R$ 1.085 por cota.

**Liquidez média.** Indica o volume típico negociado do fundo no pregão, sinalizando a facilidade de comprar ou vender cotas sem grande impacto no preço. O BICE11 tem liquidez classificada como baixa. Fórmula: Liquidez média = volume financeiro negociado por período (referência) Cálculo: Com liquidez média de referência de cerca de R$ 3.780, o fundo movimenta valores reduzidos por período, o que caracteriza baixa liquidez e exige cautela na leitura de variações de preço de curto prazo.

Perguntas Frequentes

Qual o preço atual de BICE11? A cotação mais recente de BICE11 é de R$ 540,00.

Qual o dividend yield do BICE11? O dividend yield anualizado de BICE11 é de 10,75%.

Qual o P/VP de BICE11? O indicador P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) de BICE11 é 0.50.

BICE11 distribui rendimentos mensais? O último rendimento registrado de BICE11 foi de R$ 5,23 por cota.

O que é o BICE11? BICE11 é o código de negociação na B3 do BRIO Crédito Estruturado, um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) do segmento de Títulos e Valores Mobiliários. Por investir em ativos de crédito imobiliário em vez de imóveis físicos, é classificado como um fundo de papel. Está em funcionamento desde fevereiro de 2021 e é destinado a investidores em geral.

Qual é o dividend yield do BICE11? Na última atualização registrada, o BICE11 apresentava dividend yield de 10,44%, com acumulado de doze meses em torno de 9,78%, classificados como dentro da faixa regular. O último provento informado foi de R$ 7,22 por cota, com referência em 1º de abril de 2026. O dividend yield é uma métrica que varia com o tempo e deve ser lido junto ao histórico de distribuições.

Por que o P/VP do BICE11 está abaixo de 1? Na última atualização registrada, o P/VP era de aproximadamente 0,5, ou seja, a cota era negociada por cerca de metade do valor patrimonial. Dados de mercado mostram que descontos dessa magnitude em fundos de papel podem refletir percepções sobre risco de crédito da carteira, provisões, baixa liquidez ou condições gerais do mercado de FIIs. O indicador é informativo e deve ser avaliado em conjunto com a qualidade dos créditos.

O que significa o BICE11 ter baixa liquidez? Liquidez baixa indica que as cotas são negociadas em menor volume no pregão, o que pode dificultar comprar ou vender quantidades maiores sem impacto no preço. Por isso, variações de preço de um único dia em fundos pouco líquidos, como a queda expressiva registrada na última atualização, devem ser interpretadas com cautela e analisadas em períodos maiores.

BICE11 é um fundo de tijolo ou de papel? É um fundo de papel. Por estar no segmento de Títulos e Valores Mobiliários e ter foco em crédito estruturado, o BICE11 investe em instrumentos de crédito imobiliário, como Certificados de Recebíveis Imobiliários, em vez de deter imóveis físicos. Sua remuneração deriva dos juros desses títulos, diferentemente de fundos de tijolo que geram receita por aluguéis.

Atualização

Dados consultados em 19/07/2026 nas fontes públicas citadas. Cotações e indicadores estão sujeitos a defasagem conforme a periodicidade de cada fonte.

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Conteúdo informativo. Não constitui recomendação de investimento.